Política Nacional
Comissão debate proteção legal da bacia do rio Tapajós
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados promove, nesta quarta-feira (1º), seminário sobre a proteção da bacia do rio Tapajós. O evento será realizado às 14 horas, no plenário 2.
O evento foi solicitado pela deputada Duda Salabert (PDT-MG) para discutir o relatório “Rio Tapajós: Análise Jurídica da Legislação Ambiental Brasileira”. O documento identifica lacunas normativas, desafios institucionais e impactos da fragmentação da governança sobre os rios e as comunidades tradicionais da região.
Duda Salabert afirma que o seminário também vai apresentar um mapa digital interativo, elaborado pela instituição EcoSaMa, para subsidiar estratégias de fortalecimento da proteção legal do Tapajós e seus afluentes.
Importância e desafios
“A bacia do rio Tapajós é uma das mais importantes da Amazônia brasileira, abrangendo uma região de grande diversidade socioambiental e cultural, habitada por dezenas de povos indígenas, comunidades tradicionais, populações ribeirinhas e urbanas”, ressalta a deputada.
Nas últimas décadas, no entanto, ela afirma que o território tem sido ameaçado por projetos de infraestrutura, expansão do agronegócio, desmatamento e conflitos fundiários.
Da Redação – ND
Fonte: Câmara dos Deputados
Política Nacional
Aproveitamento hidrelétrico em terra indígena de SC vai a Plenário
A Comissão de Infraestrutura (CI) aprovou, nesta quarta-feira (10), projeto que permite a construção de usinas hidrelétricas no Rio Irani, nas terras indígenas de Toldo Chimbangue I e II, em Santa Catarina. O texto segue para análise do Plenário.
O colegiado acatou o relatório do senador Jorge Seif (PL-SC) ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 723/2019, do ex-senador e atual governador de Santa Catarina, Jorginho Mello.
No relatório, Seif defende que as usinas promoverão desenvolvimento social e econômico à região, além de dar mais segurança energética.
“Ao autorizar a implantação do aproveitamento hidrelétrico, o Congresso contribui para uma solução equilibrada que concilia desenvolvimento, sustentabilidade e respeito aos direitos dos povos indígenas”, diz no relatório.
Segundo o texto, a usina só poderá ser implantada com prévio estudo e relatório de impacto ambiental, que deverão incluir alternativas e possíveis consequências ao meio ambiente do local. Também deve ser produzido estudo antropológico sobre as comunidades que serão atingidas pelo empreendimento.
Seif reconhece que ainda não há uma lei geral que permita empreendimentos do tipo, uma exigência da Constituição. No entanto, a Convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que trata sobre direitos de povos indígenas, cumpre esse papel, na avaliação do relator. O acordo internacional foi incorporado na legislação brasileira pelo Decreto Legislativo 143, de 2002.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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