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Brasil tem uma das 50 melhores vilas turísticas do mundo

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O Brasil celebra mais uma importante conquista no cenário do turismo internacional. O município de Antônio Prado, na Serra Gaúcha (RS), acaba de ser reconhecido como uma das melhores vilas turísticas do mundo pelo selo “Best Tourism Villages” da ONU Turismo. O anúncio, realizado durante uma cerimônia especial na cidade de Huzhou, na China, insere o destino brasileiro em uma seleta lista de 52 localidades de todas as partes do planeta, destacando-se como um exemplo de excelência no turismo rural.

Com suas ruas charmosas e hospitalidade acolhedora, Antônio Prado ostenta o título de maior acervo arquitetônico da imigração italiana no Brasil, com 47 edificações tombadas como patrimônio histórico. Mas a tradição vai muito além das fachadas: a cidade respira cultura e oferece experiências autênticas, como a “Noite Italiana”, uma das maiores festas de gastronomia típica do país, e a Fenamassa, o Festival Nacional da Massa, que, no próximo mês novembro, deve atrair mais de 50 mil visitantes.

A iniciativa da ONU Turismo, que está na sua quinta edição, busca evidenciar vilas e pequenos municípios que são referências de sustentabilidade, inovação e inclusão social por meio do turismo. Neste ano, a competição teve mais de 270 candidaturas de 65 países, o que torna a conquista de Antônio Prado ainda mais significativa ao turismo brasileiro.

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Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, que também preside o Conselho Executivo da ONU Turismo, o reconhecimento é um reflexo do potencial do interior do Brasil. “Esta é uma vitória que mostra a força do nosso turismo rural. Antônio Prado é um tesouro que preserva a história da imigração italiana e a transforma em uma experiência turística rica e sustentável. Iniciativas como esta são muito importantes, valorizam as comunidades, geram renda e colocam nossos destinos como uma vitrine global”, aponta Sabino.

O Brasil teve um total de oito finalistas na disputa. Além da vencedora Antônio Prado, concorreram ao selo os distritos de Cocanha (SP), Conceição de Ibitipoca (MG) e os municípios de Delfinópolis (MG), Grão Mogol (MG), Leoberto Leal (SC), Piraí (SC) e Tiradentes (MG), mostrando a diversidade e a qualidade da oferta turística rural em diferentes regiões do país.

RECONHECIMENTO – O selo “Best Tourism Villages” representa mais que um prêmio, constituindo uma plataforma de desenvolvimento para destinos rurais. A iniciativa se estrutura em três pilares principais. O primeiro é o próprio reconhecimento das melhores vilas que já demonstram excelência. O segundo fica por conta do Programa de Upgrade, que oferece suporte e mentoria a vilas com alto potencial, ajudando-as a aprimorar áreas e, assim, atender aos critérios de reconhecimento.

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Por fim, todas as vilas participantes – tanto as vencedoras quanto as do Programa de Upgrade – integram a Rede “Best Tourism Villages”, que hoje reúne 319 vilarejos de todo o mundo. A rede funciona como um espaço para a troca de experiências, boas práticas e oportunidades de aprendizado entre seus membros, com a colaboração de especialistas e parceiros públicos e privados.

DESTINOS BRASILEIROS – Esta é a segunda vez que o Brasil se destaca na seleta lista de melhores vilas turísticas da ONU Turismo. Em 2021, Testo Alto, em Pomerode (SC), colocou o país no mapa do segmento. A localidade é um reduto da cultura pomerana no Brasil, famosa por suas casas em estilo enxaimel, a preservação do dialeto germânico e das tradições dos imigrantes.

Com uma forte aposta no cicloturismo, que permite aos visitantes explorarem as paisagens bucólicas de bicicleta, e no turismo de experiência, que convida a vivenciar a rotina da comunidade, Testo Alto se tornou um exemplo de como a preservação cultural pode gerar desenvolvimento sustentável.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Ministério dos Transportes vistoria obras da Fico e reforça expansão da malha ferroviária nacional

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O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro acompanhou, nesta quinta-feira (25), o avanço das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), em Goiás. Integrada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), a ferrovia formará um dos principais corredores de exportação do Brasil, conectando regiões produtoras do Centro-Oeste aos portos e ampliando a competitividade logística do país.

Com 364 quilômetros de extensão, o trecho está em construção pela Vale como parte das contrapartidas da renovação antecipada da concessão da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). O modelo de investimento cruzado permite executar uma nova infraestrutura ferroviária estratégica com recursos privados, reforçando a parceria entre o poder público e a iniciativa privada na expansão da malha ferroviária nacional.

Ao sobrevoar as obras, Leonardo Ribeiro destacou o avanço do empreendimento e o papel da FICO na transformação da logística nacional.
“A FICO é muito mais do que uma ferrovia. Estamos falando de uma infraestrutura estratégica, que terá impacto direto no PIB brasileiro ao integrar a produção do Centro-Oeste à Ferrovia Norte-Sul e, futuramente, ao Corredor Leste-Oeste. Com o leilão desse corredor, o país ganhará uma nova alternativa logística para o escoamento da produção, reduzindo custos de transporte, aumentando a competitividade e fortalecendo o comércio exterior”, afirmou o secretário.

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Corredor Leste-Oeste

A Fico I integra um projeto ainda maior: o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, que terá conexão com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e com a Ferrovia Norte-Sul, formando um dos mais importantes eixos ferroviários em desenvolvimento no Brasil.

Com extensão prevista de 1.708 quilômetros, o empreendimento atravessará Bahia, Goiás e Mato Grosso. A ferrovia atenderá importantes regiões produtoras do oeste baiano, do Mato Grosso e do Matopiba, criando uma nova alternativa logística para o escoamento da produção regional em direção ao Porto Sul, em Ilhéus.
Para o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Sampaio, a FICO demonstra o potencial da atuação conjunta entre o poder público e a iniciativa privada para acelerar investimentos estruturantes.

“Em pouco tempo já é possível perceber o avanço das obras e a transformação que esse empreendimento representa para a infraestrutura brasileira. Esse resultado é fruto do trabalho conjunto entre o Ministério dos Transportes, a ANTT, a Infra S.A. e a iniciativa privada, que transformou uma política pública em uma obra capaz de gerar desenvolvimento, emprego e competitividade para o Brasil,” explicou Sampaio.

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Leilões ferroviários

O Corredor Leste-Oeste integra a carteira ferroviária estruturada pelo Ministério dos Transportes para os próximos anos. Em novembro de 2025, a pasta lançou a primeira Política Nacional de Outorgas Ferroviárias e apresentou a maior carteira ferroviária da história recente do país.

Ao todo, estão previstos oito leilões ferroviários, que somam mais de 9 mil quilômetros de extensão e têm potencial para atrair cerca de R$ 160 bilhões em investimentos, com projeção de movimentar até R$ 600 bilhões ao longo do ciclo de implantação e operação dos empreendimentos.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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