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Paraná

Em quatro meses, Asfalto Novo, Vida Nova já alcançou 105 cidades de até 7 mil habitantes

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O programa Asfalto Novo, Vida Nova, do Governo do Estado, que libera recursos para a pavimentação de vias urbanas em municípios de até 7 mil habitantes, acaba de alcançar a marca de 68% no número de municípios atendidos. Desde o seu lançamento, em 4 de abril, até esta terça-feira, 8 de agosto, 105 dos 153 municípios habilitados já apresentaram seus projetos. Desses, 48 estão aprovados e já receberam um total de R$ 197,4 milhões.

Os demais 57 ainda passam pela análise técnica do Serviço Social Autônomo Paranacidade, vinculado à Secretaria das Cidades. Os investimentos previstos, nesta fase, chegam a R$ 577,6 milhões.

Alguns dos exemplos recentes foram Francisco Alves, Rio Bom, São Pedro do Paraná, Iguatu e Diamante do Sul, que receberam R$ 20,8 milhões. Em Iguatu, esses recursos vão finalizar a pavimentação de toda a área urbana. Em julho, Cruzeiro do Sul, Jaboti, Leópolis, Santa Mônica, Salto do Itararé e Marilena formalizaram os contratos, com R$ 31,6 milhões. Em Jaboti, a pavimentação vai alcançar o distrito de Água Branca e, em Leópolis, quem comemora os recursos são os moradores do distrito de Jandinópolis,

O mesmo programa ainda garante recursos para a troca de toda a iluminação pública municipal, de luminárias convencionais por sistemas a LED, mais eficientes e econômicos. Nesse segmento, dos 126 municípios enquadrados, 62 encaminharam seus projetos (49% do total), sendo que 33 receberam análise favorável, o que representa a liberação de R$ 22,1 milhões de um total de R$ 74 milhões disponibilizados pelo Governo do Estado. Até o momento, outros 29 municípios estão com seus projetos em análise.

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“Nós estamos asfaltando 100% dos municípios de até 7 mil habitantes, com calçada, pavimentação, iluminação de LED, com galerias pluviais. É um pacote completo. É o maior programa de pavimentação do Brasil e mostra que estamos muito atentos aos investimentos nos pequenos municípios, o que pode atrair novos investimentos”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

“Essa é a primeira fase e vai levar pavimentação nova e iluminação de qualidade para esses municípios. É uma verdadeira transformação, com infraestrutura que cria as condições para acelerar o desenvolvimento dos municípios menores. Uma forma diferente de atender as pequenas cidades, uma marca desse governo”, complementou o secretário das Cidades, Eduardo Pimentel.

PROGRAMA – O Asfalto Novo, Vida Nova faz parte do Plano de Governo. Sua viabilização acontece com recursos do Tesouro do Estado, somados com R$ 200 milhões da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Nesta primeira etapa, para atender municípios até 7 mil habitantes, a previsão é para a pavimentação de 350 quilômetros lineares de vias urbanas, o que inclui a implantação de calçadas com acessibilidade, sistemas de drenagem e galerias de águas pluviais, e a substituição de 77,5 mil lâmpadas em todos os municípios contemplados.

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Cada município apresenta seu projeto. As licitações para contratação das empresas que executarão os trabalhos são de responsabilidade das próprias prefeituras, que contam com o acompanhamento técnico dos profissionais do Paranacidade. Os recursos são utilizados apenas em vias urbanas que ainda se encontram em leito natural, não incluindo obras de recape asfáltico.

São contempladas quatro categorias de pavimento: Concreto Betuminoso Usinado à Quente (CBUQ), Placa de Concreto, Whitetopping (Pavimento Rígido de Concreto Simples) e blocos de concreto, como paver ou lajota sextavada.

Todas as obras devem incluir calçadas com infraestrutura completa, com sistema de drenagem de águas pluviais, calçadas para pedestres com acessibilidade, paisagismo, sinalização e arborização. Não são admitidos projetos que contemplem somente a pavimentação da pista de rolamento, sem as melhorias nos demais elementos que compõem a via.

A segunda fase do programa deve levar asfalto a 100% dos municípios com até 25 mil habitantes.

Confira a relação dos municípios que estão com projetos em andamento no programa  AQUI .

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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