Connect with us


Paraná

Com apoio do IDR-Paraná, produtores de queijo da região central criam associação

Publicado em

Desde dezembro do ano passado um grupo de produtores de queijo e derivados de leite de Guarapuava e Laranjeiras do Sul vem se organizando para melhorar a qualidade dos seus produtos e buscar novos mercados. Com a orientação do IDR-Paraná, foi criada a Associação dos Produtores de Queijo e Derivados de Leite da Região Centro do Paraná (APROLEQ), que já conta com 24 associados.

Os integrantes da associação já lidavam com a produção de queijo há algum tempo. Mas foi a partir de uma capacitação, realizada no ano passado, que eles compreenderam a importância da regularização das agroindústrias e da força de uma instituição associativa.

O curso contou com a colaboração da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento, Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, Ministério da Agricultura e Pecuária, Unicentro, Universidade Federal da Fronteira Sul, Centro Estadual de Educação Profissional, Cresol e prefeituras.

Foram realizados oito módulos presenciais que abordaram todos os aspectos da cadeia produtiva do queijo. Os participantes do curso tiveram a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a alimentação do rebanho, bem-estar animal, obtenção do leite de qualidade, regulamentação de agroindústrias, boas práticas de fabricação, organização rural e comercialização.

Leia mais:  Boletim da dengue confirma 4,9 mil novos casos e 6 óbitos pela doença no Estado

Segundo Daniela Ragazzon, do IDR-Paraná de Laranjeiras do Sul, o incentivo à organização dos produtores de forma associativa é uma das ações do instituto para melhorar a competitividade dos produtos da agricultura familiar. O Paraná é o segundo maior produtor de leite do País e a produção de queijos agrega valor para o produtor rural. Com as certificações adequadas, eles conseguem inclusive vender em outras regiões do Paraná e do Brasil.

“A criação da APROLEQ deve fomentar a produção de queijos e derivados de leite, incrementar o processo de inserção desses produtos no mercado, estimular o potencial turístico da mesorregião Centro, bem como formar representatividade para que os produtores tenham acesso a políticas públicas”, observou.

Até o fim deste mês deve ser feita a regularização documental da APROLEQ. Roberto Carlos de Oliveira, de Guarapuava, vai responder pela presidência da associação.

Fonte: Governo do Paraná

Comentários Facebook

Paraná

Policial civil denunciado pelo MPPR em Umuarama perde o cargo e é condenado a 5 anos e 9 meses de prisão por desviar caça-níqueis para explorar jogos ilegais

Published

on

Um agente da Polícia Civil do Paraná foi condenado à perda do cargo público e à pena de 5 anos e 9 meses de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 12.144,00, pelo crime de peculato. A sentença foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Umuarama, que julgou parcialmente procedente ação penal ajuizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná a partir da Operação Alcova, deflagrada em setembro do ano passado contra uma organização criminosa que explorava jogos de azar e jogo do bicho no município.

A investigação revelou que o policial civil, valendo-se das facilidades de sua função, desviou sete máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas e que deveriam ser encaminhadas ao depósito judicial. O material foi transportado durante a noite e fora do horário de expediente, em uma viatura descaracterizada, até uma propriedade rural ligada ao grupo criminoso. Posteriormente, uma das máquinas foi localizada pela polícia, novamente em operação, em um dos bares pertencentes ao grupo.

Leia mais:  Estado recebe comitiva de Portugal para troca de experiências na área de inovação

Outras condenações – Além do policial, a Justiça condenou um empresário, apontado como gestor operacional e financeiro da organização criminosa, os proprietários de dois bares e o gerente dos equipamentos pelas práticas de organização criminosa e contravenção de jogos de azar e jogo do bicho. As penas foram de 6 anos, 4 meses e 10 dias mais cerca de R$ 75.900,00 de multa para o empresário, 5 anos, 4 meses e 5 dias mais pagamento de multa de aproximadamente R$ 2.176 para um dos réus que administrava um bar e 8 anos, 4 meses e 5 dias de prisão mais multa de aproximadamente R$ 2.682 para os outros dois réus. Eles mantinham de forma estável pontos de aposta com máquinas de caça-níqueis, de apostas e aplicativos de bingo. Cabe recurso da decisão.

Processos 0005080-16.2025.8.16.0173 e 0013003-93.2025.8.16.0173

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262