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Curitiba

AGLOMERAÇÕES Bloqueios não barram curitibanos nos parques durante a pandemia

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Apesar das orientações para que a população fique em casa para evitar propagação do coronavírus, muitos frequentadores dos parques de Curitiba estão seguindo normalmente a rotina de exercícios físicos nesses locais. Nem o bloqueio dos estacionamentos dos parques está sendo suficiente para impedir o grande volume de pessoas. No Barigui, por exemplo, as ruas laterais do parques estão ficando lotadas de carros estacionados.

A reportagem flagrou o Parque Barigui com grande concentração de pessoas nos últimos dias já com o bloqueio nos estacionamentos. As ruas no entorno do local serviram de estacionamento para os carros e, inclusive, os aparelhos de ginástica ao ar livre estavam sendo utilizados.

Por meio de nota, a prefeitura de Curitiba reforçou o pedido para que as pessoas tenham consciência da importância de evitar a propagação do coronavírus e, se possível, que as pessoas não saiam de casa. “A recomendação é para que a população evite sair de casa, a não ser que seja realmente necessário. Aqueles que insistem em praticar caminhada e outros exercícios ao ar livre, o indicado é que não seja feito em grupo ou aglomerações e se procure horários alternativos. Também é necessário manter os hábitos de higienização das mãos e uso do álcool em gel”.

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A Guarda Municipal tem feito trabalho de orientação nas ruas da capital, com conversas de instrução às pessoas quando estão reunidas em grupo, e também emitindo alertas sonoros com as viaturas.

É essencial evitar aglomerações

O médico cardiologista Marcelo Leitão, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, esclarece que desde que as recomendações sejam seguidas, é possível fazer atividades físicas em locais abertos sem risco. Porém, é essencial evitar localidades com grandes aglomerações.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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