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A estrada que o Brasil precisava terminar: Renan Filho entrega trecho duplicado da BR-101 em São Miguel dos Campos e impulsiona etapa final da obra

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Os 55 mil moradores de São Miguel dos Campos passaram a contar com o trecho duplicado na região que corta a BR-101, em Alagoas, a partir desta sexta-feira (27). O ministro dos Transportes, Renan Filho, entregou 10 quilômetros de extensão em pista dupla, que contou com investimentos de R$ 70 milhões pelo Novo PAC. Com essa obra, o cronograma de duplicação da rodovia está quase concluído, faltando apenas 15 quilômetros previstos para serem entregues até dezembro de 2026.

A nova infraestrutura trará mais fluidez para quase 8 mil veículos que cruzam diariamente a rodovia. O trecho é estratégico: quem segue em direção a Arapiraca e ao Sertão de Alagoas passa, obrigatoriamente, por São Miguel dos Campos. Esse trânsito intenso causava sinistros e lentidão em pontos críticos, especialmente na ladeira da Usina Caeté.

“Pegamos uma obra marcada pelo atraso e estamos entregando pronta. Agora, quem trafega pela BR-101 em Alagoas encontra o trecho de São Miguel dos Campos totalmente liberado, com mais segurança e fluidez. Isso mostra que, quando há compromisso e gestão, é possível tirar obras do papel e entregar resultados para a população”, afirmou o ministro dos Transportes.

A obra incluiu serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, construção de uma ponte sobre o Rio São Miguel e a implantação de passagens inferiores ao longo do segmento. O trecho reforça a integração regional, facilita o escoamento da produção e melhora o acesso a áreas turísticas de Alagoas.

O chefe da pasta também destacou outras obras no estado que estão na etapa final.

“Vamos entregar em breve o Arco Metropolitano, a duplicação da BR-104, o VLT de Arapiraca e a ponte de Penedo. Todos esses empreendimentos estão em ritmo acelerado”, complementou.

O governador de Alagoas, Paulo Dantas, ressaltou que os investimentos em infraestrutura têm papel central no desenvolvimento de Alagoas.

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“Quando chega o período eleitoral, muita gente promete muito e faz pouco. Nós fizemos diferente: garantimos que as obras não parariam e estamos entregando investimentos que conectam Alagoas com a modernização administrativa, com um futuro próspero e com entregas estruturantes. Um estado capaz de atrair empresas, gerar oportunidades e permitir que os nossos jovens possam trabalhar e empreender”, disse.

Mais fluidez no trânsito

Quem roda pela BR-101 já percebe a diferença. O caminhoneiro Eilson de Oliveira Silva, que passa por São Miguel dos Campos para fazer o trajeto semanal entre Recife (PE) e Salvador (BA), relata mais segurança no deslocamento.

“Quando a via é de mão simples, o perigo aumenta significativamente. Com a duplicação, a gente se sente mais seguro e a viagem flui mais rápido. Pelo que eu já vi e vivi nessa BR, tudo o que está sendo feito é melhoria para o caminhoneiro. Tudo está sendo entregue, as obras não estão paradas, tem gente trabalhando, se esforçando. Vai chegar um momento em que tudo estará duplicado, e vai ser maravilhoso”, explicou.

E Eilson está certo. Até dezembro de 2026, o Ministério dos Transportes entregará a BR-101/AL integralmente duplicada. Também serão concluídos os trechos da BR-101/SE (Maruim) e a BR-101/BA (Alagoinhas – Esplanada).

Avanço histórico nas obras

A BR-101 é a segunda rodovia mais extensa do país, com 4,3 mil quilômetros, conectando as regiões Sul, Sudeste e Nordeste ao longo do litoral brasileiro.

No território alagoano, são 249 quilômetros de extensão, que começaram a ser duplicados em 2010, no segundo mandato do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O valor estimado de investimento na BR-101/AL é de R$ 2,5 bilhões, considerando os serviços já executados e os que ainda estão em andamento.

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Quando o ministro dos Transportes, Renan Filho, assumiu a pasta, restavam cerca de 45 quilômetros a serem duplicados, muitos em pontos críticos da rodovia.

