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Dos 399 municípios existentes, 330 estiveram em alerta para Aedes aegypti, em 2019

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Em 2019, dos 399 municípios do Paraná, 330 estiveram em estado de alerta com o mosquito Aedes aegypti. No ano passado, as cidades, com maiores índices de infestação predial do inseto, concentraram-se na região norte e oeste do estado, onde ficam Foz do Iguaçu, Cascavel, Maringá, Londrina, Jacarezinho, Cornélio Procópio, Paranavaí, Umuarama, Cia Norte e Campo Mourão.

Em 2020, esses, e os demais municípios do estado, principalmente nos centros urbanos com grandes aglomerações populacionais, a população precisa ficar atenta para os cuidados de prevenção à proliferação do mosquito transmissor.

Técnico da Divisão de Vigilância Ambiental da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná, Ronaldo Trevisan, conta que o estado trabalha as informações das doenças transmitidas pelo mosquito, principalmente, dengue, chikungunya e zika, para estabelecer alertas e ações de combate.

No ano passado, Paraná teve 41.652 casos suspeitos de dengue, 237 de chikungunya e 47 de zika.

“Isso está sendo indicado para os municípios, para mobilização da população, para o desenvolvimento em todas as ações por meio das suas equipes de campo, para que nós tenhamos como levar para todo cidadão a condição de, realmente, não ter criadouro de mosquito nos nossos domicílios, também cuidando das vias públicas, praças públicas e os órgãos e prédios públicos para que também não haja criadouro do mosquito”.

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O morador de Foz do Iguaçu, Carlos Eduardo de Santi, médico-veterinário, teve dengue. Ele suspeita que foi picado pelo mosquito transmissor perto de casa, onde os vizinhos, segundo ele, jogam lixo nos terrenos baldios da região.

Ele conta que, quando começou a sentir dor de cabeça, nos olhos e na nuca, desconfiou, a princípio, de uma pequena enxaqueca. Mas, o quadro clínico se agravou e, no médico, foi avisado que estava com dengue.

“A dengue que eu peguei foi tipo 4, que é o sorotipo viral de pouca circulação na cidade. Aqui nós temos historicamente já o 1, o 2 e o 3 nas grandes epidemias que a cidade teve, e mesmo nos momentos entre epidemias, a circulação do vírus tipo 4 é muito pequena. Então, eu fui talvez um dos primeiros a ter, nesse ano com certeza, e a gente se preocupa, por pouca gente estar imunizada”.

Dos 399 municípios paranaenses, 96 deles tiveram, no ano passado, ocorrências de casos contraídos na própria cidade. Em todo estado do Paraná, a incidência de dengue, em grupos de 100 mil habitantes, é de mais de 364 casos.

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E você? Já combateu o mosquito hoje? A mudança começa dentro de casa. Proteja a sua família. Para mais informações, acesse saude.gov.br/combateaedes.

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Feriadão? Saiba quais são os melhores horários para pegar a estrada no Paraná

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O 7 de Setembro, sempre muito aguardado pelos curitibanos que têm um dia de bônus por conta do feriado municipal, neste ano não será um feriadão. Isso porque, a data nacional, 7, cai em um domingo. Em resumo, o feriado será bom para quem mora e trabalha em Curitiba, que celebra o dia da padroeira Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, no dia 8 de setembro.

A parte boa deste ‘meio’ feriado para o curitibano deve ser o alívio nas estradas. A tendência é de um movimento um pouco mais tranquilo em comparação ao de outros feriados nacionais, onde o movimento costuma crescer até 40% em alguns trechos e até mais.

O fluxo maior de carros pode ocorrer em direção ao litoral, mas com movimento considerado normal para um fim de semana.

No entanto, vale ressaltar que as estradas do Paraná têm movimento constante. Além disso, o movimento de caminhões, geralmente restringidos em feriados nacionais, estarão rodando normalmente. Então vale a dica para quem é de Curitiba e quer aproveitar o feriado de um dia sem se estressar.

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Qual é o melhor horário para pegar a estrada?

Para evitar o tráfego intenso, o melhor horário geralmente é madrugada ou início da manhã (entre 5h e 8h) e, em viagens de retorno, as madrugadas.

Outra dicas é consultara os sites das concessionárias (como CCR PR Vias, Via Araucária, EPR Litoral Pioneiro e Arteris) antes de viajar, pois os horários de pico variam dependendo do feriado e da rodovia, com picos concentrados em dias e horários específicos.

Horários a evitar pegar as estradas

  • Dias de semana: Final da tarde, das 16h às 22h, quando as pessoas estão voltando do trabalho e o fluxo aumenta.
  • Feriados:
    • Dia de ida: Quarta-feira e quinta-feira costumam ser os dias de maior movimento para sair das cidades.
    • Dia de retorno: Domingo e o feriado em si são os dias de maior movimento para voltar.

Dicas bônus para uma viagem tranquila

  • Planejamento: Os horários de pico são mais intensos em feriados prolongados e em dias que antecipam alguns feriados nacionais, como o Natal, por exemplo.
  • Verifique as previsões: Acompanhe as previsões de tráfego das concessionárias rodoviárias antes de viajar. Cada empresa fornece dados específicos sobre cada trecho e período.
  • Roteiro: Rotas de grande volume, como o acesso ao litoral do Paraná, têm tráfego mais intenso sempre. Vale consultar rotas alternativas por outras rodovias, com a BR-277 e BR-376. Mas lembre-se que este caminho, por enquanto, depende de travessia por balsas pela baía entre os municípios de Matinhos e Guaratuba.
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