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Brasil

Cantor do The Voice Kids, de 15 anos, é assassinado a tiros

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Revelado nacionalmente durante sua participação no The Voice Kids, da TV Globo, o cantor Arthur Almeida foi morto na tarde desta quinta-feira (30), em Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. Mais conhecido como Tuca Almeida, o garoto de 15 anos era natural de Belo Horizonte, e morava em Pernambuco desde 2014 junto com sua família materna.

De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, um grupo de seis homens entrou em um estabelecimento comercial procurando pelo cunhado de Arthur, que estava com ele.  “De acordo com informações preliminares, um grupo formado por seis homens encapuzados adentrou em um estabelecimento comercial, efetuando disparos de arma de fogo. Procuravam, supostamente, pelo cunhado da vítima, que estava no local acompanhando o jovem e conseguiu fugir”, diz a nota da Polícia Civil enviada ao Diário de Pernambuco.

Ainda segundo o jornal, ocunhado de Arthur é um presidiário colocado em liberdade como medida de prevenção à disseminação da Covid-19 no sistema penitenciário.

Notas de pesar
Tuca Almeida participou da versão infantil do The Voice em 2018, quando tinha apenas 13 anos. Na ocasião da audição às cegas, ele se apresentou com a canção “Price Tag”, de Jessie J., e mostrou todo o seu talento no palco do programa, mas não permaneceu na competição, já que os jurados Simone e Simaria, Claudia Leitte e Carlinhos Brown não viraram as cadeiras.

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Apesar de ter sido eliminado ainda na fase inicial do The Voice Kids, ele não desanimou: passou a fazer campanhas publicitárias regionais e também se apresentava em alguns eventos.

No Instagram, Tuca fez sua última publicação no dia 6 de março; é lá que amigos e admiradores já publicam mensagens de conforto e pesar aos familiares. Em seu perfil, ele definia a mãe, Matilde Azevedo, como “a pessoa mais especial” de sua vida.

O Colégio Madre de Deus, onde o garoto cursava o primeiro ano do ensino médio, lamentou a morte. “Era um menino de ouro e muita luz, que só fazia o bem, além de um excelente aluno. O colégio, por meio de sua administração, professores, funcionários, colegas e comunidade, lamenta profundamente essa tragédia e neste momento de dor e perda, transmite os seus sentimentos aos familiares, amigos e colegas. Estamos de luto”, encerra a nota.

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Mato Grosso do Sul recebe 46,5 mil doses da vacina contra a Chikungunya

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O estado de Mato Grosso do Sul começou a receber, de forma fracionada e conforme a capacidade da rede de frio local, a partir desta quinta-feira (16) até o final de abril, um total de 46,5 mil doses da vacina contra a chikungunya. O imunizante, desenvolvido pelo Instituto Butantan, está sendo destinado, com apoio do Ministério da Saúde, ao estado diante do aumento de casos, especialmente entre a população indígena. Dourados (MS) e Itaporã (MS) serão contemplados com 43,5 mil e 3 mil doses, respectivamente. Trata-se da primeira vacina do mundo desenvolvida para a doença.

A vacinação está prevista para começar no dia 27 de abril. A recomendação do Ministério da Saúde é que seja realizado microplanejamento local, com priorização das áreas de maior risco epidemiológico e uso estratégico das doses disponíveis, com objetivo de vacinar a população em até duas semanas, prorrogáveis por mais duas. A estratégia inclui Dia D de mobilização e ações de vacinação extramuros.

O imunizante foi aprovado no ano passado pela Anvisa para pessoas de 18 a 59 anos com risco aumentado de exposição à doença. A meta é vacinar 27,69% dessa população em Dourados e 21,2% em Itaporã.

A vacina contra Chikungunya é um projeto do Instituto Butantan. Além de Dourados e Itaporã, a estratégia a vacinação já foi iniciada em municípios como Simão Dias, Barra dos Coqueiros e Lagarto (SE), Santa Luzia, Sabará e Congonhas (MG) e Mirassol (SP).

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Vacina

A vacina do Butantan contra a Chikungunya é a primeira do mundo a ser disponibilizada para prevenir a doença. A Anvisa comprovou a segurança e capacidade do imunizante de gerar anticorpos com base na avaliação de ensaios clínicos feitos nos Estados Unidos e publicados na revista científica The Lancet. Dos 4 mil voluntários adultos que participaram da pesquisa, 98,9% produziram anticorpos neutralizantes. Além do Brasil, o produto já foi aprovado para uso no Canadá, Reino Unido e Europa.

Por ser desenvolvido com tecnologia de vírus atenuado, o imunizante é contraindicado para gestantes, lactantes, pessoas imunossuprimidas ou imunodeficientes, pessoas que tenham mais de uma condição médica crônica ou mal controlada (comorbidades) e com alergia aos componentes da vacina.

Reforço para a assistência em Dourados

Além da vacina, o Ministério da Saúde investiu R$ 28,4 milhões em ações emergenciais para ampliar a capacidade de atendimento e fortalecer a rede assistencial especializada em Dourados e região. Também foram distribuídas 2 mil cestas de alimentos. A previsão é que, até junho, sejam distribuídas 6 mil unidades, em conjunto com a Funai, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Defesa Civil. 

No início de abril, foram incorporados 50 novos Agentes de Combate às Endemias (ACE), que atuam diretamente nas aldeias Jaguapiru e Bororó, realizando visitas domiciliares, eliminação de criadouros e aplicação de inseticida com equipamentos de Ultrabaixo Volume (UBV) costal. A tecnologia empregada utiliza inseticidas de ação rápida, com efeito knockdown, capazes de interromper o ciclo de transmissão ao eliminar o mosquito adulto. 

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As equipes também atuam na remoção de resíduos e objetos que acumulam água parada, principais focos do Aedes aegypti. Até o momento, foram visitados 1,9 mil imóveis, o que resultou na retirada de 575 sacos de materiais inservíveis, ou seja, com potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. Somam-se a essa força-tarefa 40 militares do Exército Brasileiro. 

Além disso, foi iniciada a instalação de Estações Disseminadoras de Larvicida (EDLs), tecnologia incorporada ao SUS para ampliar o controle do vetor. Das 1.000 unidades destinadas ao município, 240 já foram instaladas nos assentamentos Santa Fé e Santa Felicidade, Jockey Clube, Vila Mariana, Parque das Nações I e II, Terra Dourada, Comunidade Vitória, Parque do Lago I e II e imediações. O dispositivo permite que o próprio mosquito transporte o larvicida para criadouros de difícil acesso, interrompendo o ciclo de reprodução. 

A atuação da Força Nacional do SUS resultou em mais de 2,5 mil atendimentos clínicos, 130 remoções, 358 visitas domiciliares e 804 exames realizados. Também houve atenção à saúde do trabalhador, com atendimentos às equipes envolvidas. 

João Vitor Moura
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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