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Brasil

Ao lado do presidente Lula, ministro Silvio Costa Filho participa da assinatura de contratos do Programa Mar Aberto da Petrobras

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O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, participa, nesta terça-feira (20), ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da cerimônia de assinatura de contratos do Programa Mar Aberto, iniciativa da Petrobras voltada à retomada sustentável da indústria naval e offshore brasileira. O evento será realizado no Porto de Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

Durante a cerimônia, o ministro também anunciará o contrato de adesão do Terminal de Uso Privado (TUP) vinculado ao projeto da nova fábrica de celulose da CMPC, que integra o Projeto Natureza e prevê investimentos de R$ 24 bilhões. O empreendimento é considerado estratégico para o fortalecimento da infraestrutura logística e para o escoamento da produção destinada à exportação.

O TUP será implantado no complexo portuário de Rio Grande e contará com capacidade de movimentação de até 9 milhões de toneladas por ano no 11º ano de operação, sendo 4,5 milhões de toneladas na descarga de barcaças e 4,5 milhões no carregamento de navios, contribuindo para a ampliação da competitividade logística do país.

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Credenciamento
O credenciamento dos profissionais de imprensa interessados em acompanhar a cerimônia deverá ser realizado por meio do Sistema de Credenciamento do Palácio do Planalto, até as 19h do dia 19 de janeiro de 2026 (horário de Brasília), conforme orientações da Presidência da República.

Serviço
O quê: Cerimônia de assinatura de contratos do Programa Mar Aberto e anúncio de contrato de TUP da nova fábrica de celulose
Quando: Terça-feira, 20 de janeiro
Horário: 15h
Onde: Estaleiro Ecovix – Rio Grande (RS)

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Brasil

Hidrovia do São Francisco pode baratear alimentos e reforçar abastecimento no interior do país

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O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) estuda a reativação da hidrovia do Rio São Francisco como forma de reduzir o custo do transporte de cargas, elevando o impacto no preço dos alimentos. A iniciativa busca melhorar o abastecimento de cidades do interior, com mais regularidade na chegada de produtos essenciais ao dia a dia da população.

Na prática, a expectativa é de aumento da circulação de mercadorias, dinamização das economias locais e geração de empregos em setores como transporte, operação portuária, comércio e serviços.

Atualmente, o trecho navegável tem 1.371 quilômetros, entre Pirapora (MG), Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), com potencial para atender 505 municípios e cerca de 11,4 milhões de pessoas. A estimativa é de movimentação de até 5 milhões de toneladas já no primeiro ano de operação.

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que a reativação da hidrovia do São Francisco melhora a eficiência logística e reduz custos de transporte. “Ela também amplia a integração de regiões que dependem do rio como infraestrutura essencial. A volta da hidrovia do Velho Chico significa levar mais desenvolvimento, baratear o transporte de mercadorias e conectar pessoas.”

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Para o secretário nacional de Hidrovias e Navegação, Otto Luiz Burlier, a hidrovia também aumenta o acesso a insumos essenciais. “A hidrovia amplia a regularidade no transporte de cargas e melhora a chegada de alimentos e materiais indispensáveis, especialmente em regiões que dependem desse modal”, afirmou.

Entre as principais cargas previstas estão grãos como soja, milho e algodão, além de fertilizantes, calcário e gesso, insumos diretamente ligados à produção agrícola e ao custo final dos alimentos.

Mais conexão
O projeto de reativar a Hidrovia do São Francisco inclui ainda melhorias na navegabilidade do rio e na infraestrutura ao longo do percurso, além da implantação de Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4). A medida deve estender o acesso de municípios ribeirinhos ao transporte hidroviário e fortalecer a integração logística entre regiões do interior.

A gestão da hidrovia será transferida do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para a Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), em articulação com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), como parte da reorganização da governança do modal hidroviário.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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