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Animação: MAC Paraná promove oficina de papermotion em parceria com a Unespar

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O projeto MAC de Portas Abertas, do Museu de Arte Contemporânea do Paraná, promove no dia 03 de dezembro (quarta-feira), das 13h30 às 16h30, uma oficina de papermotion (animação), realizada em parceria com estudantes da Unespar. Na oficina “Entre Folhas e Frames”, os participantes vão combinar desenho, recorte e montagem para dar vida a personagens autorais.

A atividade acontece na sala 08 do MAC no MON. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de inscrição.

Voltada ao público acima de 13 anos, a oficina propõe a exploração da animação em stop-motion a partir da criação de bonecos de papel articulados. Durante o processo, cada participante aprenderá princípios básicos de animação, stop motion e papermotion (técnica aplicada à esta oficina), além de criar personagens únicos e personalizados. As obras serão produzidas através do celular, testando gestos simples em pequenas histórias animadas.

A atividade propõe uma imersão prática que une cinema e artes visuais, explorando criatividade, narrativa e movimento. Mais do que uma oficina de desenho ou animação, o que irá se construir é um espaço de experimentação, liberdade criativa e narrativa visual com foco na prática manual, para mostrar que é possível criar universos inteiros com materiais acessíveis.

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SOBRE OS MINISTRANTES – A oficina será ministrada por cinco estudantes do último período de Cinema e Audiovisual da Unespar (Ana Martins, Camila Carvalho, João Marcos, João Vitor, Romana Rocha e Sarah Albino), orientados pelos professores Giovanni Comodo e Arícia Machado. O grupo reúne diferentes experiências no campo do audiovisual, incluindo uma pesquisa de conclusão de curso voltada à animação, área que inspira diretamente esta oficina.

MAC PARANÁ – Fundado em 1970, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná possui um acervo com mais de 2 mil obras de artistas paranaenses, brasileiros e estrangeiros. Além das exposições, a instituição mantém o Setor de Pesquisa e Documentação, um dos maiores arquivos especializados em arte moderna e contemporânea do Brasil, e um Setor Educativo, que promove visitas mediadas e oficinas gratuitas.

Serviço:

Oficina: Entre Folhas e Frames

Data: 03/12, quarta-feira

Horário: 13h30

Local: Sala 08 do MAC no MON – Rua Marechal Hermes, 999, Curitiba

Entrada gratuita

Formulário para inscrição AQUI

Fonte: Governo PR

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IAT faz dispersão de 700 mil sementes de palmito-juçara para restaurar a Mata Atlântica

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O Instituto Água e Terra (IAT) promoveu nesta quarta-feira (3) uma ação de restauração ambiental da Mata Atlântica por meio da dispersão aérea de 700 mil sementes de palmeira-juçara (Euterpe edulis) em diferentes pontos do Litoral do Paraná. A ação, coordenada pelo Centro de Operações Aéreas do órgão ambiental (COA-IAT), ocorreu em quatro Unidades de Conservação de Proteção Integral: Parque Estadual do Rio da Onça (Matinhos), Estação Ecológica de Guaraguaçu (Paranaguá), Parque Estadual do Boguaçu (Guaratuba) e Parque Estadual Pico do Marumbi (Morretes, Piraquara e Quatro Barras).

As sementes são oriundas de coletas próprias do IAT e doações realizadas por parceiros como o Instituto de Estudos Ambientais Mater Natura, o Instituto Juçara de Agroecologia e a Associação de Produtores Orgânicos de Quedas do Iguaçu Produzindo Vida (APOQI). A iniciativa contou também com o apoio do Distrito 4730 do Rotary Club.

“Essas áreas foram escolhidas pelos gestores das Unidades de Conservação em coordenadas onde foram registrados crimes ambientais, incluindo a extração ilegal da planta. Não é um lançamento aleatório, ele será monitorado posteriormente para verificar a eficácia da ação”, explica o diretor-presidente do IAT, José Volnei Bisognin.

Além de contribuir para a conservação e valorização da planta, considerada uma espécie ameaçada por causa da extração ilegal, a iniciativa tem um propósito educativo, procurando sensibilizar a população para importância ecológica da Mata Atlântica e da conservação das espécies nativas.

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“Queremos que as pessoas entendam a importância da preservação dessa espécie, que é fundamental para o ecossistema da Mata Atlântica. Nós temos 19 viveiros espalhados pelo Estado que podem fornecer mudas para a população. Queremos cada vez mais que as pessoas colaborem com o plantio em suas casas para contribuir com a melhoria da qualidade ambiental do Estado”, destaca Bisognin.

“É uma ação que planejamos executar novamente no futuro, uma iniciativa importante para a regeneração do meio ambiente que precisa ser repetida sempre”, complementa o chefe da regional do IAT no Litoral, Altamir Hacke.

CARACTERÍSTICAS – A palmeira Juçara (Euterpe edulis Martius) é típica da Floresta Atlântica do Brasil e áreas subjacentes. Ocorre desde o estado do Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul. Como produtos da planta, além de frutos, dos quais se extrai uma saborosa polpa, está o famoso palmito-juçara, exaustivamente explorado. Devido ao extrativismo predatório de seu palmito, passou a ser considerada oficialmente uma espécie em risco de extinção.

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Os frutos planta são muito consumidos por dezenas de espécies de aves e de mamíferos. Tucanos, jacutingas, jacus, sábias e arapongas são os principais dispersores das sementes. Já as cutias, antas, catetos e esquilos, entre outros animais, se alimentam das suas sementes e frutos.

“Buscamos com essa iniciativa o ressurgimento do palmito-juçara no Litoral do Paraná. Isso sim é pensar no meio ambiente, uma visão de futuro para a Mata Atlântica”, diz o governador do Distrito 4730 do Rotary, Marcelo Passos.

A germinação da semente do palmito-juçara é lenta e heterogênea. Por ser uma espécie plenamente adaptada a condições de sub-bosque (vegetação de baixa estatura que cresce em nível abaixo da floresta), forma com facilidade um denso banco de sementes, ficando no aguardo de condições favoráveis de luz e umidade para seu crescimento.

A juçara atinge uma altura de 10 metros a 20 metros e demora por volta de seis anos para chegar ao estágio reprodutivo. Tendo em vista essas características, a dispersão aérea de sementes é uma alternativa viável para intensificar a presença dessa árvore nos remanescentes de Mata Atlântica do Litoral paranaense.

Fonte: Governo PR

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