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Festas de fim de ano devem atrair milhões de turistas e movimentar os aeroportos brasileiros

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Com a chegada das festas de final de ano, cresce a expectativa de aumento da movimentação nos aeroportos de todo o Brasil em um dos períodos mais intensos para o setor no país. Dados e projeções mostram que milhares de viajantes vão passar pelos terminais para visitar familiares, descansar ou aproveitar o verão brasileiro.

O Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, deve receber cerca de 780 mil passageiros entre os dias 20 de dezembro e 02 de janeiro, segundo a empresa RIOgaleão, que administra o terminal. Desse total, 520 mil são provenientes de voos domésticos e 260 mil de voos internacionais.

Outro terminal que promete uma movimentação intensa é o de Guarulhos, em São Paulo. De acordo com a concessionaria que administra o local, a expectativa é que no período de Natal e Réveillon 1.948.147 passageiros cruzem o aeroporto, o que representa um aumento de 10,6% em relação ao mesmo período de 2024.

Já os dez aeroportos da Rede Infraero com voos comerciais regulares devem registrar um total de 275.569 passageiros, em 2.933 voos entre os dias 19 de dezembro e 4 de janeiro. O Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, terá a maior movimentação, com 250.321 passageiros previstos.

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No Aeroporto Internacional de Brasília, a Inframerica, administradora do terminal, projeta a movimentação de 970 mil passageiros entre os dias 15 de dezembro e 5 de janeiro de 2026, um aumento estimado de 10% em relação ao mesmo período de 2024. Estão previstos 6.500 voos, incluindo 233 operações extras adicionadas pelas companhias aéreas para atender à demanda típica da época.

Já os 17 aeroportos administrados pela Aena no Brasil se preparam para uma movimentação expressiva durante as festas de fim de ano, com a previsão de 13.677 pousos e decolagens e uma oferta total de cerca de 2,26 milhões de assentos. Os dados consideram o período entre os dias 23 de dezembro e 5 de janeiro, abrangendo embarques e desembarques. O Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, lidera o volume de operações, com 7.077 voos programados e uma oferta que se aproxima de 1,2 milhão de assentos.

No Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), a projeção, segundo o terminal, é de 576 mil passageiros embarcando e desembarcando entre os dias 19 de dezembro de 2025 e 05 de janeiro de 2026, além de um total estimado de 5.250 pousos e decolagens no mesmo período.

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Em Fortaleza (CE), a previsão é de que 385.980 passageiros passem pelos terminais, entre os dias 18 de dezembro e 05 de janeiro, sendo 353.640 em voos domésticos e 32.340 em voos internacionais, segundo a Fraport Brasil, empresa que administra o aeroporto. E em Porto Alegre (RS), também no mesmo período, devem passar 384.929 passageiros.

DICAS – Dezembro marca o fim do período letivo no Brasil e a chegada das férias escolares, momento ideal e esperado por muitas famílias. É a época perfeita para descansar, criar memórias especiais e fortalecer os laços entre pais, filhos e familiares. No entanto, por ser uma alta temporada, coincidindo com a chegada do verão, o planejamento faz toda a diferença para que a viagem seja tranquila e prazerosa para todos. Confira nesta matéria algumas dicas para uma viagem em família inesquecível.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Ministério da Saúde apresenta modelo de atenção à saúde indígena no México

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Em agenda oficial na Cidade do México, a comitiva do Ministério da Saúde compartilhou a experiência do Brasil na gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS). O encontro acontece na mesma semana em que a política pública voltada à saúde dos povos indígenas completa 27 anos. No Brasil, o subsistema integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS) atende a mais de 821 mil indígenas, em todas as cinco regiões do país.

A Secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, esteve à frente da apresentação do tema durante reunião com representantes do governo mexicano. Segundo ela, o SasiSUS possui princípios que promovem a escuta ativa, fomentam o diálogo e a participação direta dos povos indígenas nas decisões.

“O acesso à saúde é um direito de todos e o Brasil construiu um subsistema que realmente prioriza e valoriza a história dos povos indígenas, e é por isso que nossas experiências interessam a outras nações. O SasiSUS é mais do que uma política de Estado; esse modelo fortalece a saúde com equidade, promove a cidadania e o controle social, com respeito às especificidades, às culturas e aos saberes tradicionais”, ressaltou.

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O diálogo entre representantes do Brasil e do México também abordou temas como medicina tradicional indígena, participação de parteiras nos sistemas de saúde, direitos humanos, formação de especialistas e interculturalidade. O intercâmbio de conhecimentos sobre desafios e experiências amplia as possibilidades futuras de cooperação técnica entre os países.

Como funciona o SasiSUS

Criado em 23 de setembro de 1999, o SasiSUS conta com 34 Distritos Especiais de Saúde Indígena (DSEI), que estão distribuídos em todo o território nacional. Esse modelo promove a atenção integral à saúde de forma intercultural e alinha a medicina contemporânea com os saberes tradicionais. Dentro das aldeias, as Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) são o ponto inicial de atenção primária para os povos indígenas.

A rede de assistência ligada ao subsistema também contempla o suporte de polos-base, localizados em aldeias estratégicas e possuem a função de organizar os fluxos de atendimentos, além de prestar apoio administrativo e assistencial para as equipes de saúde. Quando são necessários serviços especializados ou de média e alta complexidade, os usuários indígenas são encaminhados para as unidades de média e alta complexidade do SUS. Enquanto recebem atendimento nos centros urbanos, os pacientes indígenas e seus acompanhantes são acolhidos pelas Casas de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) até o retorno às suas aldeias de origem.

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Ao todo, são 1.211 UBSI, 388 polos-base e 70 Casai. Os atendimentos no SasiSUS são realizados por equipes multidisciplinares de saúde indígena, compostas por médicos, enfermeiros, dentistas, técnicos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais. Também há atuação de Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e de Saneamento (AISAN), que promovem a ponte linguística e cultural entre os povos e os demais profissionais de saúde.

Rayane Bueno
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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