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Forças de segurança prendem 11 pessoas em operação contra grupo que movimentou R$ 30,5 milhões com tráfico de drogas

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) e a Polícia Militar do Paraná (PMPR) prenderam 11 pessoas nesta sexta-feira (24) durante uma operação contra uma organização criminosa suspeita de movimentar cerca de R$ 30,5 milhões com tráfico de drogas e lavagem de capitais, com base de atuação no bairro Parolin, em Curitiba. Os mandados também foram cumpridos em Itapema (SC) e Maceió (AL), com apoio das polícias civis e militares locais.

Ao todo, foram executados 11 mandados de prisão preventiva, 15 de busca e apreensão domiciliar, além de 13 ordens de bloqueio e sequestro de ativos financeiros. A ofensiva contou com cerca de 150 policiais e a atuação de helicópteros e cães de faro para reforçar a capacidade operacional e garantir a segurança no cumprimento das ordens judiciais. A liderança do grupo foi capturada em Alagoas.

A operação é resultado de uma investigação iniciada em junho de 2025. O grupo identificado consolidou o domínio territorial no bairro após um conflito armado que culminou na neutralização de uma organização rival, passando a converter residências da região em depósitos estratégicos de armas e drogas, além de transformá-las em refúgios operacionais.

“Desde 2024, verificamos várias ocorrências de crimes contra a vida no bairro. As apurações de cada um deles nos mostraram que as motivações estavam ligadas ao tráfico de drogas, especificamente a uma disputa entre dois grupos que visavam controlar a atividade criminosa naquela região. A partir deste mapeamento, identificamos a necessidade de expandir a investigação para além da Delegacia de Homicídios e iniciamos a troca de informações com a Denarc e com a inteligência da Polícia Militar”, disse o delegado da PCPR Ivo Viana.

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De acordo com o coronel Alexandre Lopes Dias, comandante de Missões Especiais (CME) da PMPR, o enfrentamento à criminalidade passa diretamente pela integração das forças. “Essa cooperação, com troca de informações e planejamento conjunto, é essencial para a eficácia das diligências e a redução dos indicadores criminais no estado”, disse.

A equipe apurou que a estrutura criminosa era chefiada à distância por um indivíduo e seu braço direito. Ambos alegaram ter recebido supostas ameaças de morte e conseguiram transferir o cumprimento de suas penas para Maceió (AL). “O afastamento geográfico serviu como um escudo para que coordenassem o narcotráfico remotamente e em liberdade, delegando o gerenciamento tático diário no bairro Parolin a outro integrante da organização”, destacou o delegado da PCPR, Ricardo Casanova.

A investigação constatou ainda que a organização criminosa movimentou aproximadamente R$ 30,5 milhões entre fevereiro de 2018 e setembro de 2025, valores oriundos principalmente do tráfico de drogas e posteriormente ocultados por meio de um esquema estruturado de lavagem de dinheiro. Durante a operação desta sexta-feira, foram apreendidos R$ 17,3 mil em espécie e 149 dólares, uma pistola calibre 9mm e oito veículos utilizados pelo grupo nas atividades criminosas.

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Para dissimular a origem ilícita dos valores, a organização operava um esquema de lavagem de dinheiro que incluía familiares, companheiras e empresas de fachada utilizadas para ocultação patrimonial. “O capital era inserido no sistema financeiro por meio de depósitos em espécie fracionados feitos em caixas eletrônicos e lotéricas. Após a compensação financeira, os valores eram transferidos a inúmeras contas de passagem, que recebiam aportes milionários e eram esvaziadas rapidamente para dificultar o rastreamento”, complementou o delegado Casanova.

A atuação da organização criminosa foi comprovada em ações policiais anteriores. Em desdobramentos operacionais, a polícia localizou uma “casa cofre” no bairro Sítio Cercado, em Curitiba, onde foram apreendidos R$ 493.879 em espécie, além de equipamentos e entorpecentes.

Além do tráfico, a investigação apurou que o grupo está relacionado a homicídios registrados em Curitiba e cidades vizinhas. Em março de 2026, o líder de uma organização criminosa rival e seu filho foram executados a tiros em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana. As investigações verificaram que o duplo homicídio teria como autoria membros do grupo.

A ação policial teve como objetivo não apenas a repressão direta nas ruas, mas principalmente o estrangulamento financeiro da organização criminosa.

Fonte: PJC PR

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PCPR prende duas pessoas por tráfico de drogas e receptação em Londrina

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu duas pessoas por tráfico de drogas e receptação durante ações distintas. As capturas aconteceram nesta segunda-feira (22), em Londrina, no Norte do Estado.

Na primeira ação, realizada pela manhã no bairro União da Vitória, os policiais localizaram um homem, de 31 anos, condenado judicialmente por tráfico de drogas. 

O mandado foi expedido em razão do descumprimento das condições impostas durante a execução da pena, o que resultou na suspensão do regime anteriormente concedido e na determinação de recolhimento ao sistema prisional.

Já no período da tarde, no bairro Antares, a equipe cumpriu um mandado de prisão contra um homem, de 56, condenado pelo crime de receptação. 

A ordem judicial decorre de condenação criminal com trânsito em julgado, restando ao condenado o cumprimento da pena em regime fechado.

“Os dois homens foram localizados em suas residências e não apresentaram resistência durante o cumprimento das ordens judiciais”, explica o delegado da PCPR Magno Roberto Miranda.

Após os procedimentos de polícia judiciária, os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário.

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DENÚNCIAS – A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.

Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: PJC PR

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