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Aviação regional cresce no Sul do país e já representa um terço do tráfego aéreo em 2025

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A aviação regional no Sul do Brasil já responde por 33,77% do tráfego aéreo do país em 2025. O crescimento é impulsionado tanto pelas capitais: Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, quanto pelos aeroportos regionais, que ampliam a conectividade e fortalecem o turismo, os negócios e a logística local.

Somente em agosto deste ano, o Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, registrou 599,4 mil passageiros. Em seguida vieram os aeroportos de Curitiba e Florianópolis, que registram 495,2 mil e 310,4 mil respectivamente. Já entre os destaques regionais estão Navegantes, com 180 mil passageiros; Maringá, com 78,7 mil; e Londrina, Joinville e Chapecó, que movimentaram entre 44 mil e 57 mil passageiros. Esses aeroportos desempenham papel estratégico na integração dos estados, no apoio ao turismo e no transporte da produção local.

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Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os números refletem os investimentos que estão sendo feitos nos aeroportos da região, seja pelo governo, seja pelas concessionárias. “A aplicação de recursos em infraestrutura aeroportuária melhora os serviços prestados à população, amplia a conectividade entre cidades e contribui para o crescimento econômico da região.”, destacou.

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O crescimento da aviação regional é acompanhado por investimentos federais em infraestrutura, incluindo R$ 13,6 milhões em sistemas de aproximação de precisão (PAPIs) para 13 aeroportos regionais, além de melhorias gerais na segurança das operações aéreas. Concessões e parcerias público-privadas também impulsionaram investimentos em operação, manutenção e expansão de aeroportos, como os de Passo Fundo (R$ 66,24 milhões) e Santo Ângelo (R$ 35,99 milhões), no Rio Grande do Sul. Recursos adicionais foram destinados à construção e recuperação de vias de acesso aos aeroportos, melhorando a conectividade e facilitando o transporte de passageiros e cargas.

Voos internacionais
A expansão da aviação regional não se limita ao mercado doméstico. Em agosto, as três capitais concentraram praticamente toda a movimentação internacional do Sul, com destaque para Florianópolis (52,47%), Porto Alegre (31,27%) e Curitiba (13,26%). Com passageiros vindos de turismo, negócios e transporte de cargas, os aeroportos do Sul reforçam a integração dos polos econômicos locais aos principais mercados do país e do exterior.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

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Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil

Ministro Luiz Marinho visita Museu Hip-Hop e destaca qualificação profissional no setor cultural em Porto Alegre (RS)

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, visitou, neste sábado (27), o Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS), onde conheceu o trabalho desenvolvido pela instituição, que oferece cursos de formação em gestão cultural com ênfase no movimento hip hop. As capacitações qualificam jovens trabalhadores gaúchos em áreas como captação de recursos, prestação de contas, elaboração e apresentação de projetos, além de estratégias de comunicação e marketing.

O ministro foi recebido pelo rapper e fundador do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, Rafa Rafuagi, que, juntamente com os instrutores da escola, apresentou as ações desenvolvidas pelo espaço, que já formou duas turmas desde o ano passado.

“Começamos aqui em um terreno baldio e, a partir desse espaço, construímos nossa estrutura. Por meio do programa de qualificação profissional, estamos repassando nosso conhecimento aos jovens que se interessam pelo movimento hip hop”, afirmou Rafael, que atua na disseminação da cultura por meio da iniciativa.

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Os cursos foram iniciados em 2024, por meio de um Acordo de Cooperação Técnica entre o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Senac Nacional, com apoio da Associação da Cultura Hip-Hop (ACHE) e do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul.

As formações são gratuitas e contam com o apoio da Gerência de Cultura do Sesc gaúcho e do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul. A primeira turma, direcionada aos integrantes do movimento hip-hop, teve como objetivo formar multiplicadores para disseminar o conhecimento em suas comunidades.

“A iniciativa fortalece não apenas o movimento hip hop, mas também diversos setores culturais, oferecendo oportunidades de empreendedorismo por meio das políticas de qualificação e das iniciativas solidárias”, destacou o ministro, que percorreu a história do movimento ao conhecer os diferentes espaços do museu.

Inclusão produtiva

O Acordo de Cooperação Técnica promove a inclusão produtiva e o empreendedorismo, aliados aos princípios da economia popular e solidária, como autogestão, cooperação, solidariedade, igualdade, sustentabilidade e valorização do trabalho humano.

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Durante a visita, o ministro esteve acompanhado do superintendente Regional do Trabalho e Emprego do Rio Grande do Sul, Claudir Nespolo, que ressaltou a importância de investir no segmento.

“São cursos gratuitos voltados à atuação em eventos e produção cultural, ampliando as oportunidades de geração de renda e inserção produtiva”, explicou o superintendente.

A iniciativa prevê a oferta de até 3.800 vagas para o curso de Produção Cultural, por meio do Programa Manuel Querino de Qualificação Profissional do MTE.

Luiz Marinho destacou a importância da iniciativa para o setor cultural. “A oferta dos cursos amplia as oportunidades de inclusão produtiva na área cultural”, ressaltou o Luiz Marinho ao conversar com instrutores e jovens participantes da formação.

Para o fundador do Museu da Cultura Hip-Hop do Rio Grande do Sul, Rafa Rafuagi, “a falta de conhecimento técnico, muitas vezes, limita o acesso do setor a benefícios e parcerias oferecidas à área cultural”.

Confira os cursos gratuitos da Trilha Formativa em Gestão Cultural e inscreva-se: https://trilha.sc.senac.br/mte

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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