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Paraná

Estado vacina 597 mil pessoas contra gripe e reforça convocação de grupos prioritários

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A campanha de vacinação contra a gripe no Paraná já contabiliza mais de 597 mil doses aplicadas desde o dia 28 de março, data que marcou o Dia D de mobilização nacional para prevenção da influenza. Para garantir a continuidade da imunização, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) mantém o abastecimento regular das Unidades Básicas de Saúde (UBS) com a distribuição de 1,7 milhão de doses às suas 22 Regionais desde o início da campanha.

Por enquanto, a vacinação contra a gripe pelo SUS é exclusiva para grupos prioritários – crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua e indivíduos com comorbidades ou deficiência permanente, além de categorias de trabalhadores específicas, como professores, trabalhadores da saúde, forças de segurança e salvamento, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, trabalhadores portuários, funcionários dos Correios e população privada de liberdade.

O secretário estadual da Saúde, Cesar Neves, destaca o volume de vacinas já recebidas e aplicadas, alertando para a importância de a população buscar a imunização. “Quanto antes nos vacinarmos, melhor. Uma vez que a pessoa recebe a vacina, o corpo demora de duas a três semanas para estar com a reação de imunidade completa. Quanto antes vacinados, estaremos nos protegendo e evitando agravos no período do frio”, ressalta.

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ALERTA – Neste ano, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) já apresenta um comportamento atípico, acometendo fortemente os estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste antes do período de outono e inverno. Embora os estados da região Sul ainda estejam fora desse mapa de maior gravidade, a chegada do outono e a consequente queda das temperaturas acendem um alerta principalmente para os grupos de risco, entre eles idosos e crianças. 

“Com a queda das temperaturas, natural na região durante o outono e com a aproximação do inverno, esses índices podem piorar, tornando a vacinação a grande arma da população paranaense”, destaca Neves. “Quanto antes vacinarmos, nós estaremos nos protegendo e evitando agravos no período de frio”. 

MULTIVACINAÇÃO – A 28ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza no Paraná acontece em mais de 1.850 salas de vacinação distribuídas pelos 399 municípios e segue até o dia 30 de maio. A meta da Sesa é imunizar 90% dos grupos prioritários, o que representa alcançar cerca de 4,5 milhões de paranaenses.

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Em paralelo à campanha contra a gripe, o Paraná realiza a estratégia de multivacinação. A ação ocorre simultaneamente nos municípios paranaenses com o objetivo de reforçar a proteção contra diversas doenças antes do período de maior circulação viral.

Durante a mobilização, são ofertadas diferentes vacinas do calendário nacional em um único momento, com o objetivo de atualizar a situação vacinal da população.

Fonte: Governo PR

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Operação Mulher Segura cumpre 249 mandados de prisão e prende 2,3 mil em flagrante

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A Operação Mulher Segura, da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), intensificou ao longo do mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o cumprimento de mandados de prisão em aberto relacionados a crimes de violência contra elas. A ação resultou em avanços no número de prisões e no andamento de investigações no Estado.

Ao todo, foram cumpridos 249 mandados de prisão de pessoas condenadas por crimes no âmbito da violência contra a mulher, em ação coordenada pelo Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp). A operação resultou também em 2.354 prisões em flagrante entre diferentes tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

As atividades envolveram os setores de inteligência da Polícia Civil do Paraná (PCPR), da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) com foco em crimes como feminicídio, lesão corporal, importunação sexual, estupro, violência doméstica, ameaça e perseguição.

“Quando o Estado localiza e prende quem deve responder à Justiça, demonstra que o crime não compensa e que a segurança permanece como prioridade”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo Sanson.

Segundo a delegada-chefe da Divisão de Polícia Especializada, da PCPR, Luciana Novaes, a atuação das unidades de polícia judiciária e das Delegacias da Mulher se reflete na eficácia na captura de agressores. “É um encorajamento à denúncia. Ao retirar de circulação aqueles que ameaçam a integridade feminina e monitorar de perto os agressores, reafirmamos que a proteção à vida é uma prioridade absoluta. ​A justiça só é plena quando o silêncio da vítima é substituído pela voz da coragem e pela resposta imediata do Estado”, diz.

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Para a major Carolina Zancan, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, da PMPR, as ações garantem que agressores sejam responsabilizados e que as vítimas recebam proteção e acolhimento. “É uma iniciativa que concentra esforços no cumprimento de mandados em aberto, no fortalecimento das investigações e, ao mesmo tempo, na ampliação de ações preventivas, demonstrando que o enfrentamento a esse tipo de crime é permanente e prioridade em todo o Paraná”, afirma.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão por ameaça, descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência (MPU), por lesão corporal, perseguição, estupro de vulnerável, estupro ou atentado violento ao pudor, além de tentativa de feminicídio e feminicídio consumado, e outras tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

Das prisões em flagrante, os registros são por ameaça, lesão corporal e prisões por outras tipificações no âmbito da Lei Maria da Penha, incluindo injúria, vias de fato e dano, e por descumprimento de medida protetiva de urgência (MPU). Foram registrados ainda casos de perseguição, tentativa de feminicídio, estupro e feminicídio consumado.

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De acordo com o coordenador do Coisp, coronel Sérgio Augusto Ramos, a integração das forças de segurança paranaenses foi fundamental para os resultados alcançados com a Operação Mulher Segura. “Foi uma grande força-tarefa visando a prisão dessas pessoas que já tinham mandados de prisão concedidos pelo Poder Judiciário. O número de presos colabora com a redução dos índices de violência dessa natureza no Paraná”, explica.

A Operação Mulher Segura 2026, realizada nos 399 municípios paranaenses, ainda promoveu 318 palestras educativas, alcançando um público de 27.174 pessoas. Também intensificou as visitas preventivas e de fiscalização à violência doméstica e familiar, consultando tanto vítimas quanto agressores.

“Além da conscientização, que é a ação primária da prevenção, as forças de segurança paranaenses também trabalham no combate ao crime com repressão, por meio de prisões e análise de mandados que estavam em aberto para impulsionar as investigações”, afirma o coordenador do Programa Mulher Segura da Sesp, coronel Cleverson Machado.

Fonte: Governo PR

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