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Política Nacional

Comissão aprova projetos de homenagens e criação de datas comemorativas

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou onze projetos de lei que instituem datas comemorativas, homenageiam personalidades e tratam de manifestações e rotas culturais.

Confira o que foi aprovado:

  • PL 9595/18, da deputada Renata Abreu (Pode-SP), que institui o “Abril Marrom” como mês de conscientização e prevenção à cegueira;
  • PL 207/24, do Senado, que institui o Dia Nacional do Rotaractiano, a ser celebrado anualmente em 13 de março;
  • PL 1121/24, do deputado Fred Linhares (Republicanos-DF), que institui a Semana Nacional de Incentivo ao Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio, a Educação Profissional e Tecnológica, comemorada anualmente na última semana de outubro;
  • PL 1975/24, do deputado Carlos Veras (PT-PE), que institui o Dia Nacional dos Consórcios Públicos, a ser comemorado anualmente em 22 de maio;
  • PL 4929/24, do deputado Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO), que institui o “Dia Nacional do Cirurgião de Cabeça e Pescoço” a ser comemorado anualmente em 27 de julho;
  • PL 1099/25, do deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), que institui o Dia Nacional de São José, a ser comemorado anualmente em 19 de março;
  • PL 3346/25, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que institui o Dia Nacional da Previdência Complementar, a ser celebrado anualmente em 16 de abril;
  • PL 984/23, do deputado Padovani (PP-PR), que denomina “Ponte do Turismo Ecológico” a que faz a integração internacional entre Capanema (PR) e Comandante Andresito, na Argentina;
  • PL 2228/23, do deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA), que declara a Festa Maranhense do Divino Espírito Santo como patrimônio cultural imaterial do Brasil;
  • PL 3138/23, do deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE), que declara o Galo da Madrugada do carnaval recifense como manifestação da cultura nacional;
  • PL 1513/24, do ex-deputado Nitinho, que cria a Rota Turística do Cangaço, no litoral dos estados de Sergipe e Alagoas.
Leia mais:  Sancionada lei que garante cargos no MEC e recursos para segurança do DF

Próximos passos
A maioria dos projetos tramita em caráter conclusivo e seguirá para o Senado, caso não haja recurso para análise pelo Plenário da Câmara.

O PL 207/24, sobre Dia Nacional do Rotaractiano, vindo do Senado, segue para sanção presidencial, se não houver recurso.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Sancionado Programa Antes que Aconteça, de prevenção à violência contra a mulher

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Com o objetivo de reduzir os índices de feminicídio e de violência doméstica e familiar e fortalecer a rede de atendimento, enfrentamento e proteção às mulheres, foi sancionada sem vetos a lei que cria o Programa Antes que Aconteça.

Publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (4) a Lei 15.398, de 2026, estabelece que o programa deverá apoiar e estruturar políticas públicas voltadas ao atendimento às mulheres, em atuação conjunta do Ministério Público e dos três Poderes, nas esferas federal, estadual, distrital e municipal. Entre as ações previstas estão a ampliação da rede de atendimento, o acolhimento especializado, a oferta de serviços itinerantes e a atuação de defensoras populares, lideranças comunitárias capacitadas em direitos das mulheres.

A coordenação e o monitoramento do programa são de responsabilidade de um comitê de governança, formado por representantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a participação de órgãos e entidades parceiras. Caberá ao comitê a elaboração do Plano Nacional do Programa Antes que Aconteça.

Como medidas de acolhimento a norma prevê a criação de salas lilás — espaços privativos e humanizados para receber vítimas de violência —, de casas abrigo — locais de hospedagem temporária para mulheres e seus dependestes em situação de risco — e de serviços itinerantes.

Leia mais:  Quem, de fato, está governando nosso país?

O programa inclui ainda ações no sistema de ensino, com atividades educativas e campanhas de conscientização, além do apoio a programas de recuperação e reeducação de agressores. A norma também prevê o uso de soluções tecnológicas, como inteligência artificial, para monitoramento de agressores.

A lei também instituí o Prêmio Antes que Aconteça, para reconhecer boas práticas de instituições públicos ou particulares no enfrentamento da violência contra a mulher.

A norma tem origem no PL 6.674/2025, da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), que já informou ter sido vítima de um relacionamento abusivo.

— Essa pauta não pode ser uma pauta política e partidária. Tem que ser pauta da sociedade. O programa é para ser política de Estado, não política de governo. O Brasil vai mostrar a diferença para o mundo — afirmou a senadora, quando o projeto foi aprovado pelo Plenário do Senado, em março. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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