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Paraná

Governador participa da inauguração de PCH com capacidade para atender 25 mil residências

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta quinta-feira (25) da inauguração da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Três Capões Novo, às margens do Rio Jordão, em Guarapuava, Região Centro-Sul do Paraná. A unidade tem potência instalada de 10 megawatts, o suficiente para atender 25 mil residências, o que equivale a uma população de 100 mil pessoas.

Com investimento de R$ 98 milhões do grupo paranaense Santa Maria – que além do ramo de energia atua nos segmentos de papel, reflorestamento e agricultura –, a PCH Três Capões Novo vai gerar 150 empregos diretos e mais 100 postos indiretos de trabalho. A maior parte do investimento foi financiada pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Ratinho Junior destacou que o empreendimento ajuda a consolidar o Paraná como um dos principais geradores de energia limpa do País, com 98% da energia produzida a partir de fontes renováveis no Estado. “Estamos mostrando aos países de primeiro mundo que, além de produzir alimentos, também produzimos energia de forma sustentável, como é caso dessa PCH. E isso é um cartão de visitas para o Paraná lá fora, além de contribuir com o desenvolvimento do nosso Estado”, afirmou.

“Para se ter ideia, de 2010 a 2019 foram construídas seis PCHs no Paraná. Só nos últimos cinco anos, já inauguramos 21 e outras nove estão em construção, com 30 novas usinas para produzir energia limpa e ajudar a garantir a segurança energética do País”, ressaltou o governador. “Além disso, temos cerca de 60 Centrais Geradoras Hidrelétricas, que são usinas menores, em liberação e construção, quase quatro vezes mais do que no passado. Isso é fruto da modernização que fizemos no IAT, com a contratação de novos profissionais para agilizar os licenciamentos no Estado”.

MEDIDAS AMBIENTAIS – O empreendimento recebeu em novembro do ano passado autorização ambiental do Instituto Água e Terra (IAT) para iniciar o enchimento do reservatório, que tem área total de 16,57 hectares, sendo 4,62 hectares de área efetivamente alagada. Com o enchimento do reservatório, a Três Capões Novo ficou pronta para iniciar a produção de energia.

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Desde o início de sua instalação, a PCH no Rio Jordão tem implementado programas e medidas que previnem, reduzem e compensam eventuais impactos ambientais. Após a fase de pré-instalação e instalação, agora o programa entra na fase de operação do empreendimento. A PCH Três Capões Novo conta com nove programas ambientais, subdivididos em nove subprogramas e dois planos.

O CEO do Grupo Santa Maria, Marcelo Vieira, explicou que nova usina está contribuindo com o desenvolvimento da região Centro-Sul do Estado, tanto na geração de empregos, como no abastecimento energético. “Temos vários projetos em análise e, nos próximos anos, deveremos ter novas usinas hidrelétricas e solares entrando em operação”, ressaltou. “A energia produzida aqui entra no sistema nacional, através da Copel, e vai atender residências, indústrias, enfim, todos os segmentos”.

Conforme prevê a legislação brasileira, para se configurar como PCH a unidade deve ter potencial de geração de energia entre 5 e 30 Megawatts. Já a Central Geradora Hidrelétrica (CGH) é uma usina de porte ainda menor do que a PCH, com capacidade máxima de 5 Megawatts.

Comparadas com às centrais hidrelétricas de grande porte, as PCHs e CGHs não necessariamente demandam construção de grandes infraestruturas para a transmissão de energia. Dessa forma, contribuem para a formação de uma rede de fornecimento energético de baixo impacto ambiental.

O presidente do Conselho da Associação Brasileira de PCHs e CGHs (Abrapch), Pedro Dias, destaca que a Três Capões Novo é mais um licenciamento realizado dentro das conformidades legais e ambientais. “É mais uma PCH que vai gerar energia limpa e renovável com 100% de tecnologia nacional, respeitando o meio ambiente para manter sempre o nosso Estado como sustentável”, afirma.

PCHs NO PARANÁ – As licenças de funcionamento para empreendimentos energéticos são emitidas no Paraná pelo Instituto Água e Terra (IAT). Processo que se intensificou desde 2019, com o início da gestão do governador Ratinho Junior e uma política baseada na desburocratização, mas sem diminuir os cuidados com riscos ambientais.

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De acordo com o IAT, o Paraná tem 38 PCHs em operação e nove em construção. Desde 2019, foram licenciadas para operação 12 PCHs no Estado. “O Paraná é o estado que, proporcionalmente, mais tem geração de energia renovável, e nós estamos licenciando muitos empreendimentos como este. Esse processo se tornou uma política de gestão ambiental para apoiar os empreendedores, para que eles possam utilizar o patrimônio natural do Paraná, para se reverter em qualidade de vida ao paranaense”, destacou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

“Tivemos muitas dificuldades, nas décadas passadas, para liberar projetos que estávamos trabalhando. Mas depois da desburocratização do setor elétrico no Paraná promovida pelo Governo do Estado, ficou muito mais acessível”, ressaltou o CEO do Grupo Santa Maria.

As 38 PCHs em operação no Paraná produzem 525,78 Megawatts. Energia suficiente para abastecer juntas as duas maiores cidades do Paraná, fora Curitiba: Londrina e Maringá. Já as nove PCHs em construção vão somar mais 163,35 Megawatts ao sistema. Esse volume é capaz de abastecer 32.670 residências. Desse total, 79,20 Megawatts devem entrar em operação ainda nesse ano.

