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Copel promove 2.ª etapa de regularização de cabos de telecomunicações em Londrina

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A Copel vai fiscalizar a continuidade do mutirão de regularização de cabos de internet e telefonia na Avenida Higienópolis, área central em Londrina, no Norte, que será feito pelas operadoras de telecomunicações nos dias 1º, 2 e 3 de julho. A atividade será feita somente com boas condições climáticas e acontecerá das 9h às 11h e das 14h às 17h, nas duas datas.

A ação mobiliza 17 operadoras que foram notificadas pela companhia para adequar cabos em desacordo com normas técnicas e de segurança. Três novos mutirões em Londrina também estão previstos para o mês que vem.

O serviço adequará 82 postes do trecho entre a Avenida Juscelino Kubitschek (JK) e a Rua Sergipe. A iniciativa conta com o apoio da prefeitura, por meio da Londrina Iluminação e da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU), do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA) e do Conselho Regional dos Técnicos Industriais do Paraná (CRT-04). Agentes de trânsito da CMTU vão fazer a orientação do tráfego.

“A companhia reforça que a responsabilidade pela manutenção da fiação de telecomunicações é das operadoras, de acordo com normas estabelecidas em resoluções conjuntas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre o compartilhamento de postes”, explica o gerente de Estruturas da Copel, Fabrício Salmazo.

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De janeiro a maio de 2026, a Copel emitiu 341 notificações de regularização de cabeamento de internet e telefonia às prestadoras de serviços de Londrina. Em todo o ano passado, foram 714. Em 2026, a companhia já removeu mais 30 toneladas desses fios em ações realizadas em diversos municípios da área de concessão.

Na primeira etapa do mutirão, na Avenida Higienópolis, entre a Avenida Madre Leônia Milito e a Avenida Juscelino Kubitschek, área central da cidade, as operadoras de internet e telefonia retiraram mais de 900 quilos de cabos de telecomunicações que estavam em desacordo com as normas técnicas e de segurança.

O presidente da Londrina Iluminação, Vitor Horita, projeta resultado ainda mais expressivo. “Devido à quantidade de cabos obsoletos e irregulares arrancados na primeira fase, que foi muito alta, a estimativa é remover uma tonelada ou mais desses cabos. Contamos com a presença das operadoras para o sucesso do mutirão, nos dois dias de trabalho”.

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Casos de fiações que ofereçam risco à população podem ser comunicadas pelo telefone 0800 51 00 116.

MUTIRÕES EM JULHO – A Copel segue notificando operadoras de telefonia e internet para que promovam as adequações necessárias à regularização de cabos de telecomunicações. As próximas ações foram definidas em conjunto com a Prefeitura de Londrina, por meio da Londrina Iluminação, com cronograma já estabelecido.

Julho

Dia 21 – Rua Paraíba, em 31 postes (trecho entre a Rua Benjamin Constant e a Avenida Arcebispo Dom Geraldo Fernandes/Leste-Oeste).

Dia 22 – Rua Quintino Bocaiúva, em 66 postes (entre a Rua Benjamin Constant e a Avenida Rio Branco).

Dia 23- Calçadão Central, em 59 postes (da Rua Prefeito Hugo Cabral até a Rua Minas Gerais)

Fonte: Governo PR

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Startup incubada no Tecpar desenvolve tecnologia para elevar padrão da produção farmacêutica

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A Biovarts Indústria Farmacêutica, startup incubada no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), está desenvolvendo uma tecnologia de produção de microesferas cristalinas farmacêuticas que pode reduzir custos, aumentar a eficácia de medicamentos e diminuir a dependência brasileira de insumos importados.

A inovação poderá colocar o Brasil em um novo patamar tecnológico na produção de medicamentos, pois a fabricação das microesferas é uma oportunidade pouco explorada na indústria farmacêutica nacional. Embora quase invisíveis a olho nu, as microesferas têm papel fundamental na medicina moderna. Elas são produzidas a partir de celulose ou açúcar, utilizadas para proteger princípios ativos e promover a liberação controlada de medicamentos no organismo, aumentando a estabilidade, a absorção e a eficiência dos tratamentos.

