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Curso inédito capacita profissionais do Susp para o combate a crimes ambientais

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Brasília, 24/09/2025 – Até sexta-feira (26), 40 profissionais do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), vindos de 18 estados brasileiros, participam da primeira edição do Curso de Investigação de Crimes Ambientais (Cica). A formação é ofertada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública e da Diretoria de Ensino e Pesquisa, da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

O objetivo da iniciativa, que teve início na segunda-feira (22), é fortalecer a integração entre órgãos de segurança e fiscalização, ampliando a capacidade de resposta contra infrações ambientais.

Durante a aula inaugural do curso, realizada em Brasília (DF), o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo, destacou a relevância da capacitação em um momento de maior atuação do crime organizado sobre os recursos naturais brasileiros. Ele lembrou também a proximidade da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que será sediada pelo Brasil, em novembro.

“O crime organizado percebeu, há muito tempo, o tamanho e o potencial dos nossos biomas. Investigar crimes ambientais exige conhecimento especializado, e por isso essa pauta passou a ser prioritária para o Governo Federal”, afirmou Sarrubbo.

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A diretora de Ensino e Pesquisa da Senasp, Michele dos Ramos, destacou que o MJSP vem realizando diversas iniciativas de formação e capacitação na temática de enfrentamento dos crimes ambientais e de proteção dos povos indígenas.

“Trata-se de uma agenda fundamental para garantir direitos e a soberania nacional. Ela impacta diretamente na preservação do meio ambiente e da nossa biodiversidade, mas também na proteção de direitos coletivos e na defesa das comunidades afetadas pela criminalidade organizada”, afirmou Michele.

Também participaram da cerimônia de lançamento do curso o diretor da Força Nacional de Segurança Pública, Fernando Alencar Medeiros, e o diretor da Amazônia e Meio Ambiente da Polícia Federal, Humberto Freire de Barros, que ressaltaram a importância da atuação conjunta e coordenada entre as diferentes instituições.

Programa inovador

Com 42 horas de carga horária, o curso tem foco na prevenção, na apuração e na responsabilização de delitos ambientais. A grade inclui disciplinas sobre legislação ambiental, técnicas de investigação, crimes em terras indígenas e perícia em local de crime.

A metodologia privilegia oficinas e estudos de caso para que os participantes tenham noção das situações reais enfrentadas no dia a dia, incluindo a preservação do local de crime, a correta documentação de vestígios e o uso de protocolos de cadeia de custódia.

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Para o coordenador-geral de Polícias Judiciária e Científica, Pedro Filipe Andrade, o resultado esperado vai muito além de transmitir técnicas. “Queremos profissionais aptos a realizar inquéritos bem fundamentados, capazes de responsabilizar infratores e proteger nossos recursos naturais. Mais do que formação técnica, estamos preparando agentes para atuar com competência jurídica e sensibilidade sociocultural”, enfatizou.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Brasil

Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.

“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo. 

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Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo. 

Retorno da participação social

A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.

Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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