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Goiás investe R$ 6,9 milhões na agricultura familiar e beneficia mais de 1,3 mil produtores

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O Governo de Goiás realizou a entrega de R$ 6,9 milhões em crédito rural para agricultores familiares da região do Vão do Paranã, beneficiando 1.384 produtores. A ação foi coordenada pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em parceria com a Emater Goiás e com apoio do programa Goiás Social.

A entrega dos cartões do Crédito Social Rural ocorreu no município de Iaciara e tem como objetivo fortalecer a produção rural e ampliar a capacidade produtiva no campo.

Crédito rural fortalece produção familiar em 17 municípios

A iniciativa contemplou agricultores familiares de 17 municípios da região do Vão do Paranã.

De acordo com o governo estadual, os recursos poderão ser aplicados na aquisição de insumos, compra de equipamentos e realização de melhorias produtivas, conforme a atividade de cada produtor.

A medida busca ampliar a produção, incentivar a geração de renda e fortalecer a economia local.

Investimentos apoiam estruturação das atividades no campo

Os R$ 6,9 milhões destinados ao Crédito Social Rural têm foco na estruturação das propriedades e no aumento da eficiência produtiva.

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Com o acesso ao crédito, os produtores podem investir diretamente em suas atividades, promovendo melhorias que impactam tanto a produtividade quanto a sustentabilidade da produção rural.

Capacitação técnica amplia resultados no campo

Além do acesso ao crédito, os produtores também participaram de ações de capacitação promovidas pela Emater Goiás.

Ao todo, 1.567 pessoas foram atendidas com cursos voltados a diferentes áreas da agropecuária e atividades complementares, como processamento de alimentos e turismo rural.

Integração entre crédito e assistência técnica impulsiona o desenvolvimento

A ação integra acesso ao crédito com assistência técnica, estratégia considerada essencial para melhorar os resultados no campo.

A combinação de investimento financeiro com capacitação permite que os produtores utilizem os recursos de forma mais eficiente, ampliando a produção e fortalecendo a agricultura familiar na região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Entidade diz que o campo preserva, mas há excesso de regras travando os produtores

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) decidiu reagir às críticas sobre o impacto ambiental do agronegócio e levou ao debate público um conjunto de dados para sustentar que a produção agrícola no Brasil ocorre com preservação relevante dentro das propriedades rurais.

A iniciativa ocorre em um momento de maior pressão sobre o setor, especialmente em mercados internacionais, e busca reposicionar a narrativa com base em números do próprio campo.

Entre os dados apresentados, levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indica que 65,6% do território brasileiro permanece coberto por vegetação nativa, enquanto a agricultura ocupa cerca de 10,8% da área total. A entidade usa o dado para reforçar que a produção ocorre em uma parcela limitada do território.

No recorte estadual, a Aprosoja-MT destaca um levantamento próprio que identificou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios de Mato Grosso, com 95% delas preservadas dentro das propriedades rurais . O dado é usado como exemplo prático de conservação dentro da atividade produtiva.

A entidade também aponta que o avanço tecnológico tem permitido aumento de produção sem expansão proporcional de área. O Brasil deve colher mais de 150 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, mantendo a liderança global, com Mato Grosso respondendo por cerca de 40 milhões de toneladas.

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Segundo a Aprosoja-MT, práticas como plantio direto, rotação de culturas e uso de insumos biológicos têm contribuído para esse ganho de produtividade, reduzindo a pressão por abertura de novas áreas.

Isan Rezende, presidente do IA

A associação também cita investimentos em prevenção de incêndios dentro das propriedades e manejo de solo como parte da rotina produtiva, argumentando que a preservação é uma necessidade econômica, e não apenas uma exigência legal.

Na avaliação de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) a preservação ambiental no campo deixou de ser uma pauta teórica e passou a ser parte direta da gestão da propriedade rural. Segundo ele, o produtor brasileiro já incorporou práticas que garantem produtividade com conservação, muitas vezes acima do que é exigido.

“Quem está na lida sabe que sem água, sem solo bem cuidado e sem equilíbrio ambiental não existe produção. O produtor preserva porque precisa produzir amanhã. Isso não é discurso, é sobrevivência da atividade”, afirma.

Rezende aponta, no entanto, que o ambiente institucional ainda cria distorções que dificultam o reconhecimento desse esforço. Para ele, há excesso de exigências, insegurança jurídica e regras que mudam com frequência, o que acaba penalizando quem já produz dentro da lei.

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“O produtor cumpre, investe, preserva, mas continua sendo tratado como problema. Falta coerência. Quem está regular não pode continuar pagando a conta de um sistema que não diferencia quem faz certo de quem está fora da regra”, diz.

Na avaliação do dirigente, o debate sobre sustentabilidade no Brasil precisa avançar com base em dados e realidade de campo, e não em generalizações. Ele defende que o país já possui uma das legislações ambientais mais rígidas do mundo, mas enfrenta falhas na aplicação e na comunicação dessas informações.

“O Brasil tem uma das produções mais eficientes e sustentáveis do planeta. O que falta é organização e clareza nas regras, além de uma comunicação mais firme para mostrar o que já é feito dentro da porteira”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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