Paraná
Águas baixam e rodovia na Lapa tem tráfego liberado
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) atualiza as condições de bloqueio de rodovias estaduais, onde trechos estão com sinalização de emergência. A PR-433 está com tráfego liberado para veículos leves e caminhões, mas em meia pista no km 26, enquanto são recuperados os danos causados pelo alagamento.
BLOQUEIOS TOTAIS:
PR-836 e PRC-280 em União da Vitória – As duas rodovias estão com pistas alagadas devido à cheia do Rio Iguaçu, na altura do km 0.
PR-239 em Pitanga – Bloqueio total do km 349+650 ao km 351 devido ao risco de queda do talude sobre a pista. Em função da gravidade do dano, com surgimento de várias rachaduras de grande porte que inclusive prejudicaram o sistema de drenagem no local, será necessário manter a interdição enquanto é recuperado o maciço.
PR-170 em Pinhão – Rachaduras no pavimento no km 468, entre Faxinal do Céu e a Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto. Bloqueio total entre Faxinal e a usina, e entre Bituruna e a usina. Já foram iniciados os serviços de recuperação do trecho, visando retomar a trafegabilidade o mais breve possível.
PR-170 em Bituruna – Tráfego com bloqueio total por causa dos danos decorrentes das chuvas em múltiplos pontos, próximo à Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto, e também devido à interdição do trecho seguinte, em Pinhão. A obra de recuperação está sendo providenciada.
PR-578, em Santa Cruz de Monte Castelo – Trecho bloqueado devido a alagamento e pontos de erosão causados pela cheia do Rio Ivaí. Segmento da rodovia é não pavimentado, com os danos concentrados a cerca de 8 quilômetros do distrito de Santa Esmeralda, e antes de chegar na balsa que faz a travessia para Herculândia, distrito de Ivaté.
PR-281 em Realeza – Trecho bloqueado no km 595, após queda de barreira que atingiu ambas as pistas da rodovia. Local está com sinalização de emergência e serviços de remoção de terra, vegetação e rochas devem recuperar parcialmente a trafegabilidade em breve.
BLOQUEIOS PARCIAIS:
PR-170 em Guarapuava – Bloqueio parcial de uma pista no km 389, em função de escorregamento de terra em talude de aterro, com tráfego fluindo normalmente nas duas pistas restantes. Trecho está em obras.
PR-090 em Campo Largo – A Estrada do Cerne está em meia pista após surgimento de uma trinca no leito da rodovia, na altura do km 48, a cerca de um quilômetro da ponte sobre o Rio Açungui. Além de monitorar este dano, o DER/PR realiza serviços de retirada de material e melhorias da pista em todos os pontos de queda de barreira que estão surgindo, liberando o tráfego em poucas horas.
PRC-466 em União da Vitória – Trecho está com operação pare-e-siga das 7h às 20h, com bloqueio total somente à noite, devido ao risco de escorregamento de rochas sobre o pavimento.
PR-092 em Rio Branco do Sul – Liberado provisoriamente um desvio no km 48, local atingido por rachaduras no pavimento. Tráfego em pista única enquanto é providenciada a obra de recuperação da rodovia.
PR-433 na Lapa (novo) – Tráfego em meia pista após águas baixarem em ponto de alagamento no km 26, mas com danos no trecho. Serviços de recuperação da rodovia, que é não pavimentada, estão sendo providenciados.
Os trechos com bloqueios totais ou parciais contam com sinalização de emergência disponibilizada pelo DER/PR. É fundamental que os condutores obedeçam a estas orientações, também seguindo com cautela redobrada nestes locais.
Confira a localização dos bloqueios mencionados acima neste mapa.
Fonte: Governo PR
Paraná
Excelência ambiental: Aterro da Sanepar mantém selo internacional ISO 14.001
Operado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte alcançou um marco de excelência ao renovar a certificação NBR ISO 14.001:2015, com registro de zero não conformidades em auditoria externa. A ISO 14.001 se refere a uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental.
