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ACP volta a pressionar Greca por reabertura de comércio; Prefeitura de Curitiba reageACP volta a pressionar Greca por reabertura de comércio; Prefeitura de Curitiba reage

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Após ameaçar uma reabertura do comércio na última segunda (13) e recuar depois de recomendação do Ministério Público do Paraná (MP-PR), Camilo Turmina, presidente da Associação Comercial do Paraná, agora juntamente com Fabio Aguayo presidente do Sindiabrabar e Coordenador da Câmara Setorial de Gastronomia, voltou a pressionar a Prefeitura de Curitiba. Eles encaminharam ao prefeito Rafael Greca nesta terça (14) uma carta na qual recomendam a reabertura das lojas para evitar a falência dos negócios. “A carta solicita ao Governo Municipal, na pessoa do Prefeito Rafael Greca de Macedo é o apoio explícito para a rápida abertura do Comércio com procedimentos e fiscalização sanitária para Curitiba, nos auxiliando com sua equipe técnica a estabelecer procedimentos mínimos, pois em que pese não termos determinações de fechamento, não tivemos manifestação de apoio, nem da equipe técnica da prefeitura”, disse o documento.

Em resposta, a Prefeitura em nota, afirmou que vem monitorando diariamente a evolução da covid-19 na cidade e analisa de maneira permanente medidas que possam ser tomadas, revistas ou adaptadas no melhor interesse da coletividade curitibana.”A carta, no entanto, demonstra que os signatários desconhecem o conteúdo da legislação municipal criada em decorrência da pandemia, bem como o alcance das relações institucionais entre Ministério Público e administração municipal”.
O prefeito Rafael Greca ainda determinou que a carta seja examinada pelo Comitê de Técnica e Ética Médica municipal e submetida a parecer da Sociedade Brasileira de Infectologia e da Procuradoria Geral do Município.

“Com base em pesquisa feita pela Datacenso para a ACP, onde os associados indicam na sua grande maioria a necessidade da abertura do Comércio de rua, evitando a demissão em massa, bem como a falência de seus negócios, recomendamos a abertura do comércio, com base nos depoimentos do Governo Municipal que indicava que não havia vedado a abertura do mesmo, em que pese ter definido as atividades que considerava essenciais e não colocou o comercio dentre os mesmos, tão pouco definiu nichos de comércios que sim, são essenciais.A recomendação vinha acompanhado, de que as orientações e consciência sanitária tivesse prioridade, tomando como base os procedimentos feitos quando da abertura do Mercado Municipal. Também recomendamos a abertura em horários escalonáveis evitando aglomeração no transporte público”, diz a carta da ACP e da Sindiabrabar. “Esperávamos que a sociedade compreendesse nossa recomendação, quando fomos surpreendidos com uma notificação do Ministério Público para que voltássemos a recomendar o fechamento, caso contrário, poderíamos ser processados na forma de Lei. Acatamos a recomendação do Ministério Público”.

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Isolamento em queda

Menos da metade dos curitibanos está seguindo as orientações de isolamento social feitas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  Na Sexta-feira Santa, por exemplo, o índice de isolamento em Curitiba foi de 56,42%. Já no Sabado de Aleluia, o número foi ainda menor, 47,95%, último dia de medição. Este patamar foi o mesmo encontrado praticamente nos outros dias, com alguns picos de 61,98% no dia 29 de março e 61,98% em 5 de abril. De acordo com a OMS, o índice seguro para que o coronavírus diminua a velocidade de contágio é de 70%, valor atingido apenas uma vez no dia 22 de março, um domingo.

Casos em Curitiba – Os números de isolamento caem no momento que o coronavírus começa a aumentar em Curitiba. O novo boletim da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba traz nesta terça-feira (14) a sétima morte por coronavírus na cidade. O óbito aconteceu na noite de segunda (13) e vitimou um homem de 80 anos que estava em estado grave na UTI. O boletim também confirmou mais sete casos de Covid-19 em Curitiba, que agora totaliza 350 ocorrências, com 119 suspeitos e 887 descartados. Nesta terça ainda haviam 60 pacientes internados e destes, 27 em estado grave em UTIs.

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Casos no Paraná – Dados do boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta terça-feira (14) apontam 35 novos casos e seis óbitos, com isso, o Paraná soma agora 803 casos confirmados e 39 óbitos por coronavírus. Os novos óbitos foram registrados nos municípios de Pato Branco – um homem de 70 anos –, Campo Largo – uma mulher de 71 anos –, Paranavaí – uma mulher de 40 anos –, Pinhais – uma mulher de 64 anos –, Curitiba – um homem de 80 anos – e Guaíra – um homem de 52 anos.

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Curitiba tem um bairro gigante que supera municípios da Região Metropolitana

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A Cidade Industrial de Curitiba (CIC) carrega o título de bairro mais populoso da capital paranaense e figura entre os cinco maiores do Brasil. Segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são 172.510 moradores, número superior ao de Pinhais e Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, que têm 127 mil e 118.730 habitantes, respectivamente.

Além da densidade populacional, a CIC se destaca pelo tamanho territorial, com 43 km² de extensão. Oficialmente fundada em 1973, a Cidade Industrial nasceu de uma parceria entre a Urbs e o Governo do Paraná.
A ideia era criar uma área planejada para receber indústrias e, ao mesmo tempo, oferecer moradia para trabalhadores. As primeiras casas começaram a surgir nos anos 1980 e, desde então, a região nunca parou de crescer.

Nos anos 1970, o bairro parecia isolado às margens da BR-116. Hoje, no entanto, faz parte do coração econômico da capital, com conexões diretas para o interior do Paraná.

Bairros mais populosos de Curitiba

Atualmente, a CIC lidera o ranking dos bairros mais populosos de Curitiba, seguida por Sítio Cercado, Cajuru, Uberaba e Boqueirão. Somadas, essas cinco regiões concentram 503.664 habitantes, ou seja, quase 30% de toda a população curitibana.

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Na outra ponta, bairros como Riviera, Lamenha Pequena e Cascatinha mal chegam a somar 10 mil moradores.

Boom de investimentos após a pandemia

Desde 2022, a CIC tem atraído grandes investimentos em diferentes setores. Estima-se que cerca de R$ 2 bilhões já tenham sido confirmados em projetos industriais para os próximos três anos

A região também foi a mais procurada da cidade para abertura de empresas no primeiro semestre de 2022. Segundo a prfeitura, 2.761 novos negócios se instalaram ali, número maior que o registrado no Centro e no Sítio Cercado.

Atualmente, o bairro reúne aproximadamente 20 mil empresas, responsáveis por mais de 80 mil empregos diretos e indiretos, de acordo com a Associação das Empresas da CIC.

Entre os investimentos mais expressivos estão os R$ 1,5 bilhão da Volvo em pesquisa e desenvolvimento até 2025; os R$ 200 milhões da Fiocruz na construção de uma fábrica de vacinas; e outros R$ 200 milhões da alemã Horsch, que pretende implantar uma unidade de máquinas agrícolas na região.

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Desafios do maior bairro de Curitiba

Apesar da relevância econômica e social, a CIC enfrenta desafios típicos de grandes centros urbanos. O bairro aparece em segundo lugar no ranking de crimes contra o patrimônio em 2025, com 2.545 ocorrências registradas apenas no primeiro semestre, ficando atrás apenas do Centro.
Além da questão da segurança, o trânsito intenso e as demandas por urbanização acompanham o crescimento acelerado da região.

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