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Cerca de 30% dos veículos do Paraná estão com licenciamento irregular

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O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) alerta sobre a obrigatoriedade do pagamento do Certificado de Licenciamento de Veículo (CRLV-e), que é cobrando no segundo semestre. O documento só é emitido após a quitação. Transitar sem essa regularização configura uma infração de trânsito, com pena pecuniária e aplicação de pontos na CNH.

O calendário já passou da metade no Paraná. O período para quitação vence ao longo do mês de acordo com o final das placas. Para aqueles de placa com final 1 e 2, o pagamento do licenciamento expirou em agosto; para placas que terminam com 3, 4 e 5 venceu em setembro; com final 6, 7 e 8, em outubro; e os veículos com finais 9 e 0 terão vencimento em novembro.

Segundo levantamento da Coordenadoria de Veículos do Detran-PR, 30% da frota, estimada em 8 milhões de veículos, ainda não estão com a situação regularizada. São veículos com final de placa 1, 2, 3, 4 e 5, cujos documentos deveriam ter sido quitados até o final de setembro.

O Certificado de Licenciamento Anual possui uma taxa de R$ 90,94. O pagamento pode ser feito via pix, nos caixas eletrônicos ou pelo internet banking dos bancos credenciados. Ele só ficará disponível para o usuário se o IPVA e as multas impostas também estejam quitados.

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“É importante que os cidadãos respeitem a data limite para quitação, já que circular de forma irregular é uma infração gravíssima”, afirma o coordenador de Veículos do Detran-PR, Eduardo Shuelter.

DIGITAL  O CRLV não é mais emitido em papel-moeda desde 1º de janeiro de 2021, em cumprimento à Deliberação 180/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 30 de dezembro de 2019. Apenas está disponível em versão digital (CRLV-e). É possível emiti-lo no portal do Detran em formato PDF, pelos aplicativos Carteira Digital de Trânsito (ou AQUI) e Detran Inteligente (ou neste LINK), e imprimir em qualquer impressora comum.

O CRLV-e é emitido em até três dias após a quitação de todos os débitos do veículo (licenciamento, IPVA e multas). O Detran-PR não envia carta de aviso aos proprietários.

LEGISLAÇÃO  O motorista que é flagrado circulando com um veículo que não esteja devidamente licenciado comete uma infração de trânsito gravíssima. O Artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê aplicação de multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e apreensão do veículo.

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Fonte: Governo PR

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Estado amplia capacitação e implante contraceptivo chega a quase 2 mil mulheres no Paraná

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O acesso a métodos contraceptivos de longa duração tem avançado no Paraná, ampliando a oferta de serviços voltados à saúde da mulher na rede pública. A procura pelo implante contraceptivo subdérmico segue em alta no Sistema Único de Saúde (SUS), com 1.990 inserções realizadas apenas nos dois primeiros meses de 2026. O método foi incluído no SUS em 2025 e o Paraná realizou 1.656 implantes já naquele ano.

Esse avanço está diretamente relacionado à estratégia de distribuição do contraceptivo e à capacitação de profissionais da rede pública. Em 2026, o Ministério da Saúde ampliou o envio dos implantes para municípios com menos de 50 mil habitantes, alcançando 363 cidades. No ano anterior, a distribuição havia contemplado apenas 36 municípios de maior porte.

O implante de etonogestrel é um método reversível e de alta eficácia, que se soma a outras opções já disponíveis no SUS. Ele atua no organismo por até três anos, sem necessidade de intervenções. Passado esse período, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, um novo pode ser inserido imediatamente na Unidade Básica de Saúde (UBS). A fertilidade retorna rapidamente após a remoção.

O secretário estadual da Saúde, César Neves, destacou que o atendimento no Paraná segue evoluindo com responsabilidade e celeridade, tanto no procedimento quanto na capacitação dos profissionais. “O progresso na oferta do implante contraceptivo no Paraná representa mais autonomia e segurança para as mulheres no planejamento familiar. Estamos ampliando o acesso a um método eficaz e de longa duração, com distribuição e capacitação dos profissionais em todo o Estado”, disse.

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Desde janeiro, o Paraná intensifica o treinamento para inserção do implante, promovidas tanto pelas Regionais de Saúde quanto pelos próprios municípios. Até a segunda quinzena de abril, foram realizadas 10 encontros pelas Regionais, totalizando 714 profissionais treinados, entre médicos e enfermeiros. Novas 12 oficinas já estão programadas entre o fim de abril e o início de julho, com previsão de capacitar mais 650 profissionais da Atenção Primária à Saúde.

A diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes, reforçou o impacto da iniciativa de preparação dos profissionais da saúde para ampliar e qualificar a oferta do método na Atenção Primária à Saúde. “É essencial para que o enfermeiro se sinta seguro e apto a ofertar o implante contraceptivo, especialmente nos municípios que estão iniciando o serviço, qualificando o atendimento e ampliando o acesso da população ao método”, afirmou.

Além disso, uma nova etapa de formação coordenada pelo Ministério da Saúde está prevista para junho, com foco em 400 profissionais de enfermagem dos municípios com menos de 50 mil habitantes, incluindo representantes das Regionais de Saúde e do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI).

ACESSO AO MÉTODO – O implante contraceptivo está disponível para pacientes entre 14 e 49 anos. Para as pacientes interessadas no uso do Implanon, o processo inicia na Atenção Primária à Saúde (APS), por meio da  Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência, onde deverá ser realizado um agendamento para o atendimento. Tanto médicos como enfermeiros capacitados podem inserir o implante, de acordo com o desejo e condições de saúde detalhados durante a consulta.

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Carolina Bolfe Poliquesi, coordenadora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, ressalta a importância da conscientização e das ações preventivas no combate a doenças e na promoção da saúde pública no Estado. “Além do implante, a consulta é uma oportunidade de promoção à saúde, aos direitos sexuais e reprodutivos. É o momento para atualizar o calendário vacinal e realizar os exames de prevenção do câncer de colo e mama”, explicou.

DISTRIBUIÇÃO – O Paraná recebeu, em 2026, aproximadamente 19 mil unidades do implante contraceptivo e todos os municípios já receberam. No entanto, parte deles ainda está em fase de organização do serviço, especialmente na capacitação das equipes, etapa necessária para iniciar a oferta do método à população.

CONTRACEPTIVOS – Entre os contraceptivos atualmente oferecidos no SUS, até então, somente o DIU de cobre era classificado como LARC — sigla em inglês para contraceptivos reversíveis de longa duração. Esses métodos são considerados mais eficazes no planejamento reprodutivo por não dependerem do uso contínuo ou correto por parte da usuária, como ocorre com os anticoncepcionais orais ou injetáveis. Os LARC são reversíveis e seguros.

Fonte: Governo PR

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