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Conheça cinco destinos brasileiros para quem quer tranquilidade no Carnaval

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Se a ideia no Carnaval for trocar o batuque pela tranquilidade de um destino isolado, tendo a natureza como companhia, o Brasil oferece locais perfeitos para desacelerar enquanto o resto do país ferve. E muitos viajantes escolhem exatamente esta época do ano com este objetivo: segundo um estudo do Ministério do Turismo em parceria junto à Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, o turismo de bem-estar é uma das modalidades que mais despertam o interesse dos turistas brasileiros (15%).

Neste ano, a expectativa do órgão é que cerca de 65 milhões de foliões saiam às ruas de todo o Brasil no período, um aumento expressivo, de 22%, em relação ao Carnaval de 2024. A fim de orientar quem deseja escapar do agito, o Ministério do Turismo montou uma lista com sugestões de destinos de norte a sul do país. Confira:

REGIÃO NORTE

No Norte do Brasil, o Parque Estadual do Jalapão, no Tocantins, é ideal para escapar das festas. Com cachoeiras, dunas e rios de águas cristalinas, a unidade oferece a tão sonhada distância das multidões. A água que brota das areias claras cria o fenômeno da ressurgência, que impede até o banhista mais persistente de afundar. O ponto de partida é Palmas. Da capital do estado, são 64 km pela rodovia TO-050 até Porto Nacional e, depois, 116 km pela TO-255 até Ponte Alta do Tocantins, considerada a porta de entrada do Jalapão.

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REGIÃO NORDESTE

Enquanto João Pessoa (PB) ferve durante o Carnaval, a Praia de Coqueirinho, no município de Conde, respira calmaria. O local é reconhecido pelas águas cristalinas e coqueiros que formam um cenário cinematográfico, ideal para passeios tranquilos em família. Ainda na cidade, Tambaba, primeira praia oficial de naturismo do Brasil, encanta com falésias e piscinas naturais. A distância entre o município e João Pessoa varia de 23 a 30 km, dependendo da rota (BR-230/101 ou PB-008).

REGIÃO SUDESTE

Enquanto a maioria das cidades históricas da região são tomadas por visitantes em busca de animação, a Serra da Canastra (MG) serve de refúgio para quem busca sossego. O contato com a natureza proporciona experiências inesquecíveis, com cachoeiras, trilhas, lagos e grutas em meio a fauna e flora preservados. São Roque de Minas é a cidade mais próxima dos atrativos, disponibilizando passeios, hospedagem e alimentação. Na região, é possível saborear o Queijo Canastra, fabricado há mais de dois séculos por produtores artesanais de leite cru, que garantiram o título de Patrimônio Imaterial a Minas Gerais e ao Brasil.

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REGIÃO CENTRO-OESTE

Localizada no extremo norte do estado de Goiás e a 234 km do centro de Brasília (DF), a Chapada dos Veadeiros reúne cachoeiras, cânions, paredões e piscinas naturais de águas cristalinas. Os principais portões de acesso são as cidades de Alto Paraíso e São Jorge. A primeira figura entre os destinos mais místicos do Brasil. Já a segunda abriga a entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, declarado Patrimônio Mundial Natural pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

REGIÃO SUL

Os impressionantes cânions do Parque Nacional de Aparados da Serra e da Serra Geral, em Santa Catarina, compõem o roteiro turístico ideal para um verdadeiro mergulho em atrativos naturais. A região contempla o gosto do visitante por ecoturismo e as tradições culturais e culinária da região, colonizada por italianos, portugueses e alemães. Lá, expedições desbravam o interior dos cânions entre serras abruptamente recortadas, partindo de cidades próximas às praias do litoral sul do estado. A maioria delas é acessada pela BR-101, que liga Santa Cataria ao Rio Grande do Sul.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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