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Curitiba

Curitiba registra aumento do número de mortos no trânsito no primeiro semestre

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AEN

De acordo com balanço do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), 32 pessoas perderam a vida no trânsito, em Curitiba, no primeiro semestre deste ano, período em que foram registados 2.993 acidentes na Capital. De janeiro a junho de 2018, houve 2.849 acidentes que resultaram em 25 óbitos. Segundo a unidade policial, o desrespeito à legislação de trânsito e a imprudência são os principais fatores que elevaram os índices. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (19).

Considerando somente os acidentes com vítimas, as ocorrências aumentaram 8,04% (de 1.237 subiu para 2.082 casos) na comparação do primeiro semestre deste ano com o de 2018. O número de pessoas feridas cresceu 2,98%. Foram 2.385 vítimas nos primeiros seis meses deste ano e 2.316 no mesmo período do ano anterior.

Para o porta-voz do BPTran, tenente Rafael Kowalski, ainda falta aos motoristas o bom senso e o respeito às leis de trânsito. “Investimos fortemente em educação no trânsito, mas, ainda assim, acompanhamos casos em que a imprudência e a negligência estão presentes na conduta das pessoas, ocasionando acidentes e tragédias familiares”, disse.

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As três vias em que mais aconteceram acidentes de trânsito de janeiro a junho de 2019 foram a Avenida Marechal Floriano Peixoto (63), a Avenida Comendador Franco (57) e a Avenida Visconde de Guarapuava (48). Durante todo o ano passado, a Avenida Marechal Floriano Peixoto teve 108 acidentes, seguida pela Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira, com 101, e pela Avenida Visconde de Guarapuava, com 87.

A extensão das vias, que interligam as regiões Sul e Central da Capital e a Região Metropolitana, e o tráfego intenso de veículos são os principais motivos para o alto número de acidentes. “São motos, ônibus do transporte coletivo, táxis, motoristas de aplicativos de transporte privado disputando cada espaço com a ideia de perder o menor tempo possível no trânsito”, explicou o tenente Kowalski.

Ele acrescenta que outro aspecto que eleva o número de acidentes é o aumento da frota, que ganhou 18 mil veículos na cidade na comparação entre os períodos analisados.

Educação– As campanhas educativas que o BPTran desenvolve com instituições parceiras ligadas ao trânsito são constantes. O trabalho é intensificado todos os anos em datas como o Dia do Motociclista, o Dia Nacional de Prevenção a Acidentes, a Semana Nacional do Trânsito e o Maio Amarelo. “Ao invés de uma caneta e um bloco de infrações de trânsito, os policiais militares têm investido no diálogo e aproximação com os condutores”, explicou o tenente.

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Além de blitzes educativas, palestras em universidades e escolas têm como objetivo informar o público jovem, a fim de que ele seja um disseminador de conhecimento para familiares e amigos. “Acreditamos que com a educação poderemos fazer mais, salvando vidas com a prevenção”, acrescenta o tenente Kowalski.

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Curitiba

Crise de abastecimento de remédios chega aos postos de saúde no Paraná

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A crise de abastecimento de remédio não só continua nas farmácias como já afeta os postos de saúde gerenciados pelas Prefeituras dos municípios do Paraná. Um ofício publicado no dia 22 de junho pelo Consórcio Paraná Saúde, que atua na aquisição de medicamentos para 398 municípios paranaenses, alertou sobre os medicamentos que estarão em falta para os próximos lotes de abastecimento.

Entre os remédios que podem faltar estão alguns essenciais para o tratamento de síndromes respiratórias, como Amoxilina + Clavunalato e Dipirona. Em pelo menos cinco prefeituras, também há falta de Tamiflu, antiviral para pacientes com complicações do vírus Influenza.

Segundo o consórcio, o problema se agravou nas últimas semanas, devido ao avanço da pandemia de coronavírus, ao aumento dos casos de doenças respiratórias em crianças, ao cenário de epidemias de dengue em várias regiões do Estado, e ainda pela falta de princípios ativos para a produção de diversos medicamentos.

Os remédios em falta, segundo o Consórcio Paraná Saúde, são: Amoxicilina + Clavulanato (50 + 12,5 mg/ml – suspensão oral), Dipirona Sódica – comprimido, Dipirona Sódica – solução injetável, Gentamicina 5 mg/ml – solução oftálmica e Hipromelose – 5 mg/ml – solução oftálmica.

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Os medicamentos em falta fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF), cuja responsabilidade pela aquisição é das Secretarias Municipais de Saúde para posterior dispensação no nível ambulatorial por meio das Unidades Básicas de Saúde e abastecimento das Unidades de Pronto Atendimento.

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