O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca o compromisso ambiental como fundamento da sua atuação em todas as áreas da Companhia. “As atividades da Sanepar são pautadas no compromisso com a conservação ambiental. A gestão dos processos é feita com respeito e cumprimento de todas normas que têm o objetivo de promover a sustentabilidade”, diz.
O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter essa certificação internacional. “Isto significa um resultado perfeito em relação às exigências da certificação. Também demonstra a maturidade e a alta competência da gestão ambiental no local, que mantém a certificação ISO 14.001, alcançada pela primeira vez em 2013 e mantida desde então”, explicou o gerente de Gestão Ambiental da Sanepar, Ronald Gervasoni.
ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RISCOS – Para Gervasoni, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Sanepar aplicado no aterro é a chave para a excelência na operação. “O SGA é o framework da Companhia, sendo essencial para a sua sustentabilidade. Sua implementação vai além dos escopos certificados, sendo um alinhamento estratégico que blinda o negócio contra riscos operacionais e fortalece nossa governança ambiental em toda a Sanepar”, detalhou o gerente.
A metodologia do SGA proporciona a identificação e o gerenciamento de riscos ambientais, além de promover a conscientização dos empregados sobre a preservação ambiental. O resultado reflete diretamente a competência técnica e o empenho da equipe em zelar pela excelência operacional e pelo desenvolvimento responsável das atividades.
O desempenho foi reconhecido pelo Auditor Líder da QMS Certification, Neimar Ricardo. “O resultado de zero não conformidades nesta auditoria é de extrema importância e serve como um poderoso indicador da maturidade do SGA. Isso demonstra também, de forma inequívoca, a eficácia dos controles implementados pela Sanepar, o alto nível de excelência da equipe e a robustez do SGA do Aterro de Cianorte”, comentou Ricardo.
ENGAJAMENTO – Para os empregados do aterro, a manutenção da certificação ISO 14001 é garantia de que todos os processos operacionais sejam padronizados e acompanhados por sistemas de controle ambiental, em conformidade com as normas legais, promovendo segurança à população e respeito ao meio ambiente.
“Ela não apenas valida nossos padrões rigorosos de engenharia e controle ambiental, mas também assegura a prevenção contínua de contaminações, refletindo nosso compromisso com a excelência operacional”, afirmou o gerente da Sanepar que integra a alta direção do Comitê do Sistema de Gestão Ambiental do Aterro, Marcos Moretto.
Lutero Eduardo Lucio, químico responsável pela implementação do SGA no Aterro, reforça que a excelente performance na auditoria externa é mérito, em especial, da equipe operacional que trabalha no local e que conta com empregados dedicados como Marcio Benitz, Paulo Cesar Martins, José Jadir Correia Barros, Marcio Santos e Pedro Fortunato. “A excelência na gestão é resultado direto do envolvimento e da dedicação da equipe. Este resultado de zero não conformidades, após 13 anos de certificação, é um testemunho da responsabilidade e da competência”, comentou Lutero.
GESTÃO DO LIXO – O aterro de Cianorte é operado pela Sanepar desde 2002, por meio de concessão entre a Companhia e o município de Cianorte. O aterro trata ainda, com contratos específicos, os resíduos sólidos urbanos coletados nos municípios de Terra Boa, São Tomé, Indianópolis e Guaporema.
Além do Aterro de Cianorte, a Sanepar opera mais dois aterros no estado: em Apucarana, no Vale do Ivaí, e em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, ambos operados com a mesma metodologia de gestão ambiental. Em Cornélio Procópio, assim como em Cianorte, a Sanepar atua também na coleta dos resíduos.
CERTIFICAÇÃO – Neste ano, a auditoria externa foi realizada pela QMS Brasil, na última semana de maio, com a participação de auditores externos, dos empregados do aterro, das áreas de gestão ambiental da Sanepar e do coordenador Industrial, Ismael Vasquez.
A QMS Certification é um organismo de certificação em processos de qualidade que teve origem na Austrália, atualmente com a matriz nos Estados Unidos e forte atuação global com presença em mais de 30 países.
Fonte: Governo PR
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