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Paraná

Equipes de limpeza da Sanepar retiram mais de 6 toneladas de lixo por dia das praias

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Com equipes trabalhando dia e noite na limpeza, a Sanepar já retirou 95 toneladas de lixo das praias do Paraná. A limpeza ocorre em toda a faixa de areia de Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba, recolhendo uma média de seis toneladas de resíduos por dia, entre materiais recicláveis e descartáveis.

São latinhas, garrafas plásticas e de vidro, restos de alimentos e outros resíduos que, após coletados, são levados para uma triagem. Os recicláveis são encaminhados à Associação de Coletores de Pontal do Paraná (Ancoresp), responsável pela separação e posterior comercialização. Já os que não podem ser reciclados são encaminhados para a destinação correta.

“Temos nove equipes atuando desde Guaratuba até Pontal do Sul, em Pontal do Paraná, fazendo um trabalho ininterrupto durante a temporada, inclusive aos sábados, domingos e feriados”, explicou o gestor de Educação Socioambiental da Sanepar, Guilherme Zavataro. “Eles fazem a manutenção da praia, recolhendo tanto o que está na areia, como o que os próprios veranistas entregam a eles nas tendas. As equipes mantêm a praia limpa o dia inteiro. À noite, tanto a Sanepar como as prefeituras reforçam essa limpeza”.

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Cerca de 180 pessoas contratadas temporariamente, incluindo moradores do próprio Litoral, atuam na limpeza das praias. À noite, depois que os veranistas voltam para suas casas, máquinas saneadoras fazem a limpeza das areias, revolvendo o solo para retirar materiais menores, como bitucas de cigarro, tampas de garrafa e outros resíduos que acabam enterrados na areia.

Além da coleta, a Sanepar também conscientiza os banhistas a não deixarem lixo na areia, com a distribuição de sacolas biodegradáveis para que cada um dê a destinação correta de seus resíduos. Latões de lixo também foram espalhados nos calçadões das orlas para recolher os resíduos.

Este é o caso do casal Simone e Marco Aurélio Kuster Contador, que é de Curitiba e passa as férias em Guaratuba. Com a sacolinha pendurada na cadeira de praia, eles recolhem todo o resíduo do que consome para não deixar na areia.

“A gente recolhe para manter a praia limpa e garantir a segurança das outras pessoas, inclusive das crianças, porque tem lata e garrafa. Não custa ter essa organização”, disse Simone. “As equipes de limpeza estão fazendo um trabalho muito bom. Só falta alguns veranistas colaborarem com isso, porque eles passam dando sacola, passam recolhendo, tem lixeira, mas tem quem insista em deixar lixo na praia. Tem que pensar no outro”.

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A família da atendente Méry Vieira também carrega suas sacolinhas para não deixar o lixo para trás. “Cada um traz a sua sacolinha, a gente junta o lixo no final, leva para casa e descarta”, conta. “A praia está limpa, as equipes estão trabalhando recolhendo tudo, está tudo muito bom. Tem que aproveitar o verão com consciência”.

LIMPEZA PÓS-SHOWS – Com o início da programação de grandes shows em Matinhos e Pontal do Paraná, a partir desta sexta-feira (9), a Sanepar vai reforçar ainda mais os serviços com uma megaoperação de limpeza logo após os eventos – máquinas saneadoras farão a limpeza da faixa de areia próxima aos palcos.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Ministério Público denuncia vereadora de Curitiba por prática de discriminação por procedência nacional ao dizer que colega deveria “voltar para o Ceará”

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O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma vereadora da capital pela suposta prática de discriminação ou preconceito em razão da procedência nacional. O crime está previsto no artigo 20 da Lei 7.716/1989.

Conforme a denúncia, durante sessão da Câmara Municipal de Curitiba, realizada em 5 de agosto de 2026, a parlamentar teria dirigido à outra vereadora expressões relacionadas à sua origem no Estado do Ceará, incluindo as frases: “Por que a senhora não volta pro Ceará? Por que a senhora veio pra cá? A senhora nasceu lá mas vem encher o saco aqui”.

Segundo o Ministério Público, as manifestações teriam sido proferidas com a intenção de ofender e humilhar a vítima, além de menosprezar e discriminar, de forma mais ampla, pessoas de origem cearense, configurando, em tese, discriminação por procedência nacional.

Responsabilização criminal e indenização – Na denúncia, o MPPR requer, além da responsabilização criminal, a fixação de valor mínimo de indenização à vítima pelos danos causados, inclusive morais, no montante correspondente a 20 salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 32.420,00, a ser atualizado pelos índices oficiais.

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Também foi requerido o arbitramento de indenização por dano moral coletivo no valor correspondente a 40 salários mínimos, no momento equivalente a R$ 64.840,00, em razão de ofensa a valores fundamentais relacionados à igualdade, à dignidade da pessoa humana e ao combate à discriminação. O MPPR solicita que, se deferido, o valor seja destinado ao Fundo Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e utilizado para financiamento de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial no Paraná.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

 

Fonte: Ministério Público PR

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