Brasil
Aeroportos brasileiros registram alta de 10% na movimentação de passageiros de janeiro a agosto
De janeiro a agosto de 2025, os aeroportos brasileiros registraram a movimentação de 84,9 milhões de passageiros entre pousos e decolagens de voos nacionais e internacionais. O resultado representa um aumento de aproximadamente 10% em relação ao mesmo período de 2024, quando o número totalizou 77,2 milhões de viajantes.
Os números fazem parte do relatório de demanda e oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que traz os dados do ramo desde janeiro de 2000.
O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, lidera o ranking no período, com 30,3 milhões de passageiros, seguido pelo terminal de Congonhas, na capital paulista, que somou 15,6 milhões de viajantes. O terceiro lugar é do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), onde o número atingiu 11,2 milhões de pessoas.
Dos três terminais, o do Rio de Janeiro foi o que registrou o maior crescimento ante o ano passado: 24,7%. Nos primeiros oito meses de 2024, cerca de 9 milhões de viajantes passaram pelos corredores do Galeão. Já no Aeroporto de Guarulhos, o trânsito de viajantes foi de 28,1 milhões (+8%), e em Congonhas, a movimentação atingiu 14,7 milhões de pessoas (+5,9%).
AVIAÇÃO DOMÉSTICA – Considerando apenas voos nacionais, o fluxo de passageiros alcançou a marca de 8,7 milhões de viajantes em agosto de 2025. Trata-se do melhor resultado para o mês desde o início da série histórica e, também, o marco de 12 meses de crescimento contínuo no ramo doméstico. O tráfego de pessoas nos voos internos aumentou 8,5% na comparação com agosto de 2024.
O levantamento também aponta que São Paulo se consolida como o principal hub aéreo do país, concentrando as principais rotas nacionais. Entre janeiro e agosto de 2025, o trajeto São Paulo-Rio de Janeiro registrou 4,7 milhões de passageiros, seguido das rotas São Paulo-Paraná (4,4 milhões) e São Paulo-Santa Catarina (3,8 milhões).
APOSTA NO VERÃO – O cenário positivo do turismo brasileiro proporciona que companhias aéreas apostem na ampliação do número de voos para a alta temporada de verão no país. Pelo menos 111 mil viagens serão ofertadas pelas principais empresas do setor que operam rotas nacionais, favorecendo a movimentação de viajantes no país.
INCENTIVO – O bom momento do turismo nacional reforça a importância de políticas públicas que incentivem viagens de brasileiros no país. O programa “Conheça o Brasil: Voando”, coordenado pelo Ministério do Turismo e executado em parceria com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), é uma das iniciativas. A proposta busca aumentar a conectividade aérea entre os destinos nacionais, especialmente os regionais; elevar a quantidade de visitantes circulando pelo país e estimular a geração de negócios no setor.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
Brasil
Guias reúnem orientações para uso e gestão de equipamentos nas unidades básicas de saúde
Equipamentos como ultrassons portáteis, balanças digitais, desfibriladores externos automáticos (DEA) e aparelhos de raios X portátil ajudam no diagnóstico e acompanhamento dos usuários nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Para que esses recursos sejam utilizados de forma segura dois novos guias técnicos reúnem orientações direcionadas tanto aos profissionais que utilizam esses equipamentos quanto aos gestores responsáveis pela organização dos serviços.
As publicações foram organizadas em duas versões complementares. A primeira, o Guia Prático: equipamentos clínicos e gerais – versão profissional é destinada aos profissionais da atenção primária e apresenta instruções detalhadas sobre indicação clínica, formas de utilização, cuidados de conservação e registro das informações no Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS). A segunda, o Guia Prático : equipamentos clínicos e gerais – versão gestão, reúne orientações para administradores municipais e coordenadores de unidades de saúde sobre recebimento, instalação, manutenção, cadastro e monitoramento dos equipamentos ao longo de sua vida útil.
A proposta dos materiais é apoiar a organização do trabalho nas equipes e contribuir para que as tecnologias disponíveis nas unidades sejam incorporadas à rotina assistencial.
Foram previstos 170 mil equipamentos, organizados em 10 mil combos destinados a 10 mil Unidades Básicas de Saúde (UBS). A composição dos equipamentos considera informações do Censo Nacional das UBS, realizado em 2024, que mapeou a capacidade instalada, os serviços ofertados e as condições de funcionamento das unidades.
Orientações para quem está na assistência
O guia voltado aos profissionais reúne recomendações para equipamentos utilizados no cotidiano da APS. Cada capítulo apresenta a finalidade do equipamento, as situações em que seu uso é indicado, orientações para posicionamento do paciente, medidas de segurança, formas corretas de registro no prontuário eletrônico e procedimentos de limpeza e conservação.
Um exemplo é o aparelho de raios X portátil, indicado especialmente para atendimentos domiciliares, instituições de longa permanência e localidades remotas ou de difícil acesso. O documento orienta que sua utilização seja restrita a profissionais habilitados, observando medidas de proteção radiológica e registrando todas as solicitações e exames realizados no prontuário eletrônico.
Gestão vai além da entrega dos equipamentos
A publicação destinada aos gestores dá recomendações para que as equipes verifiquem previamente as condições da infraestrutura física da unidade para recebimento dos equipamentos. Também orienta a definição de responsáveis pelo patrimônio, pela manutenção, pela infraestrutura tecnológica e pelo uso clínico dos aparelhos.
Outro aspecto abordado é a necessidade de incorporação patrimonial, cadastramento dos equipamentos nos sistemas oficiais, como o Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, elaboração de protocolos locais de utilização, planejamento da manutenção preventiva e realização de treinamentos periódicos para as equipes. Segundo o guia, essas medidas ajudam a reduzir os períodos de ociosidade dos equipamentos, evitar interrupções nos atendimentos e prolongar a vida útil das tecnologias incorporadas às UBS.
Tenha acesso aos materiais:
Thaís Rodrigues
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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