Paraná
Estado e municípios estreitam parcerias para fortalecer os Centros de Atendimento à Mulher
O Governo do Paraná promoveu nesta semana uma reunião técnica para discutir ações de fortalecimento dos Centros de Referência de Atendimento à Mulher (Cram). Eles são espaços destinados ao acolhimento humanizado às mulheres em situação de violência, com atendimento psicológico e social, além de orientação e encaminhamentos jurídicos necessários. A base da proposta de fortalecimento deste serviço é a parceria entre o Estado e os municípios.
Realizado pela Secretaria da Mulher e Igualdade Racial (SEMI), no Palácio das Araucárias, em Curitiba, na segunda e na terça, e encontro recebeu representantes de 13 municípios que possuem centros de referência. A reunião abordou o funcionamento das unidades e as articulações com políticas públicas setoriais voltadas ao combate à violência contra a mulher.
A secretária Leandre Dal Ponte falou sobre o trabalho da SEMI por uma mudança cultural e implementação de políticas públicas voltadas à redução da violência doméstica, do assédio no trabalho e da discriminação contra as mulheres.
“O governo estadual organizou uma estrutura de governança que inclui a nova Secretaria da Mulher e Igualdade Racial, o Fundo Estadual dos Direitos da Mulher, e vários programas direcionados a esse público, todos dentro do Plano Estadual de Políticas para a Mulher”, disse. “Agora, iniciamos um diálogo com os municípios para juntos escrevermos essa nova história do Paraná”.
Ela lembrou que nesta segunda-feira o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou a Caravana Paraná Unido Pelas Mulheres, novo programa com foco na defesa e no fortalecimento das políticas públicas voltadas à população feminina.
ASSESSORIA TÉCNICA – Juliany Souza dos Santos, coordenadora de Enfrentamento às Violências contra as Mulheres da SEMI, explicou que essa primeira reunião serviu para fortalecer parcerias e organizar a assessoria técnica para aprimorar a gestão dos Centros de Referência de Atendimento à Mulher, além de estabelecer um sistema de geração e compartilhamento de informações.
“Para alcançar esse objetivo, ao final do evento foi constituído um grupo de trabalho com integrantes das gestões municipais para elaborar as atualizações das diretrizes de funcionamento das unidades e construirmos um passo a passo para a implantação do serviço”, destacou. Após a conclusão desse documento orientador, está prevista a realização de um novo encontro com os municípios interessados em implantar o serviço ou fortalecer o atendimento à mulher em situação de violência em suas redes.
Elenice Malzoni, assessora de política de Direitos Humanos e Política para as Mulheres da Prefeitura de Curitiba, destacou a importância do encontro para fortalecer a articulação e o diálogo entre os CRAMs. “É louvável que esse espaço tenha sido retomado, permitindo a agregação de saberes e experiências para o estabelecimento de alinhamentos técnicos adequados”, disse.
Ela avaliou que as apresentações feitas durante o encontro foram positivas, abordando a realidade de diferentes municípios, com ênfase na estruturação e no combate à violência, que, segundo ela, é uma das principais preocupações da política de defesa das mulheres.
PARTICIPAÇÃO – Participaram do encontro a coordenadora do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres da Defensoria Pública do Paraná, Mariana Martins Nunes; a presidente do Fórum de Gestoras Municipais de Políticas para Mulheres do Paraná, Terezinha Beraldo Pereira; Rosalina Batista e Mariana de Sousa Machado Neris, representantes do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres do Paraná; e a representante do Colegiado de Gestores Municipais de Assistência Social do Paraná, Rosângela Batista da Silva Duarte.
Fonte: Governo PR
Paraná
Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).
Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.
Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.
O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.
As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.
Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.
A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.
“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.
Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.
Fonte: Governo PR
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