Connect with us


Agro

Concurso de Produtividade do Milho Inverno 2026 abre inscrições com meta de mais de 300 áreas auditadas e nova rede de parceiros

Publicado em

Inscrições abertas para o Concurso de Produtividade do Milho Inverno 2026

O Grupo Tático de Aumento de Produtividade (Getap) abriu as inscrições para o Concurso de Produtividade do Milho Inverno 2026, com expectativa de superar 300 áreas auditadas e ampliar a regionalização dos dados. O objetivo é fortalecer a representatividade das diferentes realidades produtivas do país e promover o compartilhamento de práticas agronômicas de alta performance.

Segundo o Getap, a edição deste ano chega com expansão da rede de parceiros, reforçando a presença de empresas do setor químico, além da entrada inédita de uma fabricante de máquinas agrícolas e do retorno de companhias de biológicos. Essa diversidade, segundo a organização, fortalece a geração de conhecimento técnico e o intercâmbio de soluções inovadoras entre produtores.

Foco técnico: auditoria e coleta de dados padronizados

O concurso tem como base a coleta estruturada de informações técnicas de manejo em cada área participante. Esses dados alimentam um banco de informações do Getap, utilizado em análises e na elaboração de recomendações estratégicas ao setor produtivo.

De acordo com Gustavo Capanema, coordenador técnico do Getap, o propósito do concurso vai além da simples comparação de resultados.

“Buscamos consolidar evidências de campo que possam orientar decisões e refinar estratégias agronômicas, com base em análises técnicas padronizadas”, explica.

Inscrições gratuitas e processo simplificado

As inscrições estão abertas até abril de 2026 e podem ser realizadas diretamente pelo site www.getap.agr.br. Produtores e responsáveis técnicos podem cadastrar uma ou mais áreas de forma simplificada, com um único preenchimento de informações na plataforma.

Leia mais:  Mercado de arroz segue estável e com boas perspectivas

O cadastro também pode ser feito por meio dos patrocinadores, que oferecem cupons de inscrição gratuita. Agricultores independentes, sem vínculo com patrocinadores, terão acesso a códigos promocionais disponibilizados no próprio site.

Entretanto, caso optem pela auditoria completa das áreas, os custos relacionados às análises técnicas não estão inclusos no registro gratuito.

Regionalização e auditoria são pilares da edição 2026

Para a edição de 2026, o eixo de auditoria será central na estratégia de qualificação do banco de dados, com a meta de aumentar o número e a diversidade das áreas avaliadas.

“A grande expectativa é que a regionalização traga ainda mais diversidade e equilíbrio competitivo ao concurso”, destaca Capanema.

A regionalização, que já havia mostrado forte adesão em 2025, permite comparar desempenhos em diferentes condições produtivas, enriquecendo as análises e contribuindo para a evolução técnica dos participantes.

Parcerias ampliam escopo tecnológico do concurso

O Concurso do Milho Inverno 2026 reforça sua rede de patrocinadores e parceiros, que agora abrange empresas dos segmentos químico, genético, biológico e de maquinário agrícola.

Leia mais:  Nova lei garante alívio tributário para cooperativas e preserva competitividade do setor

Além do suporte tradicional em genética e insumos químicos, a entrada de uma empresa de máquinas reforça a importância da eficiência operacional e do papel do maquinário no desempenho do milho.

O retorno de companhias do setor de biológicos também representa a consolidação de um mercado em expansão e a busca por manejos integrados, que combinem soluções químicas e biológicas de forma complementar.

“Gostamos de incentivar o uso conjunto de biológicos e químicos — não como substitutos, mas como aliados na construção de sistemas produtivos mais eficientes”, enfatiza Capanema.

Site e inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

Published

on

A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

Leia mais:  Mapa apresenta avanços do CEFENP na COP 30 e reforça transição para um agro mais eficiente e de baixa emissão
Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

Leia mais:  Senar MT oferece mais de mil cursos de capacitação em fevereiro para trabalhadores rurais

Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262