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 Ações preventivas dos Bombeiros mantêm índices baixos de salvamentos no Verão Maior

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O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), sob coordenação da Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp), avança nas orientações de prevenção a afogamentos durante as operações do Verão Maior Paraná, programa do Governo do Estado. Os dados da corporação demonstram que, mesmo com o aumento de veranistas no Litoral, as ações de salvamento em águas são muito inferiores ao número de orientações e advertências feitas pelos guarda-vidas nos postos espalhados pela orla e rios da região.

Foram registradas 11.440 orientações e 3.193 advertências dos guarda-vidas desde o início do Verão Maior Paraná no sábado, dia 20 de dezembro, até o dia 23 de dezembro, terça-feira. No mesmo período foram 66 operações de salvamento, ou 173 vezes menos salvamentos do que orientações e 48 vezes menos do que advertências. Os números mostram, ainda, que no período ocorreram 6 afogamentos, ou 5,6% de todas as vezes em que os guarda-vidas foram acionados ao salvamento.

A maior parte dos resgates aconteceu em Matinhos, seguido por Pontal do Paraná, Guaratuba e Paranaguá. De acordo com a capitã Tamires Pereira, as ações preventivas auxiliam na manutenção dos índices. “Quando o banhista curte o mar em frente ao posto de guarda-vidas, recebe orientações constantes para evitar entrar em área de risco. Além disso, o tempo de resposta em caso de afogamento é mais curto e eficaz”, afirma.

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AÇÕES PREVENTIVAS – Os dados do Corpo de Bombeiros demonstram que foram 1.365 as ações preventivas direcionadas aos banhistas. “Atuamos com campanhas educativas distribuindo pulseirinhas, gibis e folders para crianças e adultos explicando sobre as bandeiras e a importância de banhar-se em área protegida”, afirma a capitã Tamires sobre as ações desenvolvidas pela corporação como parte das operações do Verão Maior.

O CBMPR já distribuiu 321 pulseirinhas de identificação das crianças nas praias, com nomes dos pais e um telefone de contato. O resultado da ação até agora é de 33 crianças que haviam se dispersado nas praias e foram encontradas e encaminhadas aos responsáveis. 

Outro cuidado na praia é com as águas-vivas, cujos tentáculos causam irritação e queimaduras na pele. Desde o início do Verão Maior, os bombeiros atenderam 335 pessoas que tiveram contato com os animais no mar.

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PREVENÇÃO – O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná alerta que a prevenção é sempre a melhor estratégia para evitar afogamentos. É preciso perguntar ao guarda-vidas qual é o melhor local para banho e manter-se em área protegida, entre as bandeiras vermelho sobre amarelo; ter a máxima atenção com as crianças; nadar longe de pedras, estacas ou piers e cuidar com valas e correntes de retorno, indicadas pelos guarda-vidas.

Evitar bebidas alcoólicas antes de entrar na água e respeitar a sinalização feita pelos guarda-vidas também são cuidados fundamentais. “Quanto mais prevenções fazemos, menos afogamentos ocorrem. Estamos sempre enfatizando a educação preventiva, para que a população compreenda a dinâmica da prevenção ao afogamento”, reforça Tamires Pereira.

Fonte: Governo PR

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A partir de ação do Ministério Público, Judiciário determina a suspensão de atividades clandestinas de empresa voltada à prática de esportes radicais em Castro

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A partir de pedido do Ministério Público do Paraná, a Vara Cível de Castro, nos Campos Gerais, determinou que uma empresa que vem prestando serviços de esportes radicais de alto risco sem autorização suspenda imediatamente todas as operações. A decisão liminar responde a ação civil pública ajuizada pela 3ª Promotoria de Justiça de Castro após apuração que demonstrou que a empresa vem promovendo, organizando e comercializando, de forma clandestina e sem as mínimas condições técnicas de segurança, atividades de bungee jump, rope jump, rapel e pêndulo humano.

A partir do recebimento de representação anônima em junho deste ano, a Promotoria de Justiça constatou que a empresa possuía alvará municipal restrito a serviços operacionais e comerciais (como limpeza predial, impermeabilização, serviços administrativos e comércio atacadista), sem ter licença ou autorização específica para operar no ramo de turismo de aventura ou esportes de alto risco.

Reiteração – Antes da judicialização pelo Ministério Público, o Município de Castro já havia notificado a empresa e lavrado termo de interdição após fiscalizações em locais como a Ponte Férrea sobre o Rio Iapó e a Rua Antônio Schendroski. Contudo, o empreendimento manteve a exploração econômica, apenas alterando os locais dos eventos no intuito de esquivar-se da fiscalização municipal – também foram identificadas atividades na Pedreira do Parque Lacustre II. Mesmo sem apresentar a documentação exigida pelos órgãos oficiais, como projetos estruturais, Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs), laudos de equipamentos, plano de gestão de riscos, contingência e atendimento emergencial, a empresa continuou a realizar as atividades e utilizar as redes sociais para atrair o público e divulgar novos eventos. Na ação, a Promotoria de Justiça demonstra inclusive que as atividades contariam com a participação de crianças e adolescentes, o que torna mais grave a situação.

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A decisão determina que a paralisação dure até a regularização cadastral e técnica da empresa junto à Prefeitura, ao Corpo de Bombeiros e demais órgãos competentes, sob pena de multa de R$ 10 mil por ato de descumprimento, que deverá incidir sobre cada salto, evento, contratação ou publicação em redes sociais, entre outras atividades.

No mérito da ação, a Promotoria de Justiça pleiteia ainda a confirmação definitiva da suspensão dos serviços e a condenação da empresa ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais coletivos, valor a ser revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Interesses Difusos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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