Cidades
Artes marciais ganham as escolas e os alunos do Paraná
Se hoje as artes marciais estão em alta no Brasil e eventos como o Ultimate Fighting Championship (UFC) atraem milhões de fãs e arrecadam bilhões de dólares todos os anos, isso se deve em grande medida ao Paraná. Nas últimas décadas, alguns dos principais nomes dos ringues, tatames e octógonos surgiram por aqui. São os casos de Anderson Silva, Wanderlei Silva, Maurício Shogun, Murilo Ninja, Pelé Landi… Uma lista extensa e que deve ganhar ainda mais nomes de destaque nos próximos anos.
É que o Governo do Paraná anunciou que levará as artes marciais para dentro das escolas estaduais, oferecendo treinamentos no contraturno às aulas convencionais e também nos finais de semana. O anúncio foi feito ontem, após um encontro do governador Ratinho Junior com uma delegação de atleta e professores ligados à diversas artes marciais.
A expectativa é que o projeto-piloto tenha início no segundo semestre deste ano em pelo menos três núcleos de educação. A partir do ano que vem, então, a iniciativa seria difundida para as mais diversas regiões do estado.
Uma questão se impõe: afinal, quais as possíveis vantagens de se levar as artes marciais às escolas do Paraná?
Uma visita à academia Gracie Barra Batel, em Curitiba, ajuda na busca pela resposta. O estabelecimento, comandado pelo professor de Jiu-Jitsu Gustavo Feres possui 30 crianças matriculadas, que fazem aulas de manhã, das 10 às 11 horas (terça e quinta-feira), ou todos os dias de semana, das 18 às 19 horas.
“Muitos pais procuram o Jiu-Jitsu porque a criança é pacata, tímida, sedentária. E a melhora com o esporte é visível. Com duas semanas já começa a ser outra criança, com mais autocontrole, maior facilidade para socializar”, comenta Feres.
A fala do professor de Jiu-Jitsu é reforçada ainda pelos relatos de pais de alunos, como Márcio Muller, que tem 48 anos e é pai de Matheus,11. O garoto há um ano e meio começou a praticar o esporte, por indicação de um amigo da família.
“Um amigo que indicou para ajudar ele mentalmente, melhorar a postura. Depois que começou, ele mudou 100%. Era retraído, tímido, não gostava de conversar. Hoje é comunicativo. O Jiu-Jitsu acabou dando confiança para ele, que agora nunca mais vai parar”, diz o pai, orgulhoso.
Cidades
Feriadão? Saiba quais são os melhores horários para pegar a estrada no Paraná
O 7 de Setembro, sempre muito aguardado pelos curitibanos que têm um dia de bônus por conta do feriado municipal, neste ano não será um feriadão. Isso porque, a data nacional, 7, cai em um domingo. Em resumo, o feriado será bom para quem mora e trabalha em Curitiba, que celebra o dia da padroeira Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, no dia 8 de setembro.
A parte boa deste ‘meio’ feriado para o curitibano deve ser o alívio nas estradas. A tendência é de um movimento um pouco mais tranquilo em comparação ao de outros feriados nacionais, onde o movimento costuma crescer até 40% em alguns trechos e até mais.
O fluxo maior de carros pode ocorrer em direção ao litoral, mas com movimento considerado normal para um fim de semana.
No entanto, vale ressaltar que as estradas do Paraná têm movimento constante. Além disso, o movimento de caminhões, geralmente restringidos em feriados nacionais, estarão rodando normalmente. Então vale a dica para quem é de Curitiba e quer aproveitar o feriado de um dia sem se estressar.
Qual é o melhor horário para pegar a estrada?
Para evitar o tráfego intenso, o melhor horário geralmente é madrugada ou início da manhã (entre 5h e 8h) e, em viagens de retorno, as madrugadas.
Outra dicas é consultara os sites das concessionárias (como CCR PR Vias, Via Araucária, EPR Litoral Pioneiro e Arteris) antes de viajar, pois os horários de pico variam dependendo do feriado e da rodovia, com picos concentrados em dias e horários específicos.
Horários a evitar pegar as estradas
- Dias de semana: Final da tarde, das 16h às 22h, quando as pessoas estão voltando do trabalho e o fluxo aumenta.
- Feriados:
- Dia de ida: Quarta-feira e quinta-feira costumam ser os dias de maior movimento para sair das cidades.
- Dia de retorno: Domingo e o feriado em si são os dias de maior movimento para voltar.
Dicas bônus para uma viagem tranquila
- Planejamento: Os horários de pico são mais intensos em feriados prolongados e em dias que antecipam alguns feriados nacionais, como o Natal, por exemplo.
- Verifique as previsões: Acompanhe as previsões de tráfego das concessionárias rodoviárias antes de viajar. Cada empresa fornece dados específicos sobre cada trecho e período.
- Roteiro: Rotas de grande volume, como o acesso ao litoral do Paraná, têm tráfego mais intenso sempre. Vale consultar rotas alternativas por outras rodovias, com a BR-277 e BR-376. Mas lembre-se que este caminho, por enquanto, depende de travessia por balsas pela baía entre os municípios de Matinhos e Guaratuba.
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