Agora, com o apoio do Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec), a equipe da Biovarts trabalha no aperfeiçoamento da formulação e no desenvolvimento das máquinas capazes de produzir microesferas com elevado padrão de qualidade.

TECNOLOGIA ESTRATÉGICA – Hoje, grande parte dos insumos farmacêuticos utilizados pela indústria brasileira é importada. Em muitos casos, medicamentos e matérias-primas chegam praticamente prontos ao país, limitando a autonomia tecnológica nacional. A proposta da Biovarts é inverter essa lógica: a empresa desenvolve as microesferas farmacêuticas em diferentes granulometrias, incluindo faixas consideradas altamente complexas, entre 100 e 250 microns, um segmento dominado mundialmente por poucos fabricantes especializados.

Elas podem ser utilizadas em medicamentos de liberação prolongada, vitaminas, suplementos e tratamentos que exigem proteção contra fatores como umidade, oxidação e degradação dos princípios ativos. Entre as vantagens da tecnologia estão a maior estabilidade dos medicamentos, melhor absorção pelo organismo e a simplificação dos processos produtivos, reduzindo etapas industriais e contribuindo para a diminuição dos custos de fabricação.

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Além da aplicação farmacêutica, a tecnologia possui potencial de utilização em diferentes setores industriais, como filtros, baterias e processos químicos. Neste momento, entretanto, o foco da startup está concentrado exclusivamente na saúde.

PARCERIA – A entrada da Biovarts na Intec representa um passo importante para a consolidação da empresa. Por meio da incubação, a startup passa a contar com suporte técnico, assessorias especializadas, conexões estratégicas e acesso ao ecossistema de inovação do Tecpar, ambiente que tem contribuído para o surgimento e fortalecimento de empresas de base tecnológica no Paraná.

Para Alessandro Padilha, um dos sócios da Biovarts, esse apoio é fundamental para transformar uma tecnologia promissora em uma solução de impacto nacional.  “Nossa entrada no Tecpar é um divisor de águas para a Biovarts, porque o setor farmacêutico é um dos que mais cresce no mundo, mas o Brasil ainda depende da importação de matéria-prima. Estar dentro da incubadora do Tecpar viabiliza o desenvolvimento da nossa tecnologia, fazendo com que a produção de medicamentos genéricos tenha um custo no mínimo 30% mais baixo do que temos como referência hoje”, explica.

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“Isso não só beneficia a economia, mas também coloca o Paraná e o Brasil no mapa do desenvolvimento de primeiro mundo, é a inovação de ponta gerando saúde acessível para a população”, afirma Alessandro.

INOVAÇÃO – Para o diretor-presidente do Tecpar, Eduardo Marafon, iniciativas como a da Biovarts demonstram o potencial da inovação brasileira para resolver desafios estratégicos do país. “A missão do Tecpar é apoiar o desenvolvimento de tecnologias que gerem impacto econômico e social. Projetos como o da Biovarts mostram como o conhecimento científico, aliado ao empreendedorismo e à inovação, pode criar soluções capazes de fortalecer a indústria nacional, ampliar a competitividade do Brasil e gerar benefícios diretos para a população. É justamente esse tipo de iniciativa que buscamos estimular por meio da incubação e dos programas de apoio tecnológico do instituto”, destaca Marafon.

EDITAL ABERTO – Empresas ou startups que desenvolvem soluções inovadoras de base tecnológica nas áreas de saúde, bioprodutos, turismo, cidades inteligentes, sustentabilidade ambiental e energias renováveis podem se inscrever no edital de chamamento público da incubadora tecnológica do Creative Hub para o ciclo de 2026.

Os interessados precisam apresentar propostas de produtos, serviços ou modelos de negócio inovadores, conforme critérios que serão avaliados por uma banca examinadora. Consulte o edital AQUI.

Fonte: Governo PR

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