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Secretaria da Cultura do Paraná viabiliza projeto artístico em 10 escolas públicas de Curitiba

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O projeto 2030 Ação Educativa, viabilizado pela Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, realizou intervenções em dez escolas públicas municipais de Curitiba, levando arte e ações pedagógicas diretamente aos estudantes nas dez regionais da cidade. A iniciativa promoveu a compreensão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela ONU, por meio de atividades gratuitas, inclusivas e acessíveis que, para além de murais, passaram também pela literatura.

Para Giusy de Luca, idealizadora do projeto, levar arte às escolas tem sido uma forma de assegurar que as crianças e jovens possam se conectar com formas de ensino mais lúdicas. “Garantir que a arte chegue ao ensino público é garantir que os alunos tenham acesso a ferramentas de pensamento crítico e imaginação para pensar futuros mais justos”, afirma. “Arte e educação juntas geram transformação real nas comunidades, pois mostram uma nova maneira de enxergar o cotidiano”.

Além de um mural sobre os ODS com arte urbana de muralismo e grafite, cada escola recebeu sessões de contação de histórias realizadas por atores e educadores. Além disso, foram promovidas 30 oficinas de criação literária que incentivaram os estudantes a produzirem narrativas sobre a Agenda 2030, com destaque para as aulas de escrita criativa conduzidas por Ailén Roberto.

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Para Bernardo Bravo, também idealizador do projeto, levar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para dentro das escolas por meio da arte é uma forma de transformar informação em experiência. “Quando uma criança aprende algo novo e com destaque para temas como igualdade, meio ambiente, respeito e cidadania, ela se conecta emocionalmente com essas questões”, diz. “As oficinas e histórias também trabalham o pertencimento, tornando os ODS mais próximos da realidade dos estudantes”, diz. 

MURAIS – Na Regional Matriz, na Escola Municipal Mirazinha Braga, a artista Carol Lemes produziu um mural com 142 metros quadrados que se destaca como marco visual e pedagógico. O trabalho integra elementos do ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima e funciona como recurso educativo permanente para a comunidade escolar.

“Para mim, o combate às mudanças climáticas é a gente se integrar à natureza e respeitá-la”, diz a artista. “Esse mural é sobre os seres humanos criarem consciência, pois é também dentro do ambiente escolar que começamos a formar cidadãos mais comprometidos com a coletividade”.

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Na arte de contar histórias, a professora Samara Rosa apresentou contos sobre os ODS na escola onde já trabalha há 15 anos, o Centro de Educação Integral Eva da Silva, na Regional Cajuru. “O projeto realmente une a função da educação formal e que está dentro do currículo, com a prática artística”, afirma. “Escolhi as histórias com meus atravessamentos e vivências e é um marco para mim, porque eu trouxe uma mulher negra como uma divindade que possibilita a realização de desejos. E o nosso desejo é que os ODS sejam cumpridos”, disse.

Fonte: Governo PR

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MAC Paraná terá mostras dentro da programação da 16ª edição da Bienal de Curitiba

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O Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR) participa como um dos espaços expositivos da 16ª Bienal Internacional de Curitiba, que em 2026 traz o tema “LIMIARES”. Sob a curadoria de Adriana Almada e Tereza de Arruda, a edição deste ano propõe uma reflexão sobre as fronteiras fluidas entre o humano, o natural e o tecnológico.

As atividades no museu começam no dia 09 de junho, às 16h30, na Sede Adalice Araújo, com a abertura da mostra do CUBIC (Circuito Universitário da Bienal Internacional de Curitiba), intitulada “Fragmentos da Serpente” e com curadoria de Simone Landal.

Em sua 5ª edição, o CUBIC funciona como uma plataforma de formação e visibilidade para a produção acadêmica, apresentando trabalhos de estudantes de graduação e pós-graduação que dialogam diretamente com o conceito curatorial da Bienal. A coordenação-geral é de Denise Bandeira e coordenação-executiva de Renan Archer. 

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Já no dia 14 de junho, data oficial de abertura da Bienal Internacional, o MAC Paraná inaugura duas mostras em suas salas 08 e 09 do MAC no MON. A sala 08 recebe a exposição coletiva “Camuflagens” que tem curadoria de Royce W. Smith. Simultaneamente, a sala 09 recebe a mostra individual “Cartografia Provisória” de Max de Esteban com curadoria assinada por Adriana Almada e Ferrán Baremblit.

As exposições permanecem em cartaz até 15 de novembro de 2026, integrando um circuito que se estende por diversos museus da Capital e mais de 30 cidades do Interior do Paraná.

Fonte: Governo PR

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