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Educação

Divulgado resultado de propostas inovadoras de licenciaturas

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), publicou, nesta segunda-feira, 29 de setembro, o Edital nº 3/2025, com o resultado final da seleção de propostas de instituições de ensino superior (IES) para a oferta de cursos de licenciatura no âmbito do Programa Institucional de Fomento e Indução da Inovação da Formação Inicial e Continuada de Professores, com ênfase na Educação Integral (Prilei). 

A seleção tem como objetivo fortalecer a formação inicial de professores para a educação básica no Brasil, contribuindo para o cumprimento das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) e pela legislação voltada à valorização dos profissionais da educação. 

 As instituições escolhidas receberão apoio financeiro e poderão receber até R$ 1 milhão por ano durante os três primeiros anos de execução, além de até R$ 1,72 milhão no último ano, incluindo o repasse de bolsas mensais de R$ 750 para os estudantes que realizarem residência docente na rede pública. A iniciativa prevê a disponibilização de até 2.880 vagas em cursos presenciais de licenciatura, distribuídas em até 18 IES em todo o país.  

Foram selecionadas seis redes, uma em cada região do país. A partir da data de divulgação do resultado, as IES iniciam o período de elaboração e tramitação do termo de execução descentralizada (TED) no Módulo SPO-TED do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).  

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No total, foram recebidas nove propostas, das quais oito foram aprovadas com ressalvas e, após a fase recursal, consideradas aptas para execução. As redes contempladas foram: 

  • Nordeste/Sul – Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e Universidade La Salle. 
  • Rede Prilei – Universidade Federal do Piauí (UFPI), Universidade Estadual do Piauí e Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). 
  • Universidade Federal do ABC (UFABC) – em parceria com a Universidade Católica de Santos (Unisantos) e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCampinas). 
  • Rede Sul – Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Centro Universitário Franciscano e Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos). 
  • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) – em parceria com a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e a Universidade Estadual de Maringá (UEM). 
  • Instituto Federal do Piauí (IFPI) – em colaboração com a Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) e a Universidade de Uberaba (Uniube). 
  • Rede Norte – Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Estadual do Pará (UEPA) e Universidade Católica de Brasília (UCB). 
  • Rede Sabiá – Saberes Interdisciplinares para uma Educação Inclusiva e Tecnológica – Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) e Fundação Educacional para o Desenvolvimento das Ciências Agrárias (Fundagri). 
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De acordo com o edital do resultado, as propostas não concorrem no mesmo território. Por esse motivo, o resultado não tem caráter classificatório, mas seletivo, assegurando a execução de todas as iniciativas aprovadas. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Educação em tempo integral proporciona atividades além da sala de aula

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No Dia do Estudante, celebrado nesta terça-feira, 11 de agosto, o Ministério da Educação (MEC) aborda a importância da educação integral em tempo integral. Focada no desenvolvimento pleno dos estudantes, essa modalidade busca não só ampliar o tempo dos alunos na escola, como também aumentar as possibilidades de atividades que vão além das disciplinas tradicionais em sala de aula. Essas unidades de ensino proporcionam práticas que fortalecem as habilidades cognitivas, esportivas, culturais, tecnológicas e socioemocionais, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e responsáveis, preparados para enfrentar os desafios complexos do mundo moderno.

“O número de horas na escola é diretamente proporcional à proficiência e à aprendizagem do estudante”, informou o ministro da Educação, Leonardo Barchini. “Segundo estudos, os alunos da educação integral, normalmente, estudam 20% a mais do que o jovem do ensino comum no decorrer da semana. Então, à medida que os alunos ficam mais expostos a português, matemática, ciência e demais disciplinas, eles apresentarão um rendimento maior e terão acesso a mais conhecimento.”

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O MEC desenvolve, em parceria com os entes federados, o Programa Escola em Tempo Integral, que busca fomentar a criação de matrículas em tempo integral — igual ou superior a sete horas diárias ou 35 horas semanais — em todas as etapas e modalidades da educação básica. A medida proporciona a ampliação da jornada de tempo na perspectiva da educação integral, com destaque para o desenvolvimento global. Além disso, o programa prioriza escolas que atendem estudantes em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica.

Kauan Almeida, aluno do Centro de Ensino Médio Juscelino Kubitschek, de Brasília (DF), comentou sobre as novas possibilidades abertas pela educação integral. Segundo ele, “a rede proporcionou novas oportunidades por conta dos projetos extracurriculares em horários que vão além do período tradicional. Em relação ao futsal, por exemplo, a escola auxilia muito por fornecer os melhores horários e as condições necessárias para podermos treinar e jogar.”

Ideb – De acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025, em média, as escolas de tempo integral registram desempenho superior ao das escolas com menor tempo de permanência dos estudantes nas três etapas da educação básica. Esse comportamento é observado em todas as regiões do país e evidencia o potencial da ampliação da jornada escolar como estratégia de fortalecimento das oportunidades educacionais. Os dados se apresentam da seguinte forma:

  • Anos iniciais do ensino fundamental: Ideb médio de 6,2 nas escolas de tempo integral, comparado a 6,0 nas de ensino regular;
  • Anos finais do ensino fundamental: Ideb médio de 5,2 nas unidades que ofertam educação em tempo integral contra 4,9 nas demais;
  • Ensino médio: Ideb médio de 4,7 nas escolas com jornada de sete horas diárias ou mais, enquanto as escolas com jornada inferior registraram 4,3.
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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações das Secretarias de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e de Educação Básica (SEB)

Fonte: Ministério da Educação

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