Paraná
Mulher denunciada pelo Ministério Público do Paraná pelo crime de injúria racial cometido no município de Verê é condenada pelo Judiciário
A partir de denúncia oferecida pelo Ministério Público do Paraná em Dois Vizinhos, no Sudoeste do estado, uma mulher que ofendeu outra utilizando elementos pejorativos sobre sua raça e cor no contexto de uma disputa de terras foi condenada pelo crime de injúria racial. Os fatos ocorreram no dia 30 de novembro de 2022 em Verê, município que integra a comarca.
Áudio do promotor de Justiça Eduardo Augusto Amado Silva
De acordo com o apurado, na data dos fatos a autora ofendeu a dignidade e o decoro da vítima, referindo-se a ela utilizando termos como “nega do diabo, nega fedida”. A decisão fixou a pena de um ano de reclusão em regime aberto – uma vez que o crime ocorreu em data anterior à promulgação da Lei 14.532/2023, que equiparou o crime de injúria racial ao de racismo – que foi substituída por prestação pecuniária de um salário-mínimo revertida em favor da vítima. A sentença também acolheu o pedido do Ministério Público e determinou a reparação mínima por danos morais no valor de cinco salários-mínimos em favor da vítima.
Processo 0005279-34.2022.8.16.0079
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Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Em Paranaguá, Gaeco cumpre mandado de busca e apreensão em investigação sobre esquema de fornecimento de atestados médicos falsos
O Núcleo Regional de Paranaguá do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpriu na manhã desta sexta-feira, 24 de julho, mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Placebo, que investiga o fornecimento de atestados médicos falsos. A ordem judicial foi cumprida na residência do investigado, em Paranaguá, onde foram apreendidos atestados médicos, que passarão por verificação de autenticidade, além de dispositivos eletrônicos considerados relevantes para o prosseguimento das investigações.
Áudio do Delegado Bruno Trento Hein
O investigado não possui formação na área médica. Conforme apurado, ele fornecia atestados médicos falsos a pessoas que pretendiam justificar ausências ao trabalho sem que houvesse motivo legal para o afastamento. Pelos documentos, cobrava valores que variavam de acordo com o período de afastamento pretendido pelos contratantes.
As diligências integram o Inquérito Policial nº 0004128-38.2026.8.16.0129, que apura a possível prática de crimes relacionados à falsificação e ao fornecimento de documentos médicos.
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(41) 3250-4249
Fonte: Ministério Público PR
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