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Festival do caranguejo mobiliza turistas em Pontal do Paraná a partir desta sexta-feira

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Começa nesta sexta-feira (19) a 20ª edição do Festival do Caranguejo, em Pontal do Paraná (Litoral do Estado), com solenidade de abertura a partir das 16 horas na Praça Alvorada, em Shangri-lá. Haverá atividades para crianças, ações ambientais e de turismo, além de exposição sobre o caranguejo-uçá, entre outras atrações.

A iguaria caiçara pode ser degustada da maneira tradicional ou em pratos elaborados nos diversos estabelecimentos gastronômicos da cidade. Este é o segundo ano que o Festival acontece nesse formato, em que os interessados na culinária do caranguejo se dirigem aos estabelecimentos participantes. O evento acontece até o dia 18 de fevereiro.

O festival é realizado pela Prefeitura de Pontal do Paraná, conta com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual do Turismo e do Viaje Paraná (órgão de promoção vinculado à pasta), do Conselho Municipal de Turismo de Pontal do Paraná e da Adetur Litoral.

“Esse festival é uma tradição cultural e mais um evento que gera aumento no fluxo de turistas e visitantes no Litoral, o que influencia na geração de renda e no trabalho local. Também é mais uma oportunidade para que os amantes da culinária desfrutem dos atrativos turísticos naturais do município”, destaca o secretário do Turismo do Paraná, Márcio Nunes.

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Além de aumentar a geração de empregos diretos e indiretos e fortalecer o comércio local, o festival tem o objetivo de consolidar Pontal do Paraná como um destino turístico gastronômico, visando o consumo consciente, com a captura adequada das espécies.

Para o prefeito de Pontal do Paraná, Rudão Gimenes, o atual formato do Festival do Caranguejo foi pensado para valorizar os comerciantes da região e receber um maior fluxo de turistas. “A ampliação de datas e locais permite que mais veranistas possam aproveitar o verão para saborear nosso caranguejo e conhecer as praias de Pontal do Paraná”, afirmou.

CAPTURA ARTESANAL – A pesca do caranguejo-uçá é uma das atividades extrativas mais antigas no Brasil, sendo praticada por comunidades tradicionais litorâneas que vivem de sua comercialização. É caracterizada como uma das mais importantes pescarias dentro do setor artesanal em áreas de manguezal.

Para garantir a sobrevivência da espécie, a captura no Paraná é permitida apenas entre os dias 01 de dezembro e 14 de março. O período de defeso pode variar em cada estado. A captura de fêmeas é totalmente proibida. Já em relação aos machos, só é permitida a captura de caranguejo-uçá com carapaça acima de 7 centímetros – os menores devem ser recolocados no mangue.

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Além disso, a captura é permitida apenas de forma artesanal, ou seja, com as mãos. É proibido o uso de qualquer tipo de ferramenta cortante, como enxadas, facões, foices, cavadeira, cortadeira e outros, além de produtos químicos ou armadilhas.

PRATOS – A relação de restaurante participantes e pratos servidos com a iguaria caiçara pode ser conferida no site http://festivalcaranguejopontalpr.com.br/.

Fonte: Governo PR

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MP em Movimento impulsiona avanços na gestão de resíduos sólidos em municípios da região Norte do Estado

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Durante cerca de 20 anos, moradores de Faxinal, na região Norte do Paraná, conviveram com os impactos causados por um lixão a céu aberto. Hoje, a situação está diferente. O local foi desativado no mês passado e o município passou a adotar medidas para adequar a destinação dos resíduos às normas ambientais, com implantação da coleta seletiva, organização da reciclagem e elaboração de projeto para um aterro sanitário.

A mudança em Faxinal é um dos resultados das articulações promovidas pelo Ministério Público do Paraná durante o MP em Movimento. Balanço elaborado pela regional do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) mostra que diversos municípios do Norte Central do Estado avançaram na gestão de resíduos sólidos após reunião realizada em abril de 2025, que reuniu gestores públicos, órgãos ambientais e representantes do Ministério Público para discutir a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Evolução – Além de Faxinal, outros municípios também registraram avanços importantes. Em Jataizinho, o antigo lixão foi desativado, a coleta seletiva foi estruturada, uma cooperativa de recicladores entrou em funcionamento e o município passou a terceirizar a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos.

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De acordo com a presidente da cooperativa, Vanessa Maria Pereira, 15 pessoas sustentam suas famílias com a renda obtida por meio da coleta e separação de materiais recicláveis. “Os benefícios da cooperativa são para toda a população, que está aprendendo a fazer a separação correta dos recicláveis e evitando a poluição”, afirmou.

Também registraram avanços importantes os municípios de Florestópolis, Lupionópolis, Santa Cecília do Pavão, Rosário do Ivaí, Grandes Rios, São João do Ivaí e Cambé.

Entre as medidas adotadas estão a regularização de áreas de transbordo, a implantação ou o fortalecimento da coleta seletiva, o licenciamento ambiental de estruturas e a elaboração de projetos para recuperação de áreas degradadas e aprimoramento da gestão dos resíduos.

Além dos benefícios ambientais, o relatório do Gaema destaca reflexos diretos das mudanças na saúde pública e na qualidade de vida da população, reduzindo riscos de contaminação do solo e da água, diminuindo a proliferação de vetores de doenças e fortalecendo a reciclagem e a inclusão social por meio da atuação de cooperativas e associações de catadores.

Pendências – O acompanhamento do Gaema mostra que alguns municípios ainda enfrentam desafios. Centenário do Sul permanece entre as situações mais críticas da região, embora tenha iniciado medidas de regularização ambiental. Porecatu mantém o lixão em operação e ainda precisa avançar no licenciamento ambiental de suas estruturas.

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Em Kaloré, houve retrocesso, com a paralisação das obras da nova área de transbordo e a manutenção do lixão em funcionamento. O caso segue em fase de cumprimento de sentença, e o MPPR adotou novas medidas para que o Município regularize a situação e viabilize a implantação do aterro sanitário e do barracão de reciclagem.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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