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Dólar abre em alta com petróleo pressionado por tensões no Oriente Médio; mercado monitora impactos na inflação

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Dólar inicia a semana em alta no Brasil

O dólar abriu a sessão desta segunda-feira (30) em leve alta frente ao real, refletindo a cautela dos investidores diante do cenário internacional. Na abertura, a moeda norte-americana avançava 0,16%, sendo cotada a R$ 5,2496.

Na última sexta-feira, o dólar havia encerrado o pregão em queda de 0,28%, aos R$ 5,2414, após um movimento de ajuste no mercado.

Ibovespa começa o dia sob atenção do mercado

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, inicia as negociações às 10h, em um ambiente ainda marcado por incertezas externas. No fechamento anterior, o índice recuou 0,64%, aos 181.557 pontos, pressionado principalmente por fatores globais.

Petróleo em alta pressiona expectativas econômicas

O avanço dos preços do petróleo voltou ao centro das atenções dos investidores neste início de semana. A valorização da commodity está diretamente ligada às tensões geopolíticas no Oriente Médio, que elevam o risco de interrupções na oferta global.

Esse movimento já começa a impactar as expectativas econômicas, especialmente em relação à inflação. Com combustíveis mais caros, há maior pressão sobre os preços no Brasil, o que pode influenciar decisões futuras de política monetária.

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Impactos no Brasil: inflação e juros no radar

Com a alta do petróleo, o mercado financeiro passa a reavaliar o cenário para a inflação e os juros no país. Caso os preços de energia sigam elevados, o Banco Central pode enfrentar maior dificuldade para conduzir cortes na taxa básica de juros.

Além disso, o dólar mais forte tende a encarecer produtos importados, reforçando o cenário inflacionário.

  • Desempenho acumulado do dólar
    • Semana: -1,26%
    • Mês: +2,09%
    • Ano: -4,51%
  • Desempenho acumulado do Ibovespa
    • Semana: +3,03%
    • Mês: -3,83%
    • Ano: +12,68%
Mercado segue atento ao cenário global

O comportamento do dólar e da bolsa brasileira nesta semana deve continuar sendo influenciado principalmente pelo cenário externo, com destaque para os desdobramentos no Oriente Médio e seus reflexos sobre o petróleo.

Investidores também acompanham indicadores econômicos e sinalizações de bancos centrais ao redor do mundo, que podem trazer novos direcionamentos para os ativos brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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