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Dia Nacional e Internacional do Idoso reforçam a importância de um turismo mais inclusivo para pessoas 60+

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Nesta quarta-feira (1º de outubro), o Brasil e o mundo celebram o Dia Nacional e Internacional do Idoso, data que reconhece a importância e valoriza a contribuição das pessoas com mais de 60 anos. Longe da imagem de que a idade é um impeditivo, o envelhecimento ativo tem se tornado uma realidade para milhões de brasileiros que buscam autonomia, independência e novas experiências, incluindo viajar.

Trata-se de um público estratégico e em plena expansão no turismo nacional. Conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do IBGE, a população idosa no Brasil cresceu mais de 30% entre 2012 e 2021, representando atualmente 14,7% de todos os brasileiros. Com a expectativa de vida cada vez mais elevada, a tendência é que este número continue a crescer, abrindo um leque de oportunidades no setor de viagens.

O turista com mais de 60 anos possui características que o tornam um importante cliente para o ramo. Geralmente, ele possui maior flexibilidade de tempo, o que lhe permite viajar em períodos de baixa temporada, ajudando a reduzir os efeitos da sazonalidade nos destinos. Além disso, é um público cada vez mais conectado à internet, que pesquisa, planeja e compra suas viagens online.

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O ministro do Turismo, Celso Sabino, destaca esforços pelo adequado atendimento a este público no setor. “O turismo na terceira idade é um dos segmentos que mais cresce, e nossos idosos têm o direito de viajar com conforto, segurança e dignidade, descobrindo as belezas do Brasil. O Ministério do Turismo trabalha para que toda a cadeia do setor esteja preparada para acolher este público, que, além de ter grande potencial para movimentar a economia, nos enriquece com suas histórias”, ressalta Sabino.

ORIENTAÇÃO – Alinhado ao objetivo da nova Lei Geral do Turismo de democratizar o acesso às viagens no país, o Ministério do Turismo, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, desenvolveu a cartilha “Atender Bem Turistas Idosos”.

A publicação auxilia empreendimentos e destinos com informações sobre as particularidades do público 60+ e dicas práticas de como oferecer uma recepção de qualidade, garantindo que a experiência de viajar pelo Brasil seja acolhedora e memorável para todos.

Para acessar a cartilha, clique AQUI.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Brasil alinhado ao debate contemporâneo no combate à pirataria

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Orlando, 6/5/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) participou da Conferência Anual da International AntiCounterfeiting Coalition (IACC) 2026, realizada entre 28 e 30 de abril, em Orlando, Flórida, com representante do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Crimes contra a Propriedade Intelectual (CNCP), coordenado pela Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon). 

O secretário-executivo do CNCP, André Avrichir, palestrou em um dos principais painéis do fórum global de combate à falsificação e à pirataria, intitulado “Além das Fronteiras: Lições da Tríplice Fronteira na América Latina”. Na apresentação, foram exploradas práticas regionais, impactos de diferentes legislações sobre a proliferação de produtos falsificados e estratégias de atuação coordenada entre países. 

“O Brasil marcou presença com uma grande delegação no evento, e ficou claro que o País está alinhado com o que há de mais contemporâneo no debate mundial sobre pirataria e contrabando, especialmente nas áreas de rastreabilidade de produtos e de regulamentação do mercado digital”, afirmou o secretário-executivo do CNCP. 

Em sua apresentação, Avrichir destacou o modelo colegiado do CNCP — composto por 20 membros, sendo 15 órgãos federais e cinco representantes do setor privado — como um diferencial institucional no enfrentamento coordenado da pirataria. Mesmo sem poder executivo próprio, o Conselho atua na coordenação, na formulação de políticas e na articulação institucional, consolidando-se como referência internacional de governança. 

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Ao abordar a Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina, o secretário contextualizou os desafios estruturais da região.  

“O Brasil possui cerca de 16.900 km de fronteiras terrestres com dez países sul-americanos, e as assimetrias tributárias criam forte incentivo ao contrabando — a carga tributária média sobre cigarros no Brasil supera 60%, enquanto, no Paraguai, é de apenas 13%”, exemplificou. 

Segundo ele, o avanço do comércio eletrônico ampliou a complexidade do problema. Consumidores brasileiros já não precisam se deslocar até a fronteira para adquirir produtos ilegais, que chegam diretamente por plataformas digitais e circulam tanto em comércios tradicionais quanto em grandes centros urbanos, consolidando o ambiente digital como eixo estratégico de atuação do CNCP. 

As discussões contaram ainda com o analista tributário aduaneiro da Receita Federal do Brasil, Renato Bastos Evaristoa especialista em Propriedade Intelectual do escritório Cervieri Monsuarez, Virginia Cervieri; a diretora do Programa de Adidos de Propriedade Intelectual do USPTO, Deborah Lashley-Johnson; e o presidente da CustomsWatch, John Ryan. 

Pirataria e saúde pública

Na área de saúde pública, o representante do CNCP apresentou a crise do metanol de 2025 como exemplo concreto da capacidade de coordenação do Conselho: bebidas adulteradas provocaram 22 mortes e 73 feridos, com resposta integrada entre o MJSP, o Ministério da Saúde (MS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e as forças policiais. 

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O episódio impulsionou o Projeto de Lei nº 5.807/2025, já aprovado na Câmara dos Deputados e atualmente em análise no Senado. A proposta prevê o estabelecimento de políticas de rastreabilidade de bebidas alcoólicas, o endurecimento das penas para falsificação — incluindo a tipificação como crime formal — e a adoção de regras mais rigorosas para o controle do metanol e para o combate a pontos clandestinos de venda. 

No campo da saúde, também foi destacado o aumento alarmante das importações irregulares de inibidores GLP-1, conhecidos como “canetas emagrecedoras”. Entre 2025 e 2026, a Anvisa publicou 37 resoluções de proibição relacionadas a esse mercado ilegal. 

A Operação Heavy Pen, realizada em 12 estados, apreendeu mais de 37 mil ampolas e 3,5 kg do insumo ativo — quantidade suficiente para produzir mais de 1 milhão de unidades adicionais em farmácias de manipulação. 

O secretário-executivo ressaltou que a rastreabilidade já existente no setor de medicamentos industrializados foi decisiva para os resultados das operações e que a expansão desse mecanismo para outros produtos sensíveis é prioridade estratégica do CNCP para 2026. 

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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