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Paraná tem 8 cidades entre as 100 maiores economias do Brasil; 353 municípios tiveram aumento do PIB

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O Estado do Paraná tem oito cidades (Curitiba, Araucária, São José dos Pinhais, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu) entre as 100 maiores economias do País. É o melhor resultado do Sul nesse recorte, superior aos cinco municípios de Santa Catarina e os três do Rio Grande do Sul. Naquele ano o Paraná também se consolidou como a quarta maior economia do Brasil. Os dados estão no estudo PIB dos Municípios 2022-2023, divulgado nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Curitiba figura entre os dez maiores PIBs do Brasil, em sétimo, com R$ 120 bilhões em 2023. Dez municípios do Brasil responderam naquele ano por aproximadamente um quarto (24,5%) da economia brasileira: São Paulo (SP), com 9,7%, Rio de Janeiro (RJ), 3,8%, Brasília (DF), 3,3%; Maricá (RJ), 1,2%; Belo Horizonte (MG), 1,2%; Manaus (AM), 1,2%; Curitiba, 1,1%; Osasco (SP), 1,1%; Porto Alegre (RS), 1,0%; e Guarulhos (SP), 0,9%. Já a região conurbada da Capital do Paraná também é a sétima maior do Brasil, com PIB de R$ 232 bilhões, o que representa 2,1% do PIB nacional.

Além disso, 353 cidades do Paraná tiveram aumento do PIB entre 2022 e 2023. As dez principais foram Janiópolis (60,9%), Porto Amazonas (60,7%), Iporã (58%), Farol (57,3%), Mariluz (56,9%), Fênix (54,3%), Pérola d’Oeste (54,1%), Quarto Centenário (53,9%), Engenheiro Beltrão (51,5%), Jardim Olinda (49,7%) e Itambé (49%). Outras 13 cidades tiveram crescimento acima de 40% e 30 cidades, acima de 30%.

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Outro indicador do estudo divulgado nesta sexta é que houve uma grande redução da desigualdade entre as economias municipais do Paraná nos últimos anos. Segundo os dados do IBGE, que contaram com a participação do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) na sua produção, o Índice de Gini do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios paranaenses atingiu 0,762 em 2023, abaixo, por exemplo, do resultado de 0,784 registrado em 2019.

O Índice de Gini varia de 0 a 1, sendo 0 a plena igualdade e 1 a máxima desigualdade. Ou seja, um índice em trajetória de queda representa uma geração de riqueza cada vez menos concentrada territorialmente. As dez maiores economias municipais do Paraná responderam por 52,7% do PIB do Estado em 2019, passando para 49,3% em 2023. Em outras palavras, as economias menores ampliaram seu peso nos últimos anos.

Segundo Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, esses números comprovam que a política de desenvolvimento do Estado é abrangente, não relegando a segundo plano os pequenos municípios do Interior. “A desconcentração econômica é tratada de forma prioritária nas políticas do Estado, isso fica evidente com programas como o Asfalto Novo, Vida Nova, o Rota do Progresso e o Casa Fácil Paraná, além do esforço para levar indústrias para cidades menores”, afirma. “O Paraná está crescendo de maneira integrada, o que tem um peso muito grande para o futuro”.

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Ulisses Maia, secretário do Planejamento do Paraná, ressalta que as grandes economias municipais estão territorialmente espalhadas no Estado, o que ajuda a potencializar cidades vizinhas. Isso acontece por meio das universidades, indústrias descentralizadas e a força dom campo, cada vez mais perto de alcançar Valor Bruto de Produção de R$ 200 bilhões em apenas um ano. “Essa condição otimiza a execução das ações de desenvolvimento e mostram que o Estado cresce de forma consolidada”, analisa.

Fonte: Governo PR

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Reforço histórico: Estado nomeia mais 168 profissionais para a Polícia Científica

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O Governo do Estado oficializou nesta semana a nomeação de 168 novos profissionais para a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), conforme os Decretos n.º 13.471 e 13.472 . É o mesmo número em apenas uma convocação, feita em setembro de 2025, mantendo o maior nível de recomposição do efetivo já registrado na instituição.

A iniciativa reforça o compromisso estadual com a segurança pública e com a modernização dos serviços periciais. Serão 99 peritos e 69 técnicos de perícia.

“A nova nomeação reforça o papel estratégico da Polícia Científica dentro da segurança pública do Paraná. Pelo segundo ano consecutivo, o Estado mantém o maior nível de incorporação de servidores da história da instituição, consolidando um movimento contínuo de fortalecimento da perícia oficial. Nos últimos anos, houve a ampliação das unidades em todas as regiões do Estado e, agora, esse avanço tem continuidade com o reforço no efetivo, ampliando a capacidade de resposta e o atendimento à população”, afirma o secretário da Segurança Pública, Saulo Sanson.

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Os novos profissionais serão distribuídos estrategicamente para atender às demandas das diferentes regiões do Estado. Com a nova nomeação, a instituição ultrapassa a marca de mil servidores em atividade, ampliando significativamente sua capacidade de atendimento e investigação técnico-científica em todo o Paraná. Em 2019, o número total de servidores era inferior a 300.

“Esse reforço no efetivo representa mais um avanço no trabalho que já vem sendo realizado. A Polícia Científica tem um papel central na produção da prova técnica, que sustenta investigações e decisões da Justiça. Com mais servidores, avançamos na capacidade de atendimento, reduzimos prazos e fortalecemos a presença da perícia em todo o Estado, com impacto direto na eficiência do sistema de segurança pública”, destaca o diretor-geral da PCIPR, Ciro Pimenta.

O reforço no efetivo permitirá maior agilidade na produção de laudos e no atendimento de ocorrências, beneficiando diretamente a população.

O curso de formação será dividido em duas etapas, com início no mês de junho para os peritos e em agosto para os técnicos de perícia, com duração prevista de três meses.

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Fonte: Governo PR

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