Connect with us


Paraná

Edição explica dúvidas sobre o processo de delação premiada

Publicado em

Na edição desta semana, o MP Responde traz perguntas sobre as delações premiadas e como funciona a confirmação das informações prestadas dentro dessa modalidade de acordo. Quem atende as questões é o promotor de Justiça Rodrigo Leite Ferreira Cabral, do Ministério Público do Paraná. Confira:

– O que são delações premiadas?

– As informações prestadas em casos de delação são confirmadas? O que acontece se a pessoa mente?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com aproximadamente um minuto de duração, nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou o telefone (41) 3250-4469.

Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify, Apple e Google Podcasts. Clique aqui e acesse.

Edições anteriores:

Leia mais:  Em audiência pública, Saúde abre credenciamento de prestadores de serviços

Meu filho estava acessando uma rede social na internet e vi que um rapaz estava defendendo o nazismo. O que eu devo fazer? Posso denunciar?

– Como posso evitar que meu filho adolescente tenha contato com criminosos pela internet e pelas redes sociais?

– É verdade que as vítimas de crime têm direitos específicos?

– Onde as vítimas de um crime podem buscar ajuda para que seus direitos sejam respeitados?

– O Gaeco integra o Ministério Público?

– Como posso fazer uma denúncia ao Gaeco?

Todas as edições

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook

Paraná

Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção e posse ilegal de armas em delegacia de Bandeirantes três pessoas investigadas na Operação Fim da Trilha

Published

on

O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná ofereceu nesta quarta-feira, 9 de setembro, duas denúncias criminais contra três pessoas investigadas no âmbito da Operação Fim da Trilha. A ação apura o recebimento de vantagens indevidas e outros ilícitos envolvendo servidor lotado na 39ª Delegacia Regional de Polícia Civil, localizada em Bandeirantes, no Norte Pioneiro do estado.

Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado

As apurações que culminaram no oferecimento das denúncias tiveram origem a partir de um relatório encaminhado pelo 18º Batalhão de Polícia Militar. Ao longo das investigações, o Gaeco constatou que um investigador de polícia se valia da atuação de advogados para intermediar o recebimento de propina. Em um dos episódios detalhados pelo MPPR, o servidor teria cobrado e efetivamente recebido R$ 10 mil para franquear o acesso de um advogado a um aparelho celular que havia sido apreendido e estava sob custódia da unidade policial. A manobra ilícita tinha como objetivo permitir a exclusão dos dados probatórios armazenados no dispositivo.

Leia mais:  Obra de R$ 514 milhões, duplicação de rodovia entre Pitanga e Turvo avança na região Central

Outros crimes – Além dos crimes contra a administração pública, os fatos denunciados englobam delitos previstos no Estatuto do Desarmamento. No dia 23 de abril deste ano, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão expedidos no contexto da mesma operação nas cidades de Bandeirantes e Cambará, o investigador foi flagrado mantendo sob sua guarda no interior da delegacia, de forma irregular, um revólver e dezenas de munições de calibres variados, contemplando armamento de uso permitido e de uso restrito.

Os três investigados foram denunciados pela prática dos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Junto aos pedidos de condenação criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça a decretação da perda do cargo público do policial civil. O MPPR requereu ainda o perdimento dos valores ilicitamente auferidos com o esquema criminoso e o arbitramento cumulativo de dano moral coletivo no valor de R$ 100 mil, montante que deverá ser revertido aos cofres do Estado do Paraná.

Leia mais:  Conta em Dia: Fomento Paraná abre nova campanha de renegociação de débitos

Notícia anterior:

23/04/2026 – Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Bandeirantes e Cambará na Operação Fim da Trilha, que investiga possíveis crimes cometidos por policial civil

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262