Entre as entregas está o viaduto de Porto Real do Colégio, em 2024, acompanhado da duplicação de quase 2 quilômetros e implantação de vias marginais. A obra estava paralisada há mais de uma década e foi retomada, relicitada e finalizada na atual gestão.

Também foram entregues 8 quilômetros de pista dupla em São Sebastião e a travessia urbana de Junqueiro, com 6 quilômetros.

Outro avanço foi a melhoria da infraestrutura de Joaquim Gomes, na divisa com Pernambuco. Dos 46,4 quilômetros do segmento, 36,5 já estão duplicados. O percurso restante, de 9,9 quilômetros, atravessa a área indígena Wassu Cocal e exigiu uma solução construída em diálogo.

Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi firmado em 2023 entre Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Ministério Público Federal (MPF), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e as comunidades indígenas. A ação garantiu a continuidade da obra com respeito aos povos originários. A conclusão está prevista para dezembro de 2026.

Fase final de duplicação

Com a entrega da travessia urbana São Miguel dos Campos duplicada, restam 2,5 quilômetros na região da usina Sumaúma, em Marechal Deodoro, e mais 3 quilômetros entre Pilar e Rio Largo, ambos com previsão de entrega até dezembro de 2026.
Somados aos 9,9 quilômetros restantes em Joaquim Gomes, a BR-101 em Alagoas caminha para ter 100% de sua extensão duplicada, uma obra histórica muito aguardada pelos alagoanos e que agora está em sua fase final de execução.

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Vinculadas ao MCTI terão R$ 100 milhões para a manutenção de equipamentos de pesquisa

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Equipamentos científicos são fundamentais para o avanço de pesquisas, o desenvolvimento de novas tecnologias e a solução de demandas vindas da população. Com esse objetivo, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram uma chamada pública de até R$ 100 milhões para a manutenção preventiva e corretiva de equipamentos de pesquisa das unidades vinculadas ao ministério. A verba é do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). 

A iniciativa integra o Programa de Apoio à Infraestrutura de Pesquisa Científica e Tecnológica (Proinfra 2026) e busca garantir a continuidade das atividades em laboratórios, centros de pesquisa e instituições estratégicas para o desenvolvimento nacional. Os recursos poderão ser utilizados para recuperar equipamentos, adquirir peças de reposição, contratar serviços especializados, atualizar softwares e outras despesas diretamente relacionadas à manutenção da infraestrutura científica existente. 

“Quando garantimos que nossos laboratórios continuem operando plenamente, estamos protegendo investimentos públicos já feitos e assegurando que o conhecimento continue sendo produzido no Brasil”, destaca a ministra do MCTI, Luciana Santos. 

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Como participar 

Podem participar da seleção as unidades de pesquisa vinculadas ao MCTI e organizações sociais qualificadas como instituições científicas, tecnológicas e de inovação (ICTs) com contrato de gestão firmado com o ministério. As inscrições são exclusivamente pela Plataforma de Apoio e Financiamento da Finep. As entidades interessadas precisam ter cadastro aprovado na plataforma. 

Os projetos poderão contemplar até 20 equipamentos de pesquisa por proposta. São elegíveis materiais com valor original de aquisição igual ou superior a R$ 100 mil. Os recursos não poderão ser utilizados para compra de novos equipamentos, apenas para manutenção dos já existentes. 

A avaliação levará em conta critérios como a relevância para as atividades de pesquisa, o impacto causado pela interrupção do funcionamento, a inexistência de alternativas semelhantes na instituição e a consistência técnica da proposta apresentada. 

Proinfra 2026
Proinfra 2026

Proinfra 

O Proinfra, financiado pelo FNDCT e operado pela Finep, apoia a recuperação, modernização, ampliação e fortalecimento da infraestrutura de pesquisa do País. A iniciativa financia laboratórios, equipamentos multiusuários, centros de pesquisa e ambientes destinados a atividades científicas e tecnológicas. O programa é uma das principais ferramentas do Governo do Brasil para ampliar a capacidade nacional de pesquisa e inovação em áreas estratégicas para o desenvolvimento econômico e social. 

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Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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