Paraná
Campanha da Secretaria da Saúde marca o Setembro Amarelo no Paraná
O mês inicia com uma importante ação de conscientização e prevenção do suicídio no Paraná: o Setembro Amarelo. A campanha é nacional e ampla, tendo como principal objetivo o debate sobre o tema, a fim de diminuir o estigma e chegar mais perto das pessoas que necessitam de ajuda. Durante o mês, várias ações serão intensificadas no Estado, com campanhas informativas e capacitações.
De acordo com a Divisão de Saúde Mental da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a mortalidade por suicídio atinge majoritariamente os homens. Ele é o final de uma complexa rede de fatores. De acordo com profissionais da saúde, é multifatorial, ou seja, depende de vários fatores para ser compreendido. Essas causas podem estar relacionadas a contextos econômicos, religiosos, sociais, biológicos, ambientais, culturais, psicológicos e psiquiátricos.
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), todos os anos, mais pessoas morrem como resultado de suicídio do que HIV, malária ou câncer de mama.
“O Setembro Amarelo é um importante momento para identificarmos a necessidade de falar sobre o tema, entretanto, precisamos garantir que essas ações de prevenção ocorram o ano todo, garantindo o cuidado integral em saúde mental daqueles que necessitarem”, enfatizou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
No Paraná, a Divisão de Saúde Mental (DVSAM) elaborou, em parceria com a Escola de Saúde Pública do Paraná (ESPP), um Curso de Prevenção do Suicídio, na modalidade Ensino a Distância (Ead). O curso, com duração de 65 horas, está disponibilizado para todo o Brasil com apoio do Ministério da Saúde. É gratuito, voltado aos profissionais de saúde e também da Rede Intersetorial (assistência social, educação, entre outros).
Por meio das 22 Regionais de Saúde, que atuam em todos os municípios, a Secretaria também distribuirá material informativo sobre medidas preventivas, além de promover mobilizações sobre o tema.
“Atualmente sabe-se que falar sobre o suicídio é essencial para que possamos de fato preveni-lo, conforme orienta a OMS. O tema que já foi um grande tabu e ações como essas auxiliam e permitem que as pessoas falem mais sobre isso, inclusive que saibam onde buscar ajuda”, disse a coordenadora da DVSAM da Sesa, Suelen Gonçalo.
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ORIGEM DA DATA – Em setembro de 1994, nos Estados Unidos, o jovem de 17 anos Mike Emme cometeu suicídio. Ele tinha um Mustang 68 amarelo e, no dia do seu velório, seus pais e amigos decidiram distribuir cartões amarrados em fitas amarelas com frases de apoio para pessoas que pudessem estar enfrentando problemas emocionais.
Para reforçar ainda mais a importância da conscientização sobre o tema, foi estabelecido, mundialmente, o dia 10 de setembro como o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio (DMPS). A data representa um compromisso global de focar a atenção na prevenção.
ONDE BUSCAR AJUDA – A orientação é buscar o CVV – Centro de Valorização da Vida, pelo 188 ou http://www.cvv.org.br/, serviços de urgência (192), pronto atendimentos, Unidades Básicas de Saúde e CAPS, e a Ouvidoria-Geral da Saúde, no 0800 644 44 14.
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná denuncia pelos crimes de tortura, lesão corporal e violência psicológica homem que agrediu esposa em Capitão Leônidas Marques
O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Capitão Leônidas Marques, no Oeste do estado, denunciou por tortura, lesão corporal e violência psicológica um homem que praticou atos de violência contra a própria companheira, de 65 anos, em 22 de agosto último. A ação penal já foi recebida pelo Judiciário e tramita sob sigilo para preservação da intimidade da vítima.
Áudio do Promotor de Justiça Renato Sampaio Cavalheiro
Segundo as apurações, na data dos crimes, no interior da residência do casal, no Distrito de Alto Alegre do Iguaçu, em Capitão Leônidas Marques, o autor, um homem de 60 anos, valendo-se da condição de vulnerabilidade da vítima e da relação doméstica que mantinham, agrediu a esposa com socos, tapas e golpes na cabeça e no rosto utilizando um martelo de borracha. As agressões, que foram iniciadas após uma discussão, causaram graves lesões na ofendida.
Ao oferecer a denúncia, o Ministério Público sustentou o uso de meio cruel para a prática criminosa, uma vez que o agressor submeteu a vítima a intenso e continuado sofrimento físico e mental. Além das agressões físicas, o MPPR apontou a prática de violência psicológica reiterada durante toda a noite, com o ofensor limitando o direito de ir e vir da esposa e manipulando-a mediante constrangimentos para que não buscasse auxílio médico ou policial.
Para garantir a proteção imediata da vítima, o Ministério Público requereu a manutenção da prisão preventiva do réu, que já está detido. Além disso, visando à reparação dos danos causados à mulher, pleiteou a fixação de valor mínimo de R$ 20 mil a título de indenização pelos danos causados.
Processo 0002402-36.2026.8.16.0062
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Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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