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BRDE é premiado como maior operador em linhas de crédito do BNDES

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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) recebeu dois prêmios Reconhecimento BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), durante o Fórum dos Agentes Financeiros – 2ª Edição de 2023, nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro. Com mais de 40 modalidades de operações em linhas do BNDES, o BRDE foi premiado em primeiro lugar na categoria “Abrangência em linhas BNDES”, por ter um portfólio variado no repasse de recursos para investimentos que envolvem o agro, estados e municípios, infraestrutura, empresas de portes diversos e demais segmentos na Região Sul, área onde o banco atua.

Só esse ano, o BRDE operou 26% do valor total de R$ 1,4 bilhão contratados, com recursos do BNDES nos três estados do Sul. O BRDE ainda teve a premiação em segundo lugar, na categoria atendimento ao cliente e foi o primeiro banco de desenvolvimento credenciado pelo Banco Nacional.

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“Desde que o BRDE se tornou o primeiro agente financeiro credenciado do BNDES, se estabeleceu uma parceria que incrementa as políticas públicas para a sociedade”, disse o diretor do BRDE no Paraná, Wilson Bley Lipski. “Isso porque, uma vez que o BRDE opera com a maioria das linhas oferecidas pelo BNDES, tem um olhar customizado para o crédito e assim pode aportar em projetos de vários segmentos alinhados com o propósito do BRDE,  que promovam o desenvolvimento econômico e social da região Sul.”

Representaram o BRDE para o recebimento dos prêmios, o superintendente de Florianópolis Marcone Souza Melo, o gerente operacional adjunto de Porto Alegre, Fabiano Casiraghi, o gerente operacional adjunto de Curitiba, Tiago Pesch, e Daniel Cevalllos, chefe do escritório regional RJ.

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Guaíra condena a 31 anos e três meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por feminicídio de adolescente indígena

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O Tribunal do Júri de Guaíra, no Oeste do estado, condenou nesta sexta-feira, 24 de julho, um homem de 68 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio de uma adolescente de 17 anos, integrante da comunidade indígena Avá-Guarani. A pena fixada foi de 31 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que já estava preso preventivamente, permanecerá recolhido para o cumprimento da condenação.

Áudio do Promotor de Justiça Renan Guilherme Góes de Lima

O crime ocorreu em 20 de fevereiro de 2025, na Aldeia Tekoha Yhovy, em Guaíra. Conforme apurado nas investigações, o denunciado foi até a residência da vítima e, aproveitando-se do momento em que ela estava sozinha na companhia de duas crianças, desferiu diversos golpes de arma branca contra a adolescente, que morreu no local. Após o crime, o autor fugiu.

Denúncia – Na denúncia, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi praticado por razões da condição do sexo feminino, no contexto de relação íntima de afeto e de menosprezo à condição de mulher, configurando o crime de feminicídio. Também foram reconhecidas as qualificadoras do emprego de meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida em sua própria residência.

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Durante o julgamento, os integrantes do Conselho de Sentença acolheram integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, condenando o réu por feminicídio qualificado, conforme descrito na denúncia. Os jurados rejeitaram os argumentos da defesa, que buscava afastar a qualificadora do feminicídio e sustentava a ocorrência de legítima defesa.

Indenização – Na sentença, o Juízo também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.

Justiça – O julgamento foi integralmente acompanhado por representantes da comunidade indígena Avá-Guarani. O crime chocou toda a comunidade e a presença foi modo encontrado pelos indígenas para demonstrar a busca pela justiça e respeito à memória da adolescente.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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