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Fomento Paraná e Sebrae/PR concluem ciclo de encontros regionais de agentes de crédito

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Fomento Paraná e Sebrae/PR realizaram nesta quinta-feira (18) o Encontro Regional de Agentes de Crédito da Regional Leste, em Curitiba, concluindo um ciclo de seis eventos no mês de abril. A Regional Leste é composta de 36 municípios da Região Metropolitana e Litoral e conta com 61 agentes de crédito que compõem a rede de parceiros da instituição financeira do Governo do Estado.

No ano passado essa regional foi responsável pela intermediação de mais de R$ 8 milhões em operações de microcrédito, em 834 contratos para apoiar pequenos negócios. O microcrédito é composto por linhas de até R$ 20 mil e destinado a empreendedores informais, MEIs ou microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil.

A rede de agentes de crédito formada pelas duas instituições está presente em 334 municípios paranaenses – é a maior do gênero no País. Em 2023 ela intermediou a contratação de mais de R$ 92 milhões em operações de microcrédito para atender mais de 9 mil empreendimentos. A meta para 2024 é contratar até R$ 110 milhões.

Os encontros regionais deste ano foram realizados no mês de abril, em Maringá, Londrina, Cascavel, Pato Branco, Ponta Grossa e Curitiba e reuniram, ao todo, 250 agentes. Os eventos integram o processo de capacitação permanente da rede de agentes de crédito e culminam com um encontro estadual anual. Mensalmente também são promovidas videoconferências online para atualização e discussão de temas pertinentes a cada momento, divulgação de ações e esclarecimento de dúvidas.

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“O objetivo da capacitação anual é estar cada vez mais próximo e atuar junto com o cliente, na ponta, mostrando a importância da boa aplicação do crédito. Por isso chamamos de crédito orientado”, explica o diretor superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta.

O diretor de Mercado da Fomento Paraná, Vinícius Rocha, explica que os encontros representam um  movimento para levar boas práticas aos municípios e aos empreendedores, como onde buscar a Fomento e como utilizar os serviços do Sebrae. “Levar essa mão amiga das duas instituições para o empreendedor paranaense é o foco do nosso trabalho e é onde a gente busca ofertar as melhores condições possíveis, falando de crédito e orientação para o crédito”, define.

Gilmar Boçoen é agente de crédito há três anos. Ele começou em Contenda e atualmente trabalha em Araucária, apoiando também o Escritório de Compras Públicas. “É muito importante para o empreendedor ter essa possibilidade de crédito com juros reduzidos, por isso a gente orienta e divulga sempre”, diz.

Para Katreen Carvalho, agente de crédito em Pinhais, é sempre importante participar dos encontros. “A gente aprende muita coisa, sempre dá para colocar em prática novas habilidades a partir dos encontros”, diz a profissional. Segundo ela, a procura por crédito no município de Pinhais diminuiu neste ano, por isso a equipe vem estudando novas maneiras de divulgar as oportunidades de crédito.

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CORRESPONDENTES – O Encontro Regional de Agentes de Crédito da Regional Leste também contou com uma capacitação para correspondentes de crédito da Fomento Paraná, em duas turmas. A rede de correspondentes conta com mais de 252 entidades credenciadas, que são responsáveis pela intermediação de operações em valores a partir de R$ 21 mil até mais de R$ 1,5 milhão para projetos de investimento ou capital de giro para empresas de micro, pequeno ou médio porte.

No rol de linhas de crédito trabalhadas pelos correspondentes estão as linhas para inovação com repasses da Finep, a linha Fomento Turismo, com recursos do Fungetur/Ministério do Turismo, e diversas linhas de repasse com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como Finame (Financiamento para Aquisição de Máquinas e Equipamentos Industriais), BNDES Automático, BNDES Finame Materiais e BNDES Finame-Baixo Carbono, esta última voltada a financiamentos que envolvam energias renováveis.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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