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Curitiba

Bolsa perdida no Cajuru leva polícia a apreender 165kg de maconha na Grande Curitiba

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Bem Paraná

Uma bolsa perdida no bairro Cajuru, em Curitiba, levou a Polícia Militar a apreender 165kg de maconha na cidade de Campo Largo (Região Metropolitana de Curitiba), na tarde desta sexta-feira (21). Uma pessoa acabou presa.

Tudo começou quando dois policiais encontraram uma bolsa perdida na Rua Engenheiro Costa Barros, no Cajuru. Dentro, havia um tablete de maconha e um caderninho com o endereço de um ponto de distribuição de drogas em Campo Largo. O endereço estava apenas anotado.

Os policiais confirmaram a existência do endereço e foram até o ponto, localizado na rua São Paulo. Lá, abordaram uma pessoa que os fez entrar. Na casa, os agentes encontraram diversos tabletes de maconha, totalizando 165 kg, além de R$ 253 em dinheiro, uma balança de açougue e dois celulares.

O indivíduo foi identificado como Sidinei Marcondes, 28 anos. Ele relatou que estava apenas guardando a droga. Mas acabou preso e encaminhado à Delegacia de Polícia.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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