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CNH do Brasil, recorde de leilões e retomada dos projetos ferroviários marcaram 2025

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2025 se consolidou como um ano histórico para a infraestrutura rodoviária e a mobilidade do país: foram 13 leilões, que garantiram investimento de R$135 bilhões em mais de 6.200 quilômetros de estradas. Até o fim da atual gestão, o Ministério dos Transportes terá realizado 36 concessões, sendo 22 apenas entre 2023 e 2025, que garantiram um recorde de R$247 bilhões aplicados.

As ferrovias também tiveram destaque, com o lançamento da Política Nacional de Outorgas Ferroviárias, que prevê 8 leilões para 2026, com R$140 bilhões em investimentos injetados no modal.

“É uma política nacional inédita, com alinhamento dos projetos a práticas de estruturação mais modernas, à modelagem econômica e financeira também, uma política alinhada à definição de regras contratuais que nós trouxemos do ambiente rodoviário para ferrovias. Isso foi uma decisão de país e vai ser transformador”, afirma o ministro dos Transportes, Renan Filho.

Com a ampliação dos investimentos em infraestrutura, transporte e logística, a pasta alcançou R$350 bilhões, somando recursos públicos e privados.

2025 foi um ano histórico também para milhões de brasileiros que têm o sonho de dirigir. Em dezembro foi lançado o programa CNH do Brasil, que reduz em até 80% o custo para a obtenção da habilitação, além de diminuir o tempo de formação e flexibilizar as aulas.

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Desde o lançamento da iniciativa, em 9 de dezembro, mais de 2 milhões de brasileiros já abriram o processo para solicitar o documento, via aplicativo.

Ainda em dezembro foi publicada a Medida Provisória n.º 1.327, que beneficia bons condutores com a renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), sem necessidade de exames presenciais, deslocamentos ao Departamento de Trânsito (Detran) ou pagamento de taxas adicionais.

“Qual era o benefício para quem sempre dirigiu corretamente, nunca cometeu infração? Nenhum. Essa injustiça acabou. O bom condutor agora será reconhecido e terá sua vida facilitada. É uma virada de chave, em vez de só punir, estamos incentivando o comportamento correto”, destaca o ministro dos Transportes, Renan Filho.

Caminhos mais seguros

O aumento dos investimentos e da retomada de mais de mil contratos de obras públicas que estavam paralisados ou em ritmo lento reflete na qualidade da malha rodoviária federal.

O Índice de Condição da Manutenção (ICM) do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), aponta que a proporção de rodovias federais em boas condições subiu para 69% em 2025, um avanço de 17% em relação a 2022. Já a parcela de rodovias em condições ruins ou péssimas caiu de 23% em 2022 para 12% em 2025.

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“Vamos encerrar este governo do presidente Lula com 36 leilões e aproximadamente R$400 bilhões em investimentos em infraestrutura rodoviária contratados. Vai ser o maior ciclo de investimentos na nossa infraestrutura nos últimos tempos”, ressalta Renan Filho.

Com projetos inovadores, melhorias concretas e ampliação de recursos, 2025 consolidou uma política de transportes que fortalece a economia, desenvolve o país e transforma a vida dos cidadãos.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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MME estabelece diretrizes para realização dos Leilões de Energia Existente de 2026

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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta segunda-feira (1º/6), a Portaria nº 135, que trata das diretrizes para a realização dos Leilões de Energia Existente “A-1”, “A-2” e “A-3” de 2026. A medida estabelece novos parâmetros para contratação de energia elétrica, com foco na redução de custos ao consumidor e no fortalecimento da segurança energética do país, buscando aprimorar o funcionamento do setor, com mecanismos que ampliam a previsibilidade e reduzem pressões inflacionárias sobre as tarifas.

Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, os leilões cumprem papel central na garantia do abastecimento energético e na proteção do consumidor. “Estamos aperfeiçoando a contratação de energia para garantir abastecimento com mais previsibilidade e menor impacto para o consumidor. Ao desindexar esses contratos, reduzimos pressões inflacionárias sobre as tarifas e tornamos o setor elétrico mais eficiente e aderente às condições de mercado”, disse.

A previsão é que os certames sejam realizados em novembro deste ano, com contratos com prazo de suprimento de dois anos com início para janeiro de 2027, no caso do “A-1”, janeiro de 2028, para o “A-2”, e janeiro de 2029, para o “A-3”. Os Leilões de Energia Existente viabilizam a contratação de energia gerada por usinas já em operação comercial, assegurando o atendimento da demanda das distribuidoras nos próximos anos com a energia disponível no sistema.

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A quantidade de energia a ser contratada será definida a partir das Declarações de Necessidade apresentadas pelas distribuidoras ao longo do processo. Diferentemente de outros certames do setor elétrico, os Leilões de Energia Existente não envolvem a contratação de potência, mas sim de energia destinada à recomposição dos portfólios das distribuidoras por meio de novos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEAR), substituindo os contratos que estão próximos do vencimento. O volume financeiro a ser movimentado também dependerá diretamente da demanda declarada pelas distribuidoras durante as etapas do processo.

A publicação estabelece a negociação de produtos por quantidade, por meio de CCEAR, abertos a todas as fontes de geração. Com intuito de manter os preços compatíveis com as práticas de mercado para contratos de curto e médio prazo, uma das principais inovações é a manutenção dos preços sem atualização ao longo de sua vigência, prática já adotada em leilões anteriores.

Tal medida representa um passo importante no processo de desindexação das tarifas de energia elétrica no Ambiente de Contratação Regulado (ACR), ou seja, não haverá atualização do preço da energia elétrica durante a vigência dos contratos dos leilões “A-1”, “A-2” e “A-3”. Atualmente, a maior parte dos contratos é reajustada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que contribui para a propagação da inflação ao longo do tempo. Com a retirada desse mecanismo de correção, reduz-se a chamada inércia inflacionária – fenômeno em que aumentos passados de preços são automaticamente repassados para os períodos seguintes, mesmo sem justificativa nos custos atuais – e os preços da energia passam a refletir de forma mais aderente as condições reais de mercado, especialmente nos contratos de curto e médio prazo.

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Cronograma para as distribuidoras

Para participação nos Leilões de Energia Existente de 2026, os agentes de distribuição deverão apresentar suas Declarações de Necessidade entre os dias 11 e 21 de agosto, conforme orientações a serem divulgadas pelo MME. As declarações devem indicar os volumes de energia elétrica demandados para o atendimento à totalidade de seus mercados consumidores, considerando o início de suprimento em janeiro de cada ano (2027, 2028 e 2029).

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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