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Paraná

Dia do Jovem destaca atuação de rapazes e moças como agentes da cidadania

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No Dia do Jovem, comemorado nesta quinta-feira, 13 de abril, o Governo do Paraná, destaca programas e projetos voltados ao crescimento pessoal e profissional da população de 15 a 29 anos. A Secretaria do Desenvolvimento Social e Família e a Coordenação de Política Estadual de Defesa dos Direitos da Juventude atuam com políticas públicas, conforme previsto no Plano Estadual da Juventude, lançado e iniciado em 2022. “Todos os jovens podem se juntar a nós para pensar e desenvolver políticas para o futuro, buscar a integração, o primeiro emprego os que deixaram de estudar e querem retomar”, diz o secretário Rogério Carboni.

Um destaque é o Bolsa Agentes da Cidadania. O programa admite adolescentes e jovens de 14 a 24 anos de idade, principalmente os que se encontram em vulnerabilidade social, moradores de municípios que possuam Centros da Juventude. Eles passam a atuar nestes espaços, que oferecem, em tempo integral, atividades de lazer, esportes, cultura e qualificação profissional para a juventude. Cada bolsista recebe R$ 306,00 todos os meses para desenvolver atividades junto aos outros adolescentes e jovens, sob acompanhamento e orientação de profissional de referência do Centro da Juventude.

O programa funciona como um trampolim para transformar algumas realidades. Em 2022, 751 adolescentes e jovens participaram do programa em todo o Estado Desde 2019, mais de 2 mil já passaram por ele.

Heloísa Cristina Nunes, 26 anos, faz parte Bolsa Agentes da Cidadania, no Centro da Juventude de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. “Conheci o Ceju através do psicólogo Bruno”, conta Heloísa. Ele a convidou para participar de um grupo de RPG de mesa – uma espécie de jogo de tabuleiro, baseado em desafios e soluções.

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“Na época eu passava por algumas dificuldades em casa e esse grupo me salvou da depressão. Tempos depois, quando eu tinha 17 anos havia a possibilidade de participar do programa Agentes da Cidadania. Quando eu tinha 22 anos eu estava grávida de minha primeira filha e passava por um relacionamento abusivo, houve a possibilidade de eu voltar a ser agente e foi uma salvação para mim, pois eu estava sem emprego, grávida e sem dinheiro”.

Ela ainda conta que o envolvimento com os programas e com o Centro da Juventude desenvolveu um carinho e atenção para com os adolescentes da comunidade. “Sempre comentei com todos que trabalham aqui que se um dia eu tivesse a possibilidade de trabalhar em tempo integral no Ceju eu iria agarrar essa chance e não soltar mais e hoje eu sou recepcionista daqui”, contou.

CEJU – O Paraná possui 28 Centros da Juventude dentro de um programa desenvolvido pelo Governo do Estado para afastar adolescentes e jovens de situações de exposição ao risco e vulnerabilidade social e realizar ações que favoreçam a sua formação pessoal, profissional e política.

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Ricardo Correia de Lima Filho, tinha o sonho de ser atleta de Parkour, modalidade esportiva que consiste em usar o próprio corpo como equipamento e tem como objetivo transpor obstáculos urbanos ou naturais das cidades – como degraus, rampas, árvores, muros e outros.

Foi no Centro da Juventude, com o Programa Bolsa Agentes da Cidadania, que conseguiu concretizar seu sonho. “O Centro da Juventude foi onde tive a oportunidade de treinar, aprender, ensinar, foi meu ponto de partida. Foi o lugar onde conheci muitas pessoas que me ajudaram a me desenvolver como atleta profissional e pessoa. E até hoje é meu local favorito para treino e possui um lugar especial no meu coração, porque foi meu ponto de partida”, destacou.

ID JOVEM – Outra iniciativa de muita aceitação é o ID Jovem – documento destinado a pessoas entre 15 e 29 anos, estudantes ou não, pertencentes à família com renda mensal até dois salários-mínimos e inscritos no Cadastro Único do governo federal.