As PCHs em construção são: Cobre Km 19, no Rio do Cobre, no município de Marquinho com capacidade de 14,20 Megawatts; São Luís, no Rio Chopim, em Clevelândia, com 30 Megawatts; Lúcia Cherobim, com capaciade de 28 Megawatts, no Rio Iguaçu entre os municípios da Lapa e Porto Amazonas; São João II, com 7 Megawatts, no Rio São João, em Prudentópolis; Córrego Fundo, no Rio Pirapó, entre Colorado, Paranacity e Paranapoema, com capacidade de 10 Megawatss; Beira Rio no Rio Jaguariaíva, entre os municípios de Jaguariaíva e Sengés, de 18,15 Megawatts; São Jerônimo, de 15,50 Megawatts, no Rio São Jerônimo, em Guarapuava; Paredinha, de 21 Megawatts, no Rio Cachoeira, em Turvo; e Trindade Baixo Jusante, no Rio Chopim, também em Clevelândia, com capacidade de 19,50 Megawatts.

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Foto: Roberto Dziura Jr./AEN

PRESENÇAS – Participaram da solenidade o diretor Financeiro do BRDE, Wilson Bley Lipski; os deputados estaduais Alexandre Curi, Artagão Júnior e Christina Silvestri; e o prefeito de Guarapuava, Celso Góes.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Excelência ambiental: Aterro da Sanepar mantém selo internacional ISO 14.001

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Operado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte alcançou um marco de excelência ao renovar a certificação NBR ISO 14.001:2015, com registro de zero não conformidades em auditoria externa. A ISO 14.001 se refere a uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca o compromisso ambiental como fundamento da sua atuação em todas as áreas da Companhia. “As atividades da Sanepar são pautadas no compromisso com a conservação ambiental. A gestão dos processos é feita com respeito e cumprimento de todas normas que têm o objetivo de promover a sustentabilidade”, diz. 

O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter essa certificação internacional. “Isto significa um resultado perfeito em relação às exigências da certificação. Também demonstra a maturidade e a alta competência da gestão ambiental no local, que mantém a certificação ISO 14.001, alcançada pela primeira vez em 2013 e mantida desde então”, explicou o gerente de Gestão Ambiental da Sanepar, Ronald Gervasoni.

ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RISCOS – Para Gervasoni, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Sanepar aplicado no aterro é a chave para a excelência na operação. “O SGA é o framework da Companhia, sendo essencial para a sua sustentabilidade. Sua implementação vai além dos escopos certificados, sendo um alinhamento estratégico que blinda o negócio contra riscos operacionais e fortalece nossa governança ambiental em toda a Sanepar”, detalhou o gerente.

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A metodologia do SGA proporciona a identificação e o gerenciamento de riscos ambientais, além de promover a conscientização dos empregados sobre a preservação ambiental. O resultado reflete diretamente a competência técnica e o empenho da equipe em zelar pela excelência operacional e pelo desenvolvimento responsável das atividades.
O desempenho foi reconhecido pelo Auditor Líder da QMS Certification, Neimar Ricardo. “O resultado de zero não conformidades nesta auditoria é de extrema importância e serve como um poderoso indicador da maturidade do SGA. Isso demonstra também, de forma inequívoca, a eficácia dos controles implementados pela Sanepar, o alto nível de excelência da equipe e a robustez do SGA do Aterro de Cianorte”, comentou Ricardo.
 

ENGAJAMENTO – Para os empregados do aterro, a manutenção da certificação ISO 14001 é garantia de que todos os processos operacionais sejam padronizados e acompanhados por sistemas de controle ambiental, em conformidade com as normas legais, promovendo segurança à população e respeito ao meio ambiente.
“Ela não apenas valida nossos padrões rigorosos de engenharia e controle ambiental, mas também assegura a prevenção contínua de contaminações, refletindo nosso compromisso com a excelência operacional”, afirmou o gerente da Sanepar que integra a alta direção do Comitê do Sistema de Gestão Ambiental do Aterro, Marcos Moretto.
Lutero Eduardo Lucio, químico responsável pela implementação do SGA no Aterro, reforça que a excelente performance na auditoria externa é mérito, em especial, da equipe operacional que trabalha no local e que conta com empregados dedicados como Marcio Benitz, Paulo Cesar Martins, José Jadir Correia Barros, Marcio Santos e Pedro Fortunato. “A excelência na gestão é resultado direto do envolvimento e da dedicação da equipe. Este resultado de zero não conformidades, após 13 anos de certificação, é um testemunho da responsabilidade e da competência”, comentou Lutero.

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GESTÃO DO LIXO – O aterro de Cianorte é operado pela Sanepar desde 2002, por meio de concessão entre a Companhia e o município de Cianorte. O aterro trata ainda, com contratos específicos, os resíduos sólidos urbanos coletados nos municípios de Terra Boa, São Tomé, Indianópolis e Guaporema.

Além do Aterro de Cianorte, a Sanepar opera mais dois aterros no estado: em Apucarana, no Vale do Ivaí, e em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, ambos operados com a mesma metodologia de gestão ambiental. Em Cornélio Procópio, assim como em Cianorte, a Sanepar atua também na coleta dos resíduos.

CERTIFICAÇÃO – Neste ano, a auditoria externa foi realizada pela QMS Brasil, na última semana de maio, com a participação de auditores externos, dos empregados do aterro, das áreas de gestão ambiental da Sanepar e do coordenador Industrial, Ismael Vasquez.

A QMS Certification é um organismo de certificação em processos de qualidade que teve origem na Austrália, atualmente com a matriz nos Estados Unidos e forte atuação global com presença em mais de 30 países.

Fonte: Governo PR

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