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Dia da Enfermagem: Paraná destaca atuação de profissionais no fortalecimento da saúde pública

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O Dia da Enfermagem, celebrado nesta terça-feira (12), reconhece o trabalho dos profissionais que desempenham papel fundamental no atendimento à população e na organização dos serviços de saúde.

Na Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a área da enfermagem reúne mais de 2,5 mil profissionais, reforçando sua importância para o funcionamento e fortalecimento da rede pública estadual. Atualmente, a Sesa conta com 1.656 técnicos de enfermagem, 818 enfermeiros e 59 auxiliares de enfermagem atuando em diferentes frentes da assistência e da gestão em saúde.

A enfermagem atua em diversos espaços da rede pública de saúde, incluindo unidades básicas, ambulatórios e hospitais. Além da assistência direta aos pacientes, os profissionais também desempenham funções ligadas à coordenação de equipes, gestão dos serviços, supervisão, ensino e pesquisa. A atuação acompanha os diferentes níveis de complexidade do sistema de saúde, contribuindo tanto para o cuidado diário quanto para o planejamento e organização das ações em saúde pública.

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, ressaltou a importância da categoria para o sistema público de saúde ao afirmar que os profissionais da enfermagem são protagonistas no cuidado à população e exercem um papel indispensável em toda a rede estadual. “É uma categoria que atua com compromisso, sensibilidade e dedicação, garantindo atendimento humanizado e fortalecendo diariamente a saúde pública do Paraná”, afirmou.

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A rotina dos profissionais também é marcada por histórias de acolhimento e transformação. Enfermeira, Mariana Zeni atua desde 2024 na Sesa e afirma que o cuidado diário impacta não apenas os pacientes, mas também os próprios profissionais. “Significa melhorar como ser humano, entendendo as dificuldades de cada um e valorizando a vida e as oportunidades que temos”.

Além da assistência direta aos pacientes, a enfermagem ocupa papel estratégico em áreas como vigilância em saúde, monitoramento de riscos e resposta a emergências sanitárias. Para a enfermeira e coordenadora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde, Tatiane Dombroski, a data também representa reconhecimento à atuação desses profissionais na proteção coletiva da população.

“Na área de emergências em saúde pública, a enfermagem desempenha um papel estratégico na preparação e condução das respostas diante de situações que afetam a população. Além da assistência, esses profissionais atuam na análise de cenários, no planejamento das ações e na proteção coletiva da saúde”, destaca.

O Dia Internacional da Enfermagem é celebrado mundialmente em 12 de maio em referência ao nascimento da britânica Florence Nightingale, considerada a fundadora da enfermagem moderna. No Brasil, a data marca o início da Semana da Enfermagem, realizada entre os dias 12 e 20 de maio, período dedicado à valorização dos profissionais da área e à homenagem de Ana Néri, reconhecida como patrona da enfermagem brasileira por sua atuação voluntária nos hospitais militares.

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“A Enfermagem sustenta diariamente o funcionamento da rede de saúde, atuando de forma essencial em todas as etapas do cuidado. Nos hospitais, essa dedicação acontece de maneira contínua, garantindo assistência à população 24 horas por dia”, destaca a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, enfermeira há 40 anos.

Para o enfermeiro Juan Rossi, alguns atendimentos permanecem marcados para sempre na memória. Um dos momentos mais significativos foi o atendimento a uma criança vítima de ferimento por arma de fogo. “Realizamos o primeiro atendimento, estabilizamos e encaminhamos para o centro cirúrgico. Depois recebemos a notícia de que o paciente teve alta e estava bem, sem sequelas”, conta.

Ele destaca que a enfermagem vai além da técnica e envolve empatia e acolhimento. “Significa exercer minha profissão com empatia, usando meu conhecimento para fazer a diferença na vida do paciente, dando uma nova oportunidade de voltar para casa com sua família”, afirma.

Fonte: Governo PR

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Descentralização: Museus Satélites marcam nova era da política cultural no Paraná

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O Governo do Paraná, por meio da Secretaria da Cultura (SEEC), iniciou um dos movimentos mais estruturantes e históricos da política cultural paranaense: a implantação de oito Museus Satélites em diferentes regiões do Estado. A iniciativa marca, pela primeira vez, a presença permanente de museus estaduais fora da capital, Curitiba, consolidando uma política pública de descentralização inédita no Paraná.

O primeiro satélite já foi instalado em Londrina, com acervo do Museu Paranaense (MUPA). Os próximos serão em Pato Branco, também com acervo do MUPA; em Maringá e Cascavel, com acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR); em Tunas do Paraná e Guarapuava, com acervo do Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR); e por fim em Ponta Grossa e Paranaguá, com acervo do Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA).

A ação amplia o acesso a um dos maiores acervos culturais do país — com mais de 3 milhões de peças —, até então concentrado na Capital. A partir de 2026, esse patrimônio passa a circular e a se enraizar em diferentes territórios, aproximando-se da população e fortalecendo a relação entre cultura, identidade e pertencimento em todo o Estado.

Mais do que a criação de novos espaços expositivos, os Museus Satélites representam uma mudança de paradigma na gestão cultural pública. O projeto transforma a lógica tradicional de acesso, antes centralizada, em uma dinâmica de circulação, presença e permanência. Na prática, os museus estaduais deixam de ser destinos fixos para se tornarem redes vivas, capazes de dialogar diretamente com as especificidades culturais de cada região.

Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, a iniciativa enfatiza o compromisso do Estado com a democratização do acesso à cultura. “Estamos levando um patrimônio que é de todos os paranaenses para mais perto das pessoas. É uma ação que promove a inclusão cultural, valoriza as identidades regionais e garante que a população de diferentes regiões tenha acesso direto à história, à arte e à memória do nosso Estado”, afirma.

DIFUSÃO, FORMAÇÃO, MEDIAÇÃO – A política pública é estruturada como uma rede integrada de extensões permanentes dos principais equipamentos culturais do Estado. Cada unidade funcionará como um ponto ativo de difusão, formação e mediação cultural, com programações rotativas e articulação com os contextos locais, ampliando o alcance e a relevância dos acervos estaduais.

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A secretária de Estado da Cultura, Luciana Casagrande Pereira, destaca o caráter estruturante da iniciativa dentro da política cultural do Paraná. “Essa é uma mudança histórica na forma como o Estado se relaciona com a cultura. Todos os nossos museus estavam concentrados em Curitiba, e agora passamos a construir uma presença permanente em diferentes regiões. Não se trata apenas de levar exposições, mas de estabelecer uma política contínua de acesso, formação e diálogo com os territórios”, afirma.

Distribuídos estrategicamente pelo território paranaense, os Museus Satélites estarão presentes em municípios de diferentes regiões, garantindo capilaridade e equidade no acesso à cultura. A iniciativa também fortalece a atuação conjunta entre Estado e municípios, potencializando equipamentos culturais já existentes e promovendo novas dinâmicas de ocupação e uso dos espaços públicos.

“A cultura precisa estar onde as pessoas estão. Com os Museus Satélites, invertemos essa lógica: em vez de o cidadão precisar se deslocar até a Capital, é o Estado que se faz presente nos territórios, promovendo encontros, pertencimento e reconhecimento”, completa a secretária. “Agora podemos afirmar que somos, efetivamente, uma Secretaria de Estado da Cultura, atuando efetivamente em todos os cantos do Paraná”. 

“A criação dos Museus Satélites concretiza o compromisso do Governo do Paraná com diretrizes fundamentais da política cultural contemporânea: democratização do acesso, valorização da diversidade, fortalecimento das identidades regionais e interiorização das ações culturais. Trata-se de um investimento estruturante que reposiciona a cultura como vetor estratégico de desenvolvimento social, simbólico e econômico”, define o museólogo Cauê Donato Silva Araújo,  coordenador do Sistema Estadual de Museus da SEEC.

Segundo ele, ao colocar em circulação um acervo de valor inestimável e ao estabelecer uma presença institucional contínua em diferentes territórios, o Estado inaugura uma nova fase na relação entre patrimônio e sociedade. “Uma fase em que a cultura não está mais concentrada em um único ponto, mas distribuída, acessível e viva — como um direito de todos os paranaenses”, afirma.

MON PELO PARANÁ – O movimento de descentralização cultural do Estado já vem sendo consolidado por iniciativas do Museu Oscar Niemeyer (MON) para além de sua sede em Curitiba. Em Cascavel, o MON mantém desde 2023 uma presença expositiva contínua com mostras itinerantes realizadas no Complexo Cultural Sefrin Filho, ampliando o acesso do público do Oeste paranaense ao acervo do maior museu de arte da América Latina.

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Mais recentemente, o projeto MON sem Paredes avançou para o Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, transformando um dos mais emblemáticos patrimônios naturais do Paraná em museu a céu aberto, com obras inéditas integradas à paisagem dos Campos Gerais. A iniciativa, inaugurada em 2026, reforça uma nova concepção de política cultura, que é aquela que rompe os limites físicos dos equipamentos tradicionais e promove o encontro entre arte, território, natureza e população. Essas experiências antecipam e fortalecem a lógica dos Museus Satélites, demonstrando que a presença cultural do Estado já está em expansão concreta por diferentes regiões paranaenses.

POMPIDOU PARANÁ – Além dos Museus Satélites, o Governo do Estado avança também na projeção internacional da sua política cultural com a implantação do Centre Pompidou Paraná, em Foz do Iguaçu — a primeira unidade do Centre Pompidou nas Américas. Oficializada em 2025, a parceria com uma das mais importantes instituições de arte moderna e contemporânea do mundo posiciona o Estado em uma rede global que inclui cidades como Málaga, Bruxelas e Xangai.

Com investimento estimado em cerca de R$ 200 milhões e inauguração prevista para 2027, o projeto prevê um complexo multidisciplinar com exposições internacionais, programação educativa, residências artísticas e atividades culturais diversas.

Implantado em um dos principais destinos turísticos do país, o museu foi concebido como um espaço de arte, educação e experimentação, com arquitetura assinada pelo premiado arquiteto Solano Benítez, que propõe uma construção integrada ao território e à paisagem local. Mais do que um equipamento cultural, o Centre Pompidou Paraná consolida o Estado como plataforma de intercâmbio artístico e cultural em escala global, conectando a produção latino-americana a circuitos internacionais e ampliando o acesso da população a acervos e experiências de relevância mundial.

Saiba mais sobre a programação dos Museus Satélites e agenda de aberturas AQUI .

Fonte: Governo PR

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