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Estado anuncia Ambulatório Médico de Especialidades e nova maternidade em Toledo

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa-PR), anunciou nesta quinta-feira (5) dois importantes investimentos para fortalecer a rede pública de saúde de Toledo, na região Oeste do Paraná. As iniciativas contemplam a implantação de um Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e a construção de uma nova maternidade municipal, ampliando o acesso da população a serviços especializados e qualificando a atenção materno-infantil. O investimento total soma R$ 15 milhões.

Para a implantação do AME, a Sesa vai destinar R$ 8 milhões. A nova unidade terá 1.014 metros quadrados de área construída e será estruturada como um serviço de atenção especializada, ampliando o acesso a consultas, exames, procedimentos e atendimento multiprofissional. O objetivo é garantir maior resolutividade e integração com a Rede de Atenção à Saúde, reduzindo filas e otimizando o fluxo de atendimento para os pacientes da região.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, o investimento fortalece a regionalização da saúde e leva atendimento mais qualificado para o Interior do Estado. “O AME vai ampliar o acesso da população aos serviços especializados, com mais agilidade, resolutividade e integração com a rede de saúde. É um passo importante para melhorar o cuidado com quem precisa do SUS em Toledo e em toda a região”, afirmou.

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Também foi anunciada a construção de uma nova maternidade em Toledo, com investimento total de R$ 7 milhões e área de 867,83 metros quadrados. O projeto prioriza a atenção humanizada à gestante e ao parto, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A previsão é atender gestações de risco habitual e intermediário, com estimativa de cerca de 1,5 mil partos por ano pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A maternidade contará com quatro quartos PPP (Pré-parto, Parto e Pós-parto), sendo um de isolamento, além de três leitos de alojamento conjunto, garantindo mais conforto, segurança e acolhimento para mães e bebês. Após a conclusão da obra, a unidade também ficará à disposição do curso de Medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR), fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e assistência.

O prefeito de Toledo, Mário Costenaro, destacou a relevância dos investimentos para o município. “São obras estruturantes que vão marcar um novo momento da saúde em Toledo. A maternidade e o AME representam mais cuidado, mais dignidade e mais qualidade no atendimento à nossa população”, afirmou.

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A vice-reitora da Universidade Federal do Paraná, Camila Fachin, ressaltou o impacto positivo da maternidade para a formação médica. “Ter uma maternidade integrada ao curso de Medicina é fundamental para a qualificação do ensino e para a formação de profissionais mais preparados, com vivência prática e foco na humanização do cuidado”, destacou.

PRESENÇAS – Participaram da solenidade os deputados federais Elton Welter e Dilceu Sperafico, e o deputado estadual Hussein Bakri, além de lideranças e vereadores da região.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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