O documento garante uma série de direitos a este público, previstos no Estatuto da Juventude, como desconto de 50% em cinemas, teatros, shows e outros eventos; duas vagas gratuitas e duas vagas com 50% de desconto no transporte interestadual, por veículo, embarcação ou comboio ferroviário, e isenção do pagamento de taxa para emissão de Carteira de Identidade Estudantil.

Fonte: Governo PR

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Operação Mulher Segura cumpre 249 mandados de prisão e prende 2,3 mil em flagrante

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A Operação Mulher Segura, da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), intensificou ao longo do mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher, o cumprimento de mandados de prisão em aberto relacionados a crimes de violência contra elas. A ação resultou em avanços no número de prisões e no andamento de investigações no Estado.

Ao todo, foram cumpridos 249 mandados de prisão de pessoas condenadas por crimes no âmbito da violência contra a mulher, em ação coordenada pelo Centro de Operações Integradas de Segurança Pública (Coisp). A operação resultou também em 2.354 prisões em flagrante entre diferentes tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

As atividades envolveram os setores de inteligência da Polícia Civil do Paraná (PCPR), da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR), Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) com foco em crimes como feminicídio, lesão corporal, importunação sexual, estupro, violência doméstica, ameaça e perseguição.

“Quando o Estado localiza e prende quem deve responder à Justiça, demonstra que o crime não compensa e que a segurança permanece como prioridade”, afirma o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo Sanson.

Segundo a delegada-chefe da Divisão de Polícia Especializada, da PCPR, Luciana Novaes, a atuação das unidades de polícia judiciária e das Delegacias da Mulher se reflete na eficácia na captura de agressores. “É um encorajamento à denúncia. Ao retirar de circulação aqueles que ameaçam a integridade feminina e monitorar de perto os agressores, reafirmamos que a proteção à vida é uma prioridade absoluta. ​A justiça só é plena quando o silêncio da vítima é substituído pela voz da coragem e pela resposta imediata do Estado”, diz.

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Para a major Carolina Zancan, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, da PMPR, as ações garantem que agressores sejam responsabilizados e que as vítimas recebam proteção e acolhimento. “É uma iniciativa que concentra esforços no cumprimento de mandados em aberto, no fortalecimento das investigações e, ao mesmo tempo, na ampliação de ações preventivas, demonstrando que o enfrentamento a esse tipo de crime é permanente e prioridade em todo o Paraná”, afirma.

Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão por ameaça, descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência (MPU), por lesão corporal, perseguição, estupro de vulnerável, estupro ou atentado violento ao pudor, além de tentativa de feminicídio e feminicídio consumado, e outras tipificações criminais relacionadas à violência contra a mulher.

Das prisões em flagrante, os registros são por ameaça, lesão corporal e prisões por outras tipificações no âmbito da Lei Maria da Penha, incluindo injúria, vias de fato e dano, e por descumprimento de medida protetiva de urgência (MPU). Foram registrados ainda casos de perseguição, tentativa de feminicídio, estupro e feminicídio consumado.

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De acordo com o coordenador do Coisp, coronel Sérgio Augusto Ramos, a integração das forças de segurança paranaenses foi fundamental para os resultados alcançados com a Operação Mulher Segura. “Foi uma grande força-tarefa visando a prisão dessas pessoas que já tinham mandados de prisão concedidos pelo Poder Judiciário. O número de presos colabora com a redução dos índices de violência dessa natureza no Paraná”, explica.

A Operação Mulher Segura 2026, realizada nos 399 municípios paranaenses, ainda promoveu 318 palestras educativas, alcançando um público de 27.174 pessoas. Também intensificou as visitas preventivas e de fiscalização à violência doméstica e familiar, consultando tanto vítimas quanto agressores.

“Além da conscientização, que é a ação primária da prevenção, as forças de segurança paranaenses também trabalham no combate ao crime com repressão, por meio de prisões e análise de mandados que estavam em aberto para impulsionar as investigações”, afirma o coordenador do Programa Mulher Segura da Sesp, coronel Cleverson Machado.

Fonte: Governo PR

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