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Encerramento da COP15 da Convenção sobre Espécies Migratórias

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Concluiu-se hoje, em Campo Grande, a 15ª Conferência das Partes (COP15) da Convenção sobre Espécies Migratórias (CMS). A Conferência contou com mais de 2.400 participantes e produziu resultados relevantes para a conservação de espécies migratórias em escala global.

Foram incluídas 40 espécies nos Apêndices I e II, que preveem, respectivamente, proteção estrita e cooperação internacional para conservação e manejo sustentável. Destacam-se propostas apresentadas ou copatrocinadas pelo Brasil, como a inclusão do maçarico-de-bico-torto e do maçarico-de-bico-virado no Apêndice I; de petréis dos gêneros Pterodroma e Pseudobulweria nos Apêndices I e II; e do caboclinho-do-pantanal, do cação-cola-fina e do pintado no Apêndice II. Foram também acordadas 15 ações concertadas, incluindo iniciativa brasileira sobre o tubarão-mangona, além de medidas para a conservação de bagres migratórios amazônicos.

A Conferência aprovou a elaboração de estratégia de mobilização de recursos voltada ao apoio a países em desenvolvimento, conforme destacado pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Segmento de Alto Nível e refletido na Declaração do Pantanal, endossada por 19 países.

O Brasil exercerá a presidência da COP no próximo triênio, com ênfase na ampliação das partes da CMS e no fortalecimento de sua implementação. A COP16 será realizada em Bonn, Alemanha, em 2029, por ocasião do cinquentenário da Convenção.

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Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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