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Desconto em impostos proposto pelo MPor pode fortalecer aviação regional e ampliar conectividade nacional

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Em um esforço contínuo para impulsionar a aviação regional e garantir que mais localidades sejam atendidas, o Ministério de Portos e Aeroportos está em diálogo com a equipe econômica do Governo do Brasil para estender os benefícios fiscais do novo sistema tributário sobre o consumo.

A proposta central do MPor visa ampliar, por meio de regulamentação, o desconto de 40% nos impostos incidentes sobre a operação geral das companhias aéreas. Inicialmente aprovado estritamente para a aviação regional, o Ministério busca aplicar esse tratamento a todas as empresas que operam majoritariamente em outras rotas.

Com a medida, a otimização da carga tributária em rotas mais rentáveis geraria margem operacional para as companhias investirem na expansão e sustentabilidade da malha regional.

O objetivo é implementar uma política pública que fomente o desenvolvimento econômico e social de regiões com menor acesso a serviços aéreos. Ao permitir que as companhias tenham maior flexibilidade financeira, espera-se que elas possam financiar a abertura de novas rotas e o aumento da frequência em destinos regionais, beneficiando diretamente a população e o comércio local.

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“Com essas ações, reforçamos nosso papel como indutor do desenvolvimento da aviação civil, trabalhando para um futuro onde a conectividade aérea seja ampla, acessível e mais uma ferramenta de para todas as regiões do Brasil”, afirmou o secretário Nacional de Aviação Civil, Daniel Longo.

Diálogo
O MPor tem discutido com o Ministério da Fazenda e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) a concretização desta iniciativa. Embora haja um reconhecimento da complexidade da aplicação de uma interpretação estendida da reforma tributária, a pasta de Aeroportos busca soluções que permitam uma implementação ágil e eficaz, sem a necessidade de reabrir a Lei Complementar 214/2025, que regulamenta a emenda constitucional dos tributos sobre o consumo (IBS e CBS).

O conceito de aviação regional abrange voos com origem ou destino na Amazônia Legal, capitais e centros regionais, centros de zona ou centros locais. A proposta do MPor busca fortalecer a viabilidade dessas operações, para garantir a integração nacional e o acesso a serviços básicos em áreas mais afastadas.

Mais conectividade, menos custos
De acordo com o ministro Tomé Franca, o Ministério de Portos e Aeroportos entende as preocupações do setor aéreo em relação ao impacto da reforma tributária nos custos operacionais e, consequentemente, no preço das passagens.

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“A iniciativa de estender os descontos fiscais é uma resposta proativa a esses desafios, buscando garantir a competitividade do setor e, ao mesmo tempo, promover a acessibilidade ao transporte aéreo para um número maior de cidadãos”, salientou o secretário.

Ainda segundo o ministro, o MPor está avaliando pareceres jurídicos para afastar a tributação sobre o transporte aéreo internacional. Essa medida visa alinhar a legislação brasileira às melhores práticas internacionais e evitar impactos negativos na atratividade do país para voos internacionais.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Ministério da Saúde inicia o Vigitel 2026 e amplia pesquisa sobre fatores de risco para doenças crônicas

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O Ministério da Saúde deu início à edição 2026 do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), uma das principais pesquisas nacionais voltadas ao monitoramento da saúde da população brasileira. As entrevistas serão realizadas até o final de dezembro, com a divulgação dos resultados prevista para o primeiro semestre de 2027. 

Realizado anualmente desde 2006, o Vigitel acompanha a frequência e a distribuição de fatores de risco e proteção relacionados às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como obesidade, consumo alimentar, comportamento sedentário, inatividade física, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas. O levantamento também reúne informações sobre a realização de exames preventivos para câncer, o diagnóstico de diabetes, hipertensão, depressão e comportamentos no trânsito. 

Em 2026, a pesquisa dá continuidade ao processo de expansão iniciado no ano passado. Antes restrito às capitais, o Vigitel passou a incluir moradores de municípios das regiões metropolitanas e cidades do interior, ampliando a representatividade dos dados e o alcance das informações coletadas. A expectativa é de que mais de 100 mil pessoas participem desta edição. 

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Fatores de risco 

Além dos indicadores tradicionais da série histórica, o questionário rotativo deste ano aborda temas estratégicos para a saúde pública, definidos a partir de sugestões das áreas técnicas do Ministério da Saúde. Entre os assuntos incluídos estão climatério e menopausa, poluição do ar e desastres naturais. 

Políticas públicas 

Os dados produzidos pelo Vigitel são fundamentais para orientar políticas públicas de promoção da saúde, prevenção e controle das doenças crônicas, além de subsidiar ações voltadas a novos desafios sanitários enfrentados pela população brasileira. 

Para fortalecer a coleta de informações, o Ministério da Saúde reforça a importância da participação da população, especialmente nos estados das regiões Norte e Nordeste, onde edições anteriores registraram maior dificuldade de adesão. 

Durante as entrevistas, a segurança dos participantes é prioridade. Os entrevistadores do Vigitel não solicitam CPF, dados bancários ou qualquer informação financeira. As únicas informações pessoais pedidas são idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor da pele. 

Ao atender à ligação e participar da pesquisa, cada cidadão contribui diretamente para a produção de dados confiáveis, que ajudam a aprimorar as políticas públicas e a promover mais qualidade de vida para a população brasileira. “O Vigitel é uma ferramenta estratégica para compreendermos melhor os desafios de saúde da população brasileira e planejarmos respostas mais efetivas. Cada participação fortalece o SUS e contribui para políticas públicas baseadas em evidências”, destacou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão. 

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João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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