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AmpliAR levará conexão e desenvolvimento para o município de Porto Alegre do Norte (MT)

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Com uma população de 12.127 habitantes e um cenário econômico em expansão, o município de Porto Alegre do Norte, no Mato Grosso (MT) desponta como um novo polo de oportunidades na região Araguaia-Xingu. Impulsionada pela chegada de grandes empreendimentos, como uma usina de etanol e um novo frigorífico, a cidade vê no Aeroporto Municipal Desidério Martin Brunetta o vetor fundamental para o desenvolvimento e geração de emprego e renda.

A infraestrutura aeroportuária ganha ainda mais, já que o terminal faz parte da primeira fase do Programa AmpliAR, Com um investimento previsto (Capex) de R$ 24,69 milhões, a estrutura é a peça-chave para destravar a logística de uma das regiões mais promissoras de Mato Grosso.

“Impulsionar a economia e o desenvolvimento regional é prioridade do governo do presidente Lula. Com o Programa Ampliar, estamos levando infraestrutura de qualidade para o interior do Brasil. Esse investimento vai conectar a força produtiva local, gerar emprego e, fundamentalmente, encurtar distâncias”, destacou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

Localizada estrategicamente entre os rios Araguaia e Tapirapé, Porto Alegre do Norte faz parte de uma microrregião composta por 14 municípios. A modernização do terminal vai atender a demanda crescente do agronegócio, que tem na região um polo de cultivo de soja, milho e arroz, além de uma forte bacia leiteira e um comércio pulsante.
De acordo com a prefeitura do município, a concessão e os investimentos previstos são aguardados como a solução para um desafio histórico: a dependência logística de um trecho de 120 km de estrada de chão na BR-158, que frequentemente apresenta condições precárias de tráfego.

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Turismo e Capacidade Operacional
Além do viés corporativo, a infraestrutura apoiará o turismo e os grandes eventos que já movimentam a economia local. A cidade sedia a Dinâmica de Empreendimentos e Empreendedores, maior feira de negócios da região que atrai mais de 15 mil pessoas, período em que o aeroporto e a rede hoteleira atingem 100% da capacidade. O turismo ecológico também será beneficiado, facilitando o acesso a eventos como o Rally do Varjão e as Canoagens Ecológicas.

O prefeito Carlos Tomazetto reforça o impacto transformador do projeto. “Esse aeroporto representa dignidade, desenvolvimento e segurança para nossa população e para toda a região. Sabemos das dificuldades de acesso pela BR-158 e por isso esse avanço é tão importante. Com essa estrutura funcionando, teremos mais agilidade para salvar vidas, fortalecer o turismo, impulsionar nossos grandes eventos e criar novas oportunidades de negócios”, afirmou.

Incentivo ao desenvolvimento
O AmpliAR colocará em oferta pública 19 aeroportos regionais localizados na Amazônia Legal e no Nordeste, regiões onde há déficit acentuado de infraestrutura aeroportuária. Por meio de processo competitivo simplificado, as concessionárias, com contratos de concessão vigentes com a União e que não estejam em extinção, poderão disputar os aeroportos por meio do maior deságio percentual ao preço mínimo estabelecido pelo governo no Plano Aeroviário Nacional (PAN). O leilão da primeira fase do programa está previsto para o no próximo dia 27 novembro.

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Na primeira etapa do AmpliAr, foram colocados em oferta pública os seguintes aeroportos: Tarauacá (AC), Barcelos (AM), Itacoatiara (AM), Parintins (AM), Itaituba (PA), Cacoal (RO), Vilhena (RO), Araguaína (TO), Porto Alegre do Norte (MT), Barreirinhas (MA), Guanambi (BA), Lençóis (BA), Paulo Afonso (BA), São Raimundo Nonato (PI), Araripina (PE), Garanhuns (PE), Serra Talhada (PE), Jericoacoara (CE) e Canoa Quebrada (CE).

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Da ciência ao cuidado: Ministério da Saúde debate estratégias para acelerar o acesso à inovação nos serviços do SUS

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Inovação em saúde, pesquisas clínicas, inteligência artificial, terapias avançadas e tecnologias de ponta ocuparam o centro do debate público durante a realização da Feira SUS Inova Brasil. O evento foi promovido pelo Ministério da Saúde, em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, na capital carioca nesta sexta-feira (17/04). A programação contou com espaços de conexões e painéis temáticos que reuniu representantes da sociedade civil e especialistas do setor público e privado.

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, ressaltou que o evento soma-se aos esforços do Governo do Brasil para acelerar o caminho entre o que é produzido no país e a disponibilização no sistema público. O debate, destacou a secretária, precisa ser feito com a participação direta de gestores municipais e estaduais para construir estratégias cada vez mais integradas e colaborativas.

Entre as medidas já adotadas, está o apoio às pesquisas clínicas. “É a partir delas que a gente vai conseguir testar essas novas tecnologias que estão sendo feitas. E, quanto mais a gente for eficiente nesse processo, mais a gente consegue aproximar e trazer essas tecnologias para o uso efetivo no sistema de saúde lá na ponta”, enfatizou.

Outra ação destacada por Fernanda De Negri foi a implementação do Programa Nacional de Inovação Radical. Realizado em conjunto com o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), a inciativa tem o objetivo de impulsionar o conhecimento científico em soluções concretas, por meio de medicamentos, tratamentos e dispositivos que atendam às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS). “As ações são justamente para acelerar e reduzir esse gap entre a pesquisa e a inovação, e o uso dessa inovação no sistema público de saúde”, concluiu.

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 Caminhos da inovação aplicada

 Quatro outros painéis também integraram o evento. O primeiro foi dedicado à saúde digital. Nele, especialistas discutiram como o uso eficiente de dados, da inteligência artificial e da medicina de precisão podem apoiar a modernização do SUS e, consequentemente, contribuir para a diminuição de custos. O debate mostrou que a análise qualificada dessas informações já orienta a criação de políticas públicas e apoia gestores locais a tomar decisões mais rápidas, seguras e eficientes, impulsionando novas formas de inovar na saúde pública.

 O segundo painel destacou a importância de transformar resultados de pesquisas em soluções reais para o SUS, por meio da pesquisa clínica, da avaliação de novas tecnologias e da inovação em saúde. Os debatedores apontaram oportunidade para avançar em questões regulatórias, de organização dos serviços e de parcerias estratégicas para que essas inovações sejam adotadas em larga escala.

Tecnologia que transforma

 A discussão sobre inovação em saúde avançou com o debate sobre o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e seu papel na redução das desigualdades regionais no país. Especialistas destacaram que políticas públicas orientadas às características de cada território podem impulsionar o desenvolvimento produtivo local, fortalecer cadeias estratégicas do SUS e gerar impacto social direto nas comunidades. A aposta em soluções que dialogam com as realidades das regiões brasileiras foi apontada como caminho para ampliar a equidade, promover autonomia tecnológica e consolidar um modelo de inovação capaz de responder às necessidades concretas da população.

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O último painel foi em torno de como o cuidado com pacientes com câncer está mudando com a novas tecnologias, que vão desde exames mais precisos, como os que usam biomarcadores e biossensores, até tratamentos avançados, como a terapia CAR-T, que usa as próprias células de defesa do paciente para atacar o tumor. O diálogo reforçou que unir diagnósticos mais confiáveis a terapias inovadoras é fundamental para que o SUS consiga adotar essas novidades de forma sustentável e para um número cada vez maior de pessoas.

Conexões

A programação contou ainda com espaços de conexão. Foi nesse ambiente que a mestranda em Gestão de Competitividade e Saúde, Ariane Volin, de 44 anos, natural do Pará e atualmente morando em São Paulo, encontrou oportunidade de compreender melhor os estágios da inovação no Brasil, especialmente no que diz respeito à pesquisa e à aplicação de práticas de governança.

Para ela, a feira é uma vitrine e um momento oportuno para aprofundar seu olhar sobre gestão. “O conteúdo apresentado contribui diretamente para minha pesquisa sobre governança pública em projetos. Estou acompanhando temas como privacidade, segurança da informação e a aplicação prática do conhecimento”, ressaltou Ariane.

Assista aos debates da Feira SUS Inova Brasil

Janine Russczyk
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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