Paraná
Defesa Civil inicia capacitação de voluntários com mais de 3 mil inscritos de todo o País
A Defesa Civil do Paraná deu início nesta terça-feira (05) ao curso de capacitação de novos voluntários e os 3.013 inscritos já podem acessar os conteúdos da formação online. No Paraná, Curitiba (851), Ponta Grossa (123) e Londrina (120) tiveram o maior número de interessados. Deste total, houve 227 inscrições de todas as regiões do País, com cadastros de 22 estados, a maioria de Santa Catarina (38), São Paulo (30) e Minas Gerais (25).
Segundo o tenente-coronel Daniel Lorenzetto, chefe da Divisão de Gestão de Riscos e Desastres, todos estão aptos para acessar a plataforma do curso da Escola de Defesa Civil, realizado com apoio da Escola de Gestão. “Os candidatos terão acesso ao conteúdo de forma online até o dia 1º de junho, com material em PDF e aulas gravadas. Durante a formação, serão apresentados conceitos básicos de Defesa Civil, além da estrutura disponível e da forma de atuação no Paraná”, explica.
Os voluntários desenvolvem atividades de logística, como o recebimento, organização e entrega de donativos, auxílio no transporte, atendimento nos abrigos e distribuição de alimentos. Candidatos com perfil e formação específica ainda podem participar em outras três áreas, através das Rede Estadual de Radioamadores (REER), da Rede Estadual de Manejo de Animais em Desastre (Remad) e do Programa de Prevenção a Incêndios na Natureza (Previna).
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A formação consiste em sete módulos, com progressão mediante aprovação nas avaliações. Serão apresentados conteúdos sobre legislação nacional e estadual, gestão de risco, Sistema de Comando de Incidentes (SCI), logística humanitária, noções de primeiros socorros e combate a incêndio florestal. Ao final do processo será emitido um certificado de conclusão. As pessoas que concluírem o curso podem se cadastrar na Plataforma de Voluntários e, em caso de necessidade, serão acionadas através de contato por e-mail ou mensagem de SMS.
“Os voluntários são essenciais quando ocorrem grandes desastres como a enchente em União da Vitória e o tornado de Rio Bonito do Iguaçu. Em situações como essa, vamos recorrer à nossa plataforma para solicitar a participação. A mobilização ocorrerá preferencialmente conforme o município ou a região de residência. Pessoas de outras regiões também serão contactadas quando precisarmos da mobilização de um grande número de pessoas, inclusive no suporte a outros estados”, Lorenzetto.
Fonte: Governo PR
Paraná
Da universidade para os gramados: UEPG terá curso de Tecnologia em Futebol
De forma inovadora, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) criou um novo curso superior: Tecnologia em Futebol. A instituição é a primeira universidade pública do Brasil a ofertá-lo. Ele visa formar profissionais para atuar no planejamento tático, arbitragem, preparação física e gestão do futebol. A criação do curso partiu de uma demanda da Secretaria do Esporte do Paraná e foi aprovada na reunião do Conselho Universitário na quinta-feira (23). A primeira turma inicia já em agosto de 2026.
O curso será ofertado na modalidade híbrida, com aulas teóricas online e aulas práticas presenciais, por meio do Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância (Nutead), com duração de dois anos. Serão 150 vagas em três polos EAD.
Para Miguel Sanches Neto, reitor da UEPG, a criação do curso é simbólica, na medida em que contempla uma demanda da comunidade. “Mais uma inovação da UEPG, criar um tecnólogo voltado para formar profissionais do futebol, que atuam em cursos específicos, mas que precisam de uma habilitação”, enfatizou. “Com isso, ganha a comunidade, ganham os profissionais e ganha o ensino superior, que amplia sua área de atuação”.
O professor Rodolfo André Dellagrana, coordenador do curso, explica que a formação será composta por quatro módulos: o primeiro, com disciplinas gerais; o segundo sobre formação de jovens e adultos no futebol; o terceiro sobre futebol de alto rendimento; e o quarto, sobre futebol para a vida toda, que vai abordar como trabalhar o futebol no lazer e como uma atividade física.
“Essa é uma demanda antiga do pessoal que trabalha com futebol e de várias entidades”, conta o professor. “Em alguns locais, o pessoal tem experiência com futebol, foi jogador ou trabalhou muito tempo com arbitragem, e quando eles vão atuar na área, eles não podem, porque não têm Cref”.
O registro no Conselho Regional de Educação Física (Cref), que é diferente do profissional de educação física, permite que os tecnólogos possam atuar na área. “Ele vai ter uma carteirinha que permite o trabalho especificamente com o futebol, seja em formação, em escolinha de futebol, seja em categoria de base ou até mesmo em clubes de futebol profissional”, enumera Rodolfo. Com a formação, será possível profissionalizar a atuação, além de ampliar o campo de trabalho para ex-atletas e profissionais do futebol.
Fonte: Governo